quarta, 28 outubro 2020
segunda, 22 junho 2020 23:41

Monforte - Movimento Zero repudia represálias contra militar da GNR e a sua família

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Militar vive inquietado e com receio que atentem contra a sua vida ou contra a dos seus familiares Militar vive inquietado e com receio que atentem contra a sua vida ou contra a dos seus familiares DR
Através de uma publicação na página oficial do Movimento Zero na rede social Facebook, este movimento que reúne agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) e militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), denuncia a existência de represálias contra elementos das forças de segurança, nomeadamente ameaças contra um militar da GNR e a sua família, na vila de Monforte.
 
Através dessa publicação, o Movimento Zero “vem mais uma vez demonstrar repúdio para com a permissividade dos responsáveis políticos que, consecutivamente, permitem que marginais atentem contra a integridade física dos polícias”.
 
Nessa mesma nota pode ler-se que “repudiamos o facto de um militar da GNR, após ter procedido à detenção de um indivíduo de etnia cigana, tenha que sofrer represálias por ter cumprido com o seu dever enquanto órgão de polícia criminal”.
 
O Movimento Zero denuncia que as “ameaças e tentativas de agressões” ao militar e à sua família, "têm sido o seu quotidiano após ter realizado a detenção do indivíduo por condução de veículo sem habilitação legal”.
 
Viver inquietado e com receio que atentem contra a sua vida ou contra a dos seus familiares ou até pelo facto de encontrar os seus bens danificados, jamais poderá ser tolerado” refere o movimento.
 
O Movimento Zero apela ainda que “a Secretária de Estado da Administração Interna” também não tolere este tipo de acções contra o militar e que “demonstre, inequivocamente, o seu apoio ao Guarda Tavares”.
 
No final da missiva, o Movimento Zero exige “por ele e por todos os Polícias que passam pelo mesmo, que faça chegar a quem de direito, e que este aja com a máxima celeridade a fim de pôr termo a estas perseguições, antes que algo venha a ocorrer pelo pior e, neste caso em concreto, o militar venha a ser julgado em praça pública, acusado de tudo e mais alguma coisa, tudo porque ninguém o protegeu atempadamente”.
 
Também na página A Linha Azul, página existente na rede social Facebook e exclusivamente dedicada ao apoio às forças de segurança e aos seus operacionais é dado destaque ao caso actualmente vivido pelo Guarda Tavares, na vila de Monforte, distrito de Portalegre.
 
A referida página descreve esta situação como “mais um relato revoltante de um episódio a envolver um militar da GNR”.
 
Na publicação de A Linha Azul é dado a conhecer que “um militar da GNR, no cumprimento do seu dever, interceptou um indivíduo sem carta de condução e efectuou, obviamente, a referida detenção”. 
 
A mesma nota acrescenta que “desde então, o referido militar tem sido alvo de ameaças, bem como tentativas de agressões a si próprio e, mais grave ainda, à própria família”. 
 
A página A Linha Azul adianta que “no passado dia 19 de Junho, o indivíduo em questão” deslocou-se à residência do militar, em Monforte, tendo “com um pau partido as janelas da habitação”. 
 
Por incrível que pareça, este indivíduo continua sem ser presente a um Juiz, apesar de todas as queixas apresentadas pelo militar, que nesta altura já teme pela própria vida” afirma a página A Linha Azul.
 
A publicação termina salientando que “a localidade de Monforte é alvo destes acontecimentos periodicamente, pelo que apelamos para que sejam tomadas medidas em defesa dos militares da GNR e em concreto neste caso, em defesa deste militar”.
 
Modificado em terça, 23 junho 2020 10:36

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