domingo, 19 agosto 2018

Já são conhecidos os vencedores dos prémios "Melhores do Ano 2014" da revista WINE

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O Alentejo estava representado em quatro categorias. Venceu em duas. O Alentejo estava representado em quatro categorias. Venceu em duas. DR
Durante um jantar, que teve lugar no espaço BH Foz, na cidade do Porto, na noite da passada sexta-feira, 30 de Janeiro, a revista WINE – A Essência do Vinho entregou os prémios aos “Melhores do Ano” nos sectores do vinho e da gastronomia.
 
O Alentejo estava representado em quatro categorias: “Destino Gastronómico” com a nomeação da cidade de Estremoz, “Personalidade do Ano no Vinho” estando nomeada Dora Simões, Presidente Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, “Enólogo do Ano” com a nomeação de Luís Duarte, e “Restaurante Gastronómico do Ano” estando nomeado o Restaurante “Tombalobos”, de Portalegre.
 
Quatro nomeações, vitória em duas. Dora Simões, presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana foi considerada “Personalidade do Ano no Vinho”, pelo trabalho e resultados conseguidos na agilização de procedimentos e promoção nacional e internacional dos vinhos daquela região. Já Luís Duarte, ligado a projectos como a Herdade dos Grous e a Herdade da Malhadinha Nova, entre outros, além de ser também produtor de vinhos com marca própria no Alentejo, foi eleito “Enólogo do Ano”.
 
O restaurante Pedro Lemos, o novo estrela Michelin do Porto, foi considerado “Restaurante Gastronómico do Ano”, enquanto Lisboa sucede à cidade do Porto como “Destino Gastronómico”, levando a melhor sobre a nomeação estremocense. A revista WINE - A Essência do Vinho justifica assim o prémio: “Foi em Lisboa que nasceu o fenómeno mais recente do “petisco com pinta”. É em Lisboa que está concentrada a maior oferta de wine bares. Lisboa, a seguir ao Algarve, afirma-se como a geografia mais concentrada de restaurantes de ‘fine dinning’. Lisboa não tem a gastronomia tradicional mais rica do país, essa está no Alentejo e no Minho, mas tem uma oferta eclética que permite percepcionar um pouco do que todo o país pode oferecer em termos gastronómicos, do mais tradicional ao mais contemporâneo”.

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