quinta, 13 maio 2021

O Município de Alandroal está a preparar uma nova estratégia de valorização e promoção dos activos turísticos e patrimoniais do concelho.
 
O objectivo é dar a conhecer o concelho a um número muito maior de potenciais novos moradores, visitantes e investidores num momento particularmente importante de relançamento da actividade económica nesta fase da pandemia e no pós-pandemia.
 
A estratégia assenta na marca do município – Alandroal, uma história que nunca acaba – e irá recorrer a vários suportes e maior presença nos espaços digitais.
 
Está prevista a criação de um novo stand promocional para participação em eventos, um vídeo e um livro promocional e outros materiais de apoio, assim como a presença da marca em suportes municipais (viaturas e bicicletas eléctricas) e suportes ligados às empresas de animação turística do concelho, como paramotores ou tuk-tuks eléctricos, com destaque para a presença num balão de ar quente que vai operar na região e em todo o país.
 
O Município já procedeu à renovação do site oficial e vai aumentar a sua presença nas redes sociais e em plataformas de promoção turística.
 
Na rua, já está a primeira fase da campanha, exposta nos outdoors municipais.
 
O investimento total ronda os 170 mil euros e o Município conta já com 91 mil euros de financiamento comunitário aprovado, esperando atingir os 85% de financiamento do investimento total numa fase subsequente.
 
Em paralelo, vai também começar a ser instalada, em todo o concelho, uma nova sinalética turística inteligente, também suportada por fundos comunitários, numa parceria com os municípios do Grande Lago Alqueva através da ATLA (Associação Transfronteiriça do Lago Alqueva).
Modificado em domingo, 09 maio 2021 12:49

A requisição temporária do complexo turístico Zmar Eco Experience, localizado na freguesia de Longueira - Almograve, no concelho de Odemira, devido ao surto de Covid-19 que se verifica na região, e que foi decretada pelo Governo, "pode constituir uma lesão dos direitos humanos". Esta é pelo menos a convicção do bastonário da Ordem dos Advogados, Luís Menezes Leitão.
 
Em comunicado enviado às redacções, a Ordem dos Advogados (OA) revelou que o bastonário, "perante as notícias vindas a público" relativas à requisição do empreendimento, decidiu "solicitar a intervenção da Comissão de Direitos Humanos" da própria OA.
 
A decisão deve-se ao facto de o despacho do Governo, datado de sexta-feira, determinar "a requisição temporária, por motivos de urgência e de interesse público e nacional, da totalidade dos imóveis e dos direitos a eles inerentes" que compõem o ZMar, o que "pode envolver casas de habitação própria e até de primeira habitação".
 
Esta requisição do Zmar, para alojar pessoas em "confinamento obrigatório" ou permitir o seu "isolamento profilático" determinado pela Autoridade de Saúde, surge no âmbito da cerca sanitária decretada pelo Governo nas freguesias de São Teotónio e de Longueira - Almograve, no concelho de Odemira, devido à elevada incidência de casos de Covid-19, cerca essa que entrou em vigor na sexta-feira.
 
Contudo, o bastonário da OA considera que "a requisição, ainda que temporária, de casas de habitação, obrigando à sua desocupação pelos proprietários para permitir a sua ocupação por terceiros", pode vir a "constituir uma lesão de direitos humanos".
 
Assim, o assunto "deve ser objecto de apreciação pela Comissão de Direitos Humanos da Ordem", é referido no comunicado.
 
"A partir do momento em que é levantado o Estado de Emergência, e por isso deixaram de estar suspensos os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos", os donos das casas no Zmar "têm os mesmos direitos a ser protegidos contra intervenções arbitrárias do Estado na sua propriedade e no seu domicílio familiar", frisou a OA.
 
Na passada sexta-feira, 20 proprietários com habitações no empreendimento Zmar, concentraram-se no local em protesto contra a requisição decretada pelo Governo e manifestaram a sua recusa em abandonar as casas.
 
O advogado Nuno Silva Vieira, que representa 114 dos 160 proprietários, esclareceu que o Zmar "não é apenas um parque de campismo, mas sim um espaço onde existem várias habitações particulares".
 
Das 260 casas existentes no local, cerca de 100 são do complexo e "160 de particulares", mas a requisição civil "é para todo o empreendimento", indicou o advogado, considerando que tal não pode ser e afirmando esperar "que esta decisão venha a ser alterada pelo Governo".
 
