sábado, 16 novembro 2019
A Câmara Municipal de Monforte, considerando a vocação das missões que estão confiadas à ABVM - Associação dos Bombeiros Voluntários de Monforte, particularmente relevantes para a população que serve, entendeu distinguir essa associação de entre os restantes organismos subsidiados através do Regulamento para Atribuição de Auxílios Financeiros às Coletividades, apoiando-a ao abrigo de um protocolo específico, que é oficializado todos os anos entre as duas partes, por ocasião da Festa de Natal dos Bombeiros, seus familiares e amigos.
 
E mais um ano assim aconteceu. No passado dia 20 de Dezembro, nas instalações da ABVM, Gonçalo Lagem, o Presidente do Município, e António Medalhas, Presidente da Direção da associação, formalizaram o protocolo referente ao auxílio para 2015, pelo qual se fundamenta a concessão de 70 mil euros. Regista-se assim um aumento de 10 mil euros em relação ao valor atribuído anteriormente.
 
Segundo declarações de Gonçalo Lagem, “a decisão que tomámos é inquestionável, pois temos a obrigação de não desamparar os nossos Bombeiros, sobretudo numa altura marcada por circunstâncias cada vez mais adversas à sua atividade, e que resultaram das políticas de austeridade, extremamente erradas, adotadas por quem nos governa a partir de Lisboa e que, afinal, se têm repercutido apenas em falhanços desastrosos”.
 
O autarca monfortense, dirigindo-se a todos os presentes, em particular aos membros da Direção e bombeiros, deixou, ainda, uma mensagem de incentivo para que, aproveitando a generosidade que a população sempre demonstrou pelos bombeiros, desenvolvam uma maior dinâmica para angariação de outros fundos. 
 
António Medalhas reconheceu que “os apoios concedidos pelo Município, para além das verbas consignadas ao abrigo destes protocolos, têm sido determinantes na sobrevivência da nossa Corporação. Se assim não fosse, estou convicto que já tínhamos fechado as portas ou, então, estaríamos impossibilitados de assumir muitas das responsabilidades que nos estão confiadas”.
 
c/ Câmara Municipal de Monforte
Modificado em sexta, 02 janeiro 2015 16:29
Se há região que está a pôr Portugal no mapa da gastronomia e a “ajudar a mudar a percepção internacional sobre a comida portuguesa” é o Alentejo.
 
Quem o diz é a editora internacional de viagens Rough Guides, que escolheu dez cidades, dez países e dez destinos com melhor relação qualidade-preço e que merecem uma visita no próximo ano. É no último top que entra o Alentejo, com a sua gastronomia e "paisagem rude".
 
O Guia Internacional de Viagens avança que visitar a região do sul do país é, “pelo menos por agora”, “tão barato quanto batatas fritas” (um trocadilho que funciona melhor em inglês: “as cheap as chips”).
 
Segundo a Rough Guides, há então que rumar ao Alentejo para provar “marisco super fresco, azeitonas sublimes, carne, vinho e queijo”. E depois ficar a mirar a “paisagem rude” que, comparam, “fica a um mundo de distância do que quer que se possa encontrar no turístico Algarve”.
 
Para o guia internacional de viagens, o Alentejo é o sétimo destino com melhor relação qualidade-preço para o ano de 2015. Kosovo lidera o top, seguido de Peak District (Reino Unido), Canárias (Espanha), Karnataka (Índia), Irlanda do Norte (Reino Unido) e Delta do Mekong (Vietname). No final do ranking dos “best value destinations” há ainda lugar para o noroeste da China, Oaxaca (México) e Queens (Nova Iorque, EUA).
 
O Rough Guide para 2015 contempla também uma lista das dez melhores cidades para visitar, a saber: Joanesburgo (África do Sul), Málaga (Espanha), Nova Orleães (Estados Unidos), Hamburgo (Alemanha), Nizwa (Oman), Wellington (Nova Zelândia), Belgrado (Sérvia), Salta (Argentina), Birmingham (Inglaterra), e Yangon (Myanmar).
 
