terça, 12 novembro 2019
Na sequência de um despiste, seguido de capotamento, um homem de 38 anos faleceu na madrugada de hoje, domingo, 3 de Fevereiro, na Estrada Nacional 4 (EN4), entre Estremoz e Borba.
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora adiantou que o alerta para este acidente foi dado às 04:45.
 
Fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) informou que a vítima mortal era o condutor e único ocupante da viatura e que o automóvel capotou após o despiste.
 
Ao que o Ardina do Alentejo conseguiu apurar, a vítima mortal era natural de Borba, e seguia no sentido Borba – Estremoz, quando entrou em despiste junto à entrada de Estremoz, perto do cemitério da cidade.
 
As operações de socorro mobilizaram os Bombeiros Voluntários de Estremoz e de Vila Viçosa, a GNR e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), num total de 23 operacionais, apoiados por 11 veículos, de entre os quais a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Évora e a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Estremoz.
Modificado em domingo, 03 fevereiro 2019 17:24
O Presidente da Câmara Municipal de Monforte, Gonçalo Lagem, o Pároco de Monforte, e das freguesias de Assumar, Santo Aleixo e Vaiamonte, Padre Joanees Oliveira, e uma pequena comitiva, estiveram no Vaticano, no dia de ontem, quarta-feira, 30 de Janeiro, onde foram recebidos por Sua Santidade, o Papa Francisco.
 
Segundo conseguimos apurar, esta recepção do Papa Francisco à comitiva monfortense realizou-se no âmbito da ordenação do Padre Luís, da comemoração dos 25 anos do Instituto Missio Christhi e também devido à recém eleição do Padre Joanees como Superior Geral do Instituto.
 
Na sua página na rede social Facebook, Gonçalo Lagem referiu que tanto ele como a restante comitiva viveram “um dos momentos mais marcantes” das suas vidas. O edil monfortense acrescentou que “por breves momentos, tivemos a atenção do homem mais solicitado do Mundo e claro, aproveitei para, na sua benção, pedir por todos”.
 
Em nome do município, o autarca entregou uma carta institucional do Município de Monforte, um capote alentejano, feito e oferecido pela proprietária e colaboradoras da firma Carola & Borralho, quatro mini guiões, um de cada freguesia do concelho e um prato em estanho, com o brasão da Câmara Municipal de Monforte.
 
Lagem salientou ainda que esta recepção “foi muito, muito emocionante! Daqueles momentos especiais, que não se apagarão nunca das nossas memórias!”.
 
Ainda segundo a publicação do autarca no Facebook, o Papa Francisco agradeceu todas as ofertas, e ao contemplar o capote que lhe acabava de ser oferecido, disse que “con ese abrigo, puedo evangelizar en Pólo Norte, que non paso frio”.
Modificado em quinta, 31 janeiro 2019 02:27
Na Estrada Nacional 114 (EN114), que liga a A6 a Évora, junto a Montemor-o-Novo, há um sinal de trânsito nunca antes visto, pelo menos em Portugal.
 
Trata-se de um triângulo branco com as orlas vermelhas e o desenho de um sapo no interior, idêntico a muitos outros com animais. Indica, ainda, que o perigo se prolonga por 2,8 quilómetros.
 
Este sinal de trânsito, colocado um em cada lado da via em Julho de 2018, foi criado no âmbito do projecto Life Lines, coordenado pela Universidade de Évora e que integra outras entidades, de entre as quais as câmaras municipais de Évora e Montemor-o-Novo e a Infraestruturas de Portugal.
 
Naquela zona há charcos onde os anfíbios - sapos, rãs e salamandras - se reproduzem em grande quantidade, sendo os números da sinistralidade "preocupantes" para quem pretende proteger as espécies. Segundo o investigador António Mira, da Universidade de Évora, morrem em Portugal milhões de anfíbios, por ano, atropelados e esta zona do Alentejo "estava, há muito, identificada como um ponto negro de mortalidade".
 
O sinal que, segundo a lei, indica "a existência ou a possibilidade de aparecimento de condições particularmente perigosas para o trânsito, que imponham especial atenção e prudência do condutor", está colocado, mas não deveria, segundo a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), tudo porque não está homologado por aquele organismo, apesar de cumprir as regras estabelecidas pela Convenção de Viena e de fazerem parte de um conjunto de propostas para revisão do Código da Estrada. A última alteração dos sinais de trânsito aconteceu em 2011 e espera-se agora a aprovação em Conselho de Ministros do decreto que irá regulamentar, não só o sinal com o sapo, mas também o sinal idêntico com a representação de um lince-ibérico, existente na zona de Mértola, apresentado em 2014 como o mais recente sinal do país.
 
Mas o sinal de trânsito da EN114 já chegou ao Parlamento. O CDS-PP questionou o Governo, através do Ministro da Administração Interna (MAI), sobre a falta de homologação do referido sinal, e se a tutela está a par da colocação dos sinais de perigo com anfíbios na EN114.
 