Durante a noite de sexta-feira, e após uma reunião mantida com o presidente da Câmara Municipal de Odemira, José Alberto Guerreiro, em que criticou o Governo por não ter estado presente, Nuno Silva Vieira avisou que, para operacionalizar esta operação pretendida pelo Governo, "não há trabalhadores", porque o complexo esteve em insolvência e tinha sido aprovado esta semana um plano de recuperação, que previa a reabertura turística a 28 de Maio.
 
Portugal Continental entrou este sábado na última fase do plano de desconfinamento e, quanto ao concelho de Odemira, só as duas freguesias sob cerca sanitária não avançaram para esta etapa.
 
c/ LUSA
Modificado em domingo, 02 maio 2021 00:02

Através do Posto Territorial de Arraiolos, o Comando Territorial de Évora da Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve, no dia de ontem, 30 de Abril, sexta-feira, no concelho de Arraiolos, três homens, com idades compreendidas entre os 20 e os 45 anos, por violação do confinamento obrigatório a que estavam sujeitos no âmbito da pandemia de Covid-19.
 
Em comunicado enviado às redacções, a força de segurança revela que as detenções ocorreram “na sequência de uma denúncia a dar conta que três indivíduos estariam na via pública a proceder à remoção de um sistema de escape de uma viatura ali estacionada”. Os militares da GNR rapidamente se deslocaram para o local, tendo localizado “os suspeitos no interior de uma empresa de gestão de resíduos, na posse de um sistema de escape e de diverso material ferroso”. 
 
No decorrer das diligências policiais efectuadas, foi apurado que os suspeitos estavam em violação do confinamento obrigatório a que estavam sujeitos.
 
Os factos desta detenção foram remetidos para o Tribunal Judicial de Évora.
 
Na mesma missiva, a GNR recorda que “ficam em confinamento obrigatório, em estabelecimento de saúde, no respectivo domicílio ou noutro local definido pelas autoridades de saúde, todos os doentes com Covid-19, os infectados com SARS-CoV-2, e os cidadãos relativamente a quem a autoridade de saúde ou outros profissionais de saúde tenham determinado vigilância activa. A violação do confinamento obrigatório constitui crime de desobediência”.
Modificado em sábado, 01 maio 2021 13:03

As obras que decorrem desde 2018, na Escola Básica nº1 (EB1) de São Mamede, sedeada no antigo Mosteiro de Santa Mónica, permitiram colocar a descoberto no denominado “pátio intermédio” da escola e junto ao muro que separa este espaço da “Quinta de Santa Mónica”, uma estrutura longitudinal com uma dimensão aproximada de 20 metros de extensão e 2,5 metros de largura.
 
O seu interior é formado por um conjunto de 14 espaços, de dimensões praticamente homogéneas, tendo cada um deles a mesma organização espacial. Este conjunto está associado a uma função religiosa, mais concretamente aos chamados “Passos da Via Sacra”, constituindo-se por 14 capelas, tendo cada uma um pequeno altar, onde estaria representada cada uma das etapas da Paixão de Cristo.
 
Apesar de ser comum nos mosteiros a existência destes compartimentos, não se conhece qualquer registo de em Évora existir algum exemplar semelhante, resultando, assim, numa das mais importantes descobertas do género em contextos monásticos na cidade. Concluídos os trabalhos arqueológicos que permitiram este achado e tendo sido realizado o levantamento fotogramétrico das estruturas, torna-se possível uma nova leitura do desaparecido mosteiro.
 
Sublinhe-se que a intervenção levada a cabo nesta escola básica contempla um conjunto de obras tendo em vista dotá-la de melhores condições de utilização para alunos, corpo docente e pessoal auxiliar, nomeadamente, através da requalificação e ampliação no espaço do antigo claustro e pátio intermédio. Tal como definido na legislação em vigor, as obras têm sido realizadas com o devido acompanhamento arqueológico, assegurado pelos técnicos municipais.

 

Foi no âmbito da tese de doutoramento em Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade de Évora que Ana Teresa Ribeiro procurou, sob a orientação de Miguel Elias, Professor do Departamento de Fitotecnia, e de Rogério Mendes, investigador do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), recorrer a vários tipos de pescado de aquacultura, fibras vegetais e diferentes tecnologias de gelificação para desenvolver um produto saudável e pronto a consumir, com características semelhantes às de um fiambre de porco.
 
O estudo procurou replicar a textura e a coloração do fiambre, a partir de vários tipos de pescado e de diferentes processos de elaboração, com o objectivo de não só alertar para a importância e grande potencialidade das principais espécies nacionais de produção aquícola, mas também produzir uma alternativa ao produto de charcutaria que melhor se enquadre com um estilo de vida e uma alimentação saudáveis.
 