E ainda uma vintena de países para conhecer no próximo ano, com alguns destinos repetidos entre os dez escolhidos pelos responsáveis da editora de viagens - Irão, Bangladesh, Haiti, Grécia, Egipto, Zambia, Uruguai, Reino Unido, Malásia e Canadá - e os dez mais votados pelo público - Reino Unido, Grécia, Islândia, Indonésia, Japão, Chile, Etiópia, Turquia, Estados Unidos e Irlanda.
 
c/ Público
Programa de reintrodução do lince ibérico em Portugal entra em fase decisiva, com dois animais soltos numa grande área cercada, onde permanecerão durante algumas semanas.
 
Depois de anos de esforços e de avanços e recuos, os primeiros linces ibéricos criados em cativeiro a serem reintroduzidos em Portugal deverão ser libertados dentro de uma semana, no concelho de Mértola. É o primeiro passo de um plano para soltar oito animais em território nacional, de onde o lince tinha praticamente desaparecido ao longo do século XX.
 
A espécie Lynx pardinus é endémica da Península Ibérica – ou seja, só existe em Portugal e Espanha e em mais lugar nenhum do mundo. Mas a sua população foi minguando até restarem pouco mais de uma centena em Espanha e quase nenhum em Portugal no princípio década passada. É um animal considerado em “perigo crítico” de extinção, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza.
 

Nos últimos anos, vários linces criados em cativeiro em Espanha e Portugal foram libertados em território espanhol. Agora é a vez de Portugal, que pela primeira vez o fará em solo nacional. Se tudo correr como o previsto, no próximo dia 16 de Dezembro, terça-feira, dois linces serão alvo de uma “soltura branda”, ou seja, serão libertados numa zona cercada, com cerca de dois hectares.
 
Aí permanecerão durante algumas semanas, para se adaptarem à vida selvagem. Quando os técnicos que os irão monitorizar estiverem seguros de que os animais estão prontos para uma vida completamente independente, então serão por fim soltos na natureza.
 
O principal elemento necessário para o sucesso da reintrodução do lince é o coelho bravo, o seu principal alimento. Uma variante da doença hemorrágica viral, que afecta ciclicamente os coelhos, provocou drástica redução da sua população nos últimos anos. Sem coelhos, não há hipótese de os linces se fixarem em território nacional.
 
O Ministério do Ambiente sempre garantiu que os linces só seriam libertados quando a situação dos coelhos fosse comprovadamente favorável. O PÚBLICO solicitou mais detalhes, mas o ministério remeteu quaisquer esclarecimentos para um momento mais próximo do dia da libertação, argumentando que a data poderia ser alterada.
 
Em Mértola, porém, há sinais de que a situação melhorou. “A percepção que temos é a de que houve uma ligeira recuperação em relação ao ano passado”, afirma António Paula Soares, presidente da Associação Nacional de Proprietários Rurais, Gestão Cinegética e Biodiversidade, que representa os donos de zonas de caça.
 
Quercus pede "justificação técnica"
Em 2013, praticamente não houve caça ao coelho na região. A doença hemorrágica viral dizimou os animais. Mas este ano tem havido uma maior actividade cinegética, embora a população de coelho bravo esteja ainda longe dos números de há dois anos. António Soares acredita que “as coisas estão bem encaminhadas”.
 
A associação ambientalista Quercus estranha que a libertação ocorra agora. “Gostaríamos de conhecer a justificação técnica”, afirma Paulo Lucas, dirigente da Quercus. “Estava prevista para Janeiro ou Fevereiro, estranhamos a pressa”, completa.
 
O que mais preocupa a Quercus é haver poucos incentivos para que os proprietários melhorarem o habitat do lince. Os prémios anuais de 10 a 100 euros por hectare, conforme o tamanho da propriedade, não são atractivos, segundo a associação. “A libertação em si do lince é um fogacho. A reintrodução de uma espécie é uma corrida de longo prazo”, diz Paulo Lucas.
 