Por outro lado, os parlamentares do CDS-PP pedem ao MAI que confirme se este sinal, como o de perigo com o lince-ibérico, fazem parte de um conjunto de propostas para revisão do Código da Estrada.
 
Os deputados centristas questionam ainda qual o motivo para a falta de homologação e para quando está prevista a revisão do Código da Estrada e a consequente regulamentação destes sinais.
Modificado em quarta, 23 janeiro 2019 12:29
Um veículo ligeiro de mercadorias ficou completamente destruído, depois de se ter incendiado na manhã deste sábado, dia 19 de Janeiro, próximo da localidade da Azaruja, no concelho de Évora.
 
O alerta para este sinistro foi dado pouco depois das 10 horas. Desconhecem-se para já as causas deste incidente, que não provocou feridos.
 
Segundo informações recolhidas pelo Ardina do Alentejo, a viatura incendiou-se ao quilometro 246 da Estrada Nacional 18 (EN18), via que liga Estremoz a Évora.
 
No teatro de operações compareceram os Bombeiros Voluntários de Évora, e elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR), num total de seis operacionais, auxiliados por dois veículos.
Modificado em sábado, 19 janeiro 2019 19:11

Delta Cafés lança barras de cereais

sexta, 18 janeiro 2019 01:42
O mercado das barras de cereais é a nova aposta da Delta Cafés.
 
De acordo com a marca, a Croffee é “uma barra de cereais saudável, saciante e estimulante” que vem responder a uma necessidade de consumo identificada pela Delta Cafés.
 
Numa nota enviada às redacções, a marca explica que se trata de uma barra de cereais que contém a cafeína de um expresso, que é uma fonte de fibra e que contém 3,8 gramas de açúcar. Para além disso, a marca explica que a entrada neste novo mercado é “consequência do desenvolvimento interno da inovação no Grupo Nabeiro. Croffee foi desenvolvido de acordo com requisitos previamente definidos e, por isso, com uma fórmula única e exclusiva no mundo”.
 
Numa primeira fase, as barras de cereais Croffee serão lançadas na Europa, Angola e Brasil, mas está nos planos da marca levar o produto a todo o mundo.
 
As barras de cereais Croffee chegam ao mercado com duas variedades – Cereais com Café ou Cereais com Café e Chocolate Negro – e está disponível em dois formatos distintos – à unidade ou em caixas com cinco barras.
 
c/ www.distribuicaohoje.com
Modificado em sexta, 18 janeiro 2019 02:32
Segundo informação prestada por uma fonte judicial, a juíza titular do processo Face Oculta, Marta de Carvalho, deu hoje, segunda-feira, 14 de Janeiro, três dias para o arguido Armando Vara se apresentar em estabelecimento prisional para cumprir a pena de cinco anos de prisão a que foi condenado.
 
A senhora juíza despachou há pouco o processo seguindo a promoção do Ministério Público”, disse à Lusa o juiz presidente da Comarca de Aveiro, Paulo Brandão, explicando que foi concedido o prazo de três dias para o ex-ministro socialista se apresentar em estabelecimento prisional, sem o que serão emitidos mandados.
 
Em Setembro de 2014, Armando Vara foi condenado, pelo Tribunal de Aveiro, a cinco anos de prisão efectiva por três crimes de tráfico de influência, depois do colevtivo de juízes ter dado como provado que o antigo ministro e ex-vice-presidente do BCP recebeu 25 mil euros do sucateiro Manuel Godinho, o principal arguido no caso, como compensação pelas diligências por si empreendidas e a empreender em favor das suas empresas.
 
No passado mês de Julho de 2018, em declarações à Lusa, o advogado Tiago Rodrigues Bastos confirmou que iria “apresentar uma reclamação” para a conferência de juízes do Tribunal Constitucional (TC), para evitar que começasse imediatamente a cumprir a pena.
 
Já em Novembro do mesmo ano o Tribunal da Relação do Porto manteve esta condenação do antigo vice-presidente do BCP neste processo.
 
O processo Face Oculta está relacionado com uma alegada rede de corrupção que teria como objectivo o favorecimento do grupo empresarial do sucateiro Manuel Godinho nos negócios com empresas do sector do Estado e privadas.
 
Além de Armando Vara existem mais três arguidos neste processo com penas efectivas e cuja sentença passou a ser definitiva: João Tavares, ex-funcionário da Petrogal, com uma pena de cinco anos e nove meses para cumprir, o ex-quadro da Refer, Manuel Guiomar, condenado a seis anos e meio, e o ex-funcionário da Lisnave, Manuel Gomes, condenado a uma pena de quatro anos e quatro meses.
 
c/ Jornal Económico
 
Modificado em quinta, 17 janeiro 2019 00:45
Acabou por morrer o homem que se tentou suicidar depois de ter morto a mulher, de 83 anos, e a irmã desta, de 80, com recurso a uma pistola, em Terena, no concelho de Alandroal.
 