Através da utilização de polpas de dourada, de robalo e de corvina de aquacultura, a incorporação de diferentes fibras vegetais e duas tecnologias de gelificação, Ana Teresa Ribeiro procurou obter um produto que fosse mais saudável e completo, assim como apelativo, satisfazendo as preferências do consumidor actual.
 
As principais conclusões acerca do produto foram conseguidas com recurso a análises químicas, físicas e sensoriais, assim como com um inquérito online. A avaliação sensorial foi realizada, inicialmente, por oito provadores treinados, do IPMA, e aplicada, posteriormente, a um grupo de crianças entre os seis e os oito anos, por ser um público-alvo do produto devido ao elevado valor nutricional que este possui.
 
Os resultados das análises efectuadas permitiram concluir que a melhor fórmula conseguida é o fiambre de corvina capturada no Inverno.
 
Em relação à coloração do fiambre de peixe, a avaliação do público, feita através de um inquérito online, demonstrou que as preferências recaem sobre o produto preparado com uma pequena parte de cochonilha, um corante natural, cuja cor é muito idêntica à do fiambre de corvina sem corante.
 
Esta combinação foi a versão final do produto que melhor correspondeu às propriedades texturais e à coloração do fiambre de porco, sem comprometer, porém, as propriedades sensoriais e nutricionais do produto na sua versão de pescado.  De momento, o estudo da aplicação da polpa de peixe em produtos alimentares prossegue, quer com investigação associada a estágios curriculares quer com investigação associada à indústria alimentar.
 
Ana Teresa Ribeiro actualmente dedica-se à investigação e conhecimento científico e tecnológico nas áreas da sustentabilidade dos agroecossistemas, ambiente e territórios e da segurança alimentar no Instituto Mediterrâneo para Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) da .
Modificado em quinta, 08 abril 2021 20:07

O produtor de vinhos Dirk Niepoort e o chef Ljubomir Stanisic são amigos há mais de dez anos e ambos partilham a paixão pela boa comida e por bons vinhos, elementos fundamentais para refeições memoráveis.
 
Bicho do Mato” e “” são vinhos do Douro sobejamente conhecidos e feitos em parceria por estes portugueses nascidos em outras paragens. E quando Ljubomir provou, pela primeira vez, em Agosto do ano passado, um vinho criado por Dirk na região de Portalegre, tendo ficado impressionado pelas características diferenciadoras da zona e que se reflectem em vinhos irreverentes e marcantes, que a ideia de voltarem a fazer um vinho “a duas mãos” foi retomada de imediato.
 
Num jantar em casa de Ljubomir, em Grândola, Dirk levou três amostras do vinho de Portalegre, com estruturas diferentes, e procuraram o vinho “mais gastronómico”, aquele que servisse melhor vários pratos do chef.
 
E é assim que surge este “vinhão”, apelidado de “Sem Maneiras”, lançado por Dirk Niepoort e Ljubomir Stanisic, numa edição limitada de um vinho DOC de Portalegre, do ano de 2017. Este é um segredo que estava bem guardado, que andava a ser cozinhado em lume brando, e que vê a luz do dia neste mês de Abril, podendo ser adquirido nos espaços Continente, quer em Portugal Continental, mas também nas ilhas, e que tem um preço de venda ao público recomendado de 12,99€.
 
Dirk Niepoort, o homem que se encontra à frente dos destinos da centenária casa Niepoort, explica que “este Sem Maneiras é um primeiro passo para um vinho Niepoort alentejano, mas não demasiado alentejano”. “Sem Maneiras é feito a partir de vinhas velhas, em vinhas de altitude, quase sem madeira, sem extracção, numa região que me fascina e que tem um potencial enormíssimo” complementa. “Os vinhos desta região são mais leves, mais frescos e têm uma personalidade muito vincada” conclui.
 
No Alto Alentejo, entre a planície e a altitude da Serra de S. Mamede, este vinho tem a elegância e o equilíbrio dos solos de granito e xisto. Estagiou 24 meses em ânfora. É também um vinho de contrastes, entre o calor do Alentejo e a frescura da Serra, entre a robustez e a delicadeza do vinho, entre a exaltação de Ljubomir e a tranquilidade de Dirk.
 
