quinta, 21 novembro 2019
quarta, 02 outubro 2019 18:14

10 câmaras municipais do Alto Alentejo vão constituir empresa de distribuição de águas

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Os municípios de Avis, Monforte e Portalegre não integram a empresa por “opção política” Os municípios de Avis, Monforte e Portalegre não integram a empresa por “opção política” DR
Segundo foi divulgado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), 10 dos 15 concelhos do distrito de Portalegre vão constituir uma empresa para gerir a distribuição de águas de abastecimento público e recolha de efluentes.
 
Através de uma nota publicada na sua página da Internet, a CIMAA explica que a constituição da Empresa Intermunicipal de Águas do Alto Alentejoaguarda parecer” da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
 
Alter do Chão, Arronches, Castelo de Vide, Crato, Fronteira, Gavião, Marvão, Nisa, Ponte de Sor e Sousel são os concelhos envolvidos neste projecto, que conta com capitais 100% municipais.
 
Fonte da CIMAA explicou à LUSA que os municípios de Avis, Monforte e Portalegre não integram a empresa por “opção política”, ao passo que Elvas e Campo Maior também ficaram de fora por terem concessionada a água em baixa.
 
Na referida nota, a CIMAA explica que no primeiro trimestre deste ano foram submetidas “32 candidaturas” ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR) para entidades gestoras agregadas, com as intervenções nos subsistemas de abastecimento de água e águas residuais, conforme o plano de investimentos aprovado para o processo de constituição da empresa, totalizando um investimento elegível de 12,4 milhões de euros.
 
Pode ainda ler-se na nota que “estas candidaturas têm sido objecto de vários pedidos de esclarecimento e audiências prévias pelo POSEUR, que foram respondidos pelos municípios, através do município de Ponte de Sor enquanto líder da agregação”.
 
A CIMAA adianta ainda que em Maio foi submetida uma outra candidatura intermunicipal para o controlo e redução de perdas nos sistemas de distribuição e adução de água em baixa, com um investimento elegível superior a 1,9 milhões de euros.
 
Actualmente os municípios aguardam a aprovação das candidaturas assim como a emissão do parecer da ERSAR necessário para o visto do Tribunal de Contas, documento indispensável à constituição formal da empresa”, lê-se na nota.
Modificado em quarta, 02 outubro 2019 18:26

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