Joaquim Risso, de 83 anos, foi encontrado ainda com vida no local do crime, no Monte da Espada, em Terena, mas acabou por morrer no bloco operatório do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, para onde foi transportado por um helicóptero do INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica.
 
O alerta para o duplo homicídio chegou ao Comando Distrital de Operações de Socorro de Évora às 11.57 horas desta sexta-feira, 11 de Janeiro. Foram mobilizados para o teatro de operações 16 operacionais, auxiliados por sete viaturas dos Bombeiros Voluntários de Alandroal, dos Bombeiros Voluntários de Redondo, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e do INEM, que enviou a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Estremoz e a VMER - Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE).
 
 
Segundo os vizinhos, os três envolvidos teriam boas relações, pelo que este crime apanhou toda a gente de surpresa.
 
c/ Jornal de Notícias (JN)
Modificado em sábado, 12 janeiro 2019 18:10
Tal como o Ardina do Alentejo tinha noticiado aqui, um veículo de transporte de doentes pertencente ao parque automóvel dos Bombeiros Voluntários de Borba foi furtado na manhã de quinta-feira, 10 de Janeiro, do interior do quartel.
 
A viatura, uma Ford Transit, com a matrícula 75-50-TS, e com a designação de Veículo Dedicado ao Transporte de Doentes VDTD-05, esteve desaparecida durante algumas horas, tendo sido encontrada ao final da noite de ontem, em Badajoz.
 
Segundo conseguimos apurar junto de fonte dos Bombeiros Voluntários de Borba, a localização da viatura, que não se encontra danificada, foi feita por intermédio de “um senhor de Campo Maior, que telefonou para os Bombeiros de Campo Maior, a dar a localização exacta da ambulância”. A mesma fonte adiantou que “depois de contactado o posto de Campo Maior da Guarda Nacional Republicana (GNR), esta entrou em contacto com a Guardia Civil, estando nós agora a aguardar que nos dêem ordem para podermos ir levantar a viatura”.
 
Ainda segundo este elemento dos Bombeiros Voluntários de Borba, que “agradeceu a colaboração da população em geral, todos os alertas e a divulgação da imagem da viatura ajudaram a que a ambulância fosse mais rapidamente encontrada”.
Modificado em sexta, 11 janeiro 2019 12:56
O Governo aprovou em Conselho de Ministros ocorrido no dia de ontem, quinta-feira, 10 de Janeiro, uma resolução que "estabelece o carácter prioritário" da construção do Hospital Central do Alentejo, que será edificado na cidade de Évora, definindo-o como "projecto estruturante de investimento público previsto no Programa de Estabilidade 2018-2022 e no Orçamento de Estado para 2019".
 
"O Hospital Central do Alentejo consubstancia uma iniciativa essencial para a obtenção de ganhos de racionalidade e eficiência no desempenho e funcionamento da rede hospitalar no Alentejo", realçou o Governo, no comunicado final da reunião do Conselho de Ministros. 
 
O projecto, acrescentou, vai ter "importantes benefícios para as populações ao nível da modernização e da qualidade de prestação de cuidados de saúde".
 
"A concretização deste projecto, cuja necessidade foi sinalizada em 2006, vem dar cumprimento ao Programa do Governo no que respeita ao reforço do desempenho do SNS, melhorando a equidade no acesso e a qualidade dos serviços prestados, numa perspectiva de proximidade aos cidadãos e em defesa do Estado Social", pode ler-se no comunicado.
 
Fonte oficial do Ministério da Saúde adiantou que hoje, sexta-feira, a partir das 16 horas, vai ser apresentado em Évora "o projecto de financiamento para o novo Hospital Central do Alentejo".
 
A cerimónia, presidida pelo primeiro-ministro, António Costa, e na qual participam também a Ministra da Saúde, Marta Temido, e o Ministro do Planeamento e Infra-estruturas, Pedro Marques, vai ter lugar nas instalações do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE).
 

40 milhões para o arranque

 
Em Janeiro de 2018, em Évora, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo iria propor a dotação de 40 milhões de euros para o arranque da construção da nova unidade hospitalar, no âmbito da reprogramação do Portugal 2020.
 
Depois, em Março do ano passado, o Governo determinou a constituição de um grupo de trabalho para a preparação e lançamento, num prazo de seis meses, do concurso público internacional do novo hospital, mas o procedimento concursal ainda não foi concretizado.
 
Quando o projecto do novo hospital central foi lançado, em 2010, no período de governação de José Sócrates, a unidade estava projectada para ter uma capacidade de 351 camas, extensível a 440, num investimento previsto, na altura, na ordem dos 94 milhões de euros.
 
Em Agosto de 2011, o então Ministro da Saúde, Paulo Macedo, no Governo PSD/CDS-PP, anunciou que a construção do novo hospital iria ser reavaliada tendo em conta "a realidade do país", voltando, em Maio de 2015, a considerar avançar com o projecto, mas sem se comprometer com datas para o início da obra.
 
c/ LUSA
Modificado em sexta, 11 janeiro 2019 01:22