quinta, 13 maio 2021
domingo, 13 dezembro 2020 11:31

Direcção Nacional da PSP enaltece acção do PSP falecido em Évora

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Tal como o Ardina do Alentejo oportunamente aqui noticiou, um agente da Esquadra de Évora da Polícia de Segurança Pública (PSP) morreu, na madrugada deste domingo, 13 de Dezembro, vítima de um atropelamento intencional, quando tentava auxiliar uma mulher que teria sido agredida na via pública pelo próprio companheiro.
 
Já na manhã deste domingo, a Direcção Nacional da PSP emitiu um comunicado sobre o falecimento deste agente do Comando de Évora daquela força policial, ao qual o Ardina do Alentejo teve acesso.
 
Na missiva é referido que o incidente teve lugar “ontem, pelas 21:45 horas, no Rossio de São Brás, em Évora”, onde ocorreu “uma agressão a uma mulher, pelo seu companheiro, na via pública”.
 
A PSP descreve que “o agressor arrastou a mulher pelo chão e obrigou-a a entrar numa viatura”. Ao presenciar as agressões, o agente da PSP que se encontrava no local, “fora de serviço, de imediato e em cumprimento da sua missão, interveio para fazer cessar o crime em curso”.
 
Ao tentar impedir a fuga do agressor, o polícia foi atropelado pela viatura conduzida por aquele, sendo arrastado cerca de 40 metros” prossegue a força policial, confirmando que após a fuga do local do crime, o suspeito foi “interceptado por guardas da Guarda Nacional Republicana, na zona de Alcabideche, em Sintra”.
 
O agente, de 45 anos, “casado e pai de dois filhos”, após accionados os meios de emergência e socorro, foi transportado, “em estado muito grave” para o Hospital do Espírito Santo, em Évora, “onde foi assistido” mas “devido à gravidade das lesões sofridas na intervenção policial” acabaria por falecer “pelas 00:54 horas de hoje”.
 
Na nota é ainda referido que “a PSP contactou os familiares” do agente Doce, “e disponibilizou-lhes todo o apoio, nomeadamente psicológico”.
 
Por se tratar de um crime da sua competência, a Polícia Judiciária (PJ) foi contactada.
 
Praticamente no final do comunicado, a PSP apresenta “as mais sinceras condolências aos familiares do polícia falecido, aos amigos e a toda a família policial”.
 
A missiva termina com a Direcção Nacional da PSP a enaltecer a acção do polícia falecido que, “honrando a condição policial, levou até às últimas consequências o seu juramento de ‘dar a vida, se preciso for’, na permanente defesa e protecção dos nossos concidadãos”.

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