A cor deste “Sem Maneiras” é aberta e intensa. No nariz, tem notas balsâmicas e florais, sobre uma base de frutos vermelhos. Na boca, é redondo, elegante e com um excelente equilíbrio de acidez. É um vinho marcadamente gastronómico, que Dirk Niepoort sugere que acompanhe o prato de polvo que Ljubomir Stanisic tem na carta do seu restaurante. E acompanhará certamente na perfeição os pratos que os portugueses colocarem na sua mesa. 
Modificado em quarta, 07 abril 2021 14:56

Na próxima segunda-feira, 5 de Abril, a segunda fase de desconfinamento vai avançar por igual em todo o país. Mas nesta altura existem 19 concelhos com um número de novos casos acima do limite estabelecido pelo Governo, ou seja, com mais de 120 novas infecções por 100 mil habitantes em 14 dias. E desses 19 concelhos, cinco situam-se em terras alentejanas: Alandroal, Borba, Moura, Beja e Odemira.
 
A ideia inicial do Governo liderado por António Costa, e dos especialistas escutados pelo Executivo, é de apenas alertar para o risco destes locais e confirmar se daqui a duas semanas conseguiram ou não reduzir a incidência. Além destes, há outros 64 concelhos assinalados no mapa do Governo que estão em risco de ver um travão no desconfinamento caso daqui a 15 dias os vizinhos com quem partilham fronteiras não tiverem melhorado. No caso do Alentejo, são 19 os concelhos que esperam que os seus vizinhos melhorem os números da Covid-19.
 
Um exemplo é Borba, no distrito de Évora, que está acima desse limiar, ultrapassando os 120 novos casos/100 mil habitantes e que coloca em risco os concelhos de Estremoz, Vila Viçosa, Elvas, Monforte e Redondo. Segundo a lógica apresentada no dia de ontem, quinta-feira, pelo Governo, se Borba daqui a duas semanas mantiver uma incidência acima do limite poderá travar a terceira fase de desconfinamento em mais cinco concelhos.
 
O mesmo acontece com Moura, no distrito de Beja, que tem mais de 240 novos casos/100 mil habitantes e que poderá afectar os concelhos de Serpa, Vidigueira, Portel, Reguengos de Monsaraz, Mourão e Barrancos. Seguindo a mesma lógica, se Moura daqui a duas semanas mantiver uma incidência acima do limite poderá travar a terceira fase de desconfinamento em mais seis concelhos. E este é o cenário mais provável, visto que, a partir dos boletins da Direcção Geral da Saúde (DGS), é possível concluir que Moura, um dos cinco concelhos alentejanos no “vermelho”, está há mais de dois meses acima deste patamar.
 
Após a reunião do Conselho de Ministros, o Primeiro-Ministro explicou que só serão tomadas medidas de travão do desconfinamento se estes concelhos continuarem acima do limiar de risco ao fim das próximas duas semanas, esclarecendo que não serão tomadas decisões intercalares, antes do final dos próximos 15 dias.
 
O modelo agora apresentado segue a sugestão dos peritos ao abranger a incidência dos concelhos vizinhos na decisão. 
 
António Costa referiu a proposta dos peritos quando referiu a opção de esperar duas semanas para travar nos concelhos mais afectados. “De acordo com o que os especialistas nos propuseram, devemos ter em conta que, se em duas avaliações sucessivas os mesmos concelhos estiverem acima do limiar de risco, esses concelhos não devem avançar nas medidas de desconfinamento” afirmou.
 
 
c/ Expresso
Modificado em sexta, 02 abril 2021 17:05

Aquando da apresentação, por parte do Primeiro-Ministro António Costa, do “plano de reabertura progressiva” da sociedade e da economia, apresentação essa ocorrida a 11 de Março, a grande novidade foi o definir do limite de 120 novos casos por 100 mil habitantes em 14 dias como o limiar da zona de conforto de incidência da Covid-19 no nosso país, zona de conforto essa que permitirá que Portugal continue a desconfinar conforme o plano aprovado em Conselho de Ministros.
 
Se Portugal atingir uma média de novos casos a 14 dias por 100 mil habitantes superior a 120, Costa puxará o “travão de mão” do desconfinamento. O Primeiro-Ministro esclareceu que, se o desconfinamento é nacional, a regressão de medidas poderá ser feita a nível local dos concelhos em risco, bem como os limítrofes.
 
Tendo como base uma infografia do Jornal de Negócios, que dividiu os 308 concelhos do país em quatro escalões, Ardina do Alentejo apresenta-lhe em que escalão se encontram os 47 concelhos alentejanos.
 
Os quatro escalões estão assim definidos: Escalão 1 (menos de 60 casos por 100 mil habitantes), Escalão 2 (entre 60 e 119 casos/100 mil habitantes), Escalão 3 (entre 120 e 239 casos por 100 mil habitantes) e Escalão 4 (mais de 240 casos por 100 mil habitantes).
 
De acordo com o último relatório epidemiológico divulgado, há em Portugal nove concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, ou seja, incluídos no Escalão 4, o que equivale a dizer que são menos cinco concelhos neste patamar em relação à passada semana. E desses nove, há dois concelhos que se localizam na região abrangida pela Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARS Alentejo): Moura e Odemira, no distrito de Beja.
 
O mesmo relatório mostra que no Escalão 3, entre 120 e 239 casos por 100 mil habitantes, estão 23 concelhos (menos 11 que no último relatório), sendo que dois deles estão no território alentejano: Cuba, no distrito de Beja, e Castelo de Vide, no distrito de Portalegre.
 
No Escalão 2, o segundo menos gravoso desta hierarquia, encontram-se 66 concelhos (eram 81 na passada segunda-feira), sendo que 11 desses concelhos situam-se em terras alentejanas: quatro no distrito de Beja (Beja, SerpaFerreira do Alentejo e Vidigueira), Borba e Reguengos de Monsaraz, no distrito eborense, Arronches e Campo Maior, no distrito de Portalegre, e Alcácer do Sal, Grândola e Sines, no Litoral Alentejano.
 
No relatório epidemiológico divulgado no dia de ontem, são 32 os concelhos alentejanos no Escalão 1, o nível menos grave: 12 no distrito de Évora (Alandroal, Arraiolos, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, PortelRedondo, Vendas Novas, Viana do Alentejo e Vila Viçosa), 12 no distrito de Portalegre (Alter do Chão, AvisCrato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, MonforteNisa, Ponte de Sôr, Portalegre e Sousel), AljustrelAlmodôvar, Alvito, Barrancos, Mértola, Ourique e Castro Verde, no distrito de Beja, e Santiago do Cacém, no Litoral Alentejano. A nível nacional, estão contabilizados 210 concelhos neste patamar, mais 31 do que os registados no boletim da passada semana.
 
Concelhos que passaram do Escalão 4 para o Escalão 3:
Castelo de Vide
 
Concelhos que passaram do Escalão 4 para o Escalão 2:
Serpa e Vidigueira
 
Concelhos que passaram do Escalão 3 para o Escalão 4:
Odemira
 
Concelhos que passaram do Escalão 3 para o Escalão 2:
Arronches
 
Concelhos que passaram do Escalão 3 para o Escalão 1:
Mértola e Monforte
 
Concelhos que passaram do Escalão 2 para o Escalão 3:
Cuba
 
Concelhos que passaram do Escalão 2 para o Escalão 1:
Portel, Aljustrel, Barrancos, Ourique e Santiago do Cacém
 
Concelhos que passaram do Escalão 1 para o Escalão 2:
Borba, Campo Maior, Sines e Grândola
 
Os restantes 30 concelhos alentejanos mantiveram inalterado o seu escalão de risco de contágio por Covid-19: Moura (Escalão 4), Reguengos de Monsaraz, Ferreira do Alentejo, Beja e Alcácer do Sal (Escalão 2), e Alandroal, Arraiolos, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Redondo, Vendas Novas, Viana do Alentejo, Vila Viçosa, Almodôvar, Alvito, Castro Verde, Alter do Chão, Avis, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Nisa, Ponte de Sôr, Portalegre e Sousel (Escalão 1).
 
 
 
 
 
 
Modificado em terça, 30 março 2021 19:41

Com a presença de Joaquim Araújo, Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) será assinado na próxima terça-feira, dia 30 de Março, pelas 12 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Elvas, o auto de consignação da empreitada de adaptação do edifício onde vai ser instalada a Unidade de Hospitalização Domiciliária do Hospital de Santa Luzia.
 
Esta obra, que tem um valor de 65 mil euros e um prazo de execução de 60 dias, consiste na remoção dos pavimentos existentes, execução de novos pavimentos, compartimentação do espaço, execução de novos tectos, execução das redes de água, esgoto e electricidade, instalação de sistema de ar condicionado e pinturas interiores e exteriores.
 
O auto de consignação entre o Município de Elvas e o empreiteiro vai ser assinado por Nuno Mocinha, presidente da Câmara Municipal de Elvas, e Rui Nabeiro, da Construserv, a empresa construtora.
Modificado em domingo, 28 março 2021 12:54