Outras associações têm manifestado preocupações quanto à libertação dos linces. Em Julho, a Federação Portuguesa de Caça e a Confederação Nacional de Caçadores Portugueses criticaram vários aspectos do processo, manifestando o temor de que haja uma espécie de competição com o lince pelo coelho bravo e maior ingerência do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) em matérias de gestão que estão hoje na esfera dos gestores cinegéticos.
 
O período de caça ao coelho termina no final do ano. O Ministério do Ambiente, segundo António Soares, comprometeu-se a avançar com a libertação dos linces apenas após o fim do período das montarias, que se estende até Fevereiro. Isto significa que os primeiros linces deverão permanecer dois meses na área cercada, que fica numa zona de caça turística de Mértola.
 
A Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza garantiu dois mil hectares de terrenos favoráveis para os linces, através de contratos com proprietários da região. Foi também lançado um “pacto” para a preservação da espécie, envolvendo gestores de caça, investigadores, organizações não-governamentais, representantes da agricultura e instituições oficiais, no qual diz-se que “a presença do lince ibérico não implicará a criação de limitações ou proibições” nos sectores cinegético, agrícola e florestal.
 
Texto integral Público
 
Modificado em sexta, 02 janeiro 2015 08:42
O Hospital do Espirito Santo, em Évora, foi considerada uma das cinco unidades hospitalares de excelência do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2013.
 
As outras unidades hospitalares que fazem parte do top cinco são o Hospital de Santa Maria Maior, em Barcelos, os Centros Hospitalares de Entre o Douro e Vouga, em Santa Maria da Feira, e o de Santo António, no Porto, e a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.
 
A distinção foi atribuída pela empresa IASIST, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro da Saúde, Paulo Macedo.
 
Para chegar ao top cinco foram analisados vários critérios como a qualidade da assistência prestada ou a eficiência de 41 unidades, repartidas por cinco grupos.
 
Na apresentação das conclusões, Manuel Delgado, diretor-geral da IASIST, realçou a "má notícia" que representa o facto de o "serviço de urgência continuar a ser o modo de internamento" predominante.
 
A cerimónia ficou marcada pelo discurso de agradecimento de Maria Matos, da ULS Litoral Alentejano, que apontou a "falta de médicos" como uma das principais dificuldades na unidade.
 
c/ Correio da Manhã
Modificado em sexta, 02 janeiro 2015 08:26
Segundo anunciou a associação Além Guadiana, oitenta habitantes de Olivença adquiriram recentemente a nacionalidade portuguesa, tendo sido entregues mais 90 pedidos junto do Estado português para obter a dupla nacionalidade.
 
Uma vez que tem como missão “divulgar e preservar” naquele território, que considera “singular e bicultural”, o património e a cultura portuguesa, a associação tem sido a entidade “canalizadora” deste processo.
 
Eduardo Machado, um dos fundadores da Além Guadina, explicou que “além de outros oliventinos que possam ter adquirido a nacionalidade portuguesa por outras vias, há 80 pessoas com dupla nacionalidade. E já estão solicitados mais 90 pedidos para obter a nacionalidade portuguesa".
 
De acordo com o responsável, que falava à margem da apresentação dos resultados obtidos com esta iniciativa, numa unidade hoteleira em Olivença, “muitos destes novos pedidos” que estão em curso são de descendentes de oliventinos (naturais de Olivença, historicamente disputada entre Portugal e Espanha) que já adquiriram a nacionalidade portuguesa.
 
Os cidadãos que já obtiveram a dupla nacionalidade possuem ascendência portuguesa, sendo a associação um “veículo” que contribui para que todo o processo seja concluído com sucesso.
 
Aliás, uma das actividades “mais importantes” da associação, formada em 2008, tem sido o acompanhamento do processo de adquisição da nacionalidade portuguesa para os oliventinos que o desejarem.
 
Nós fomos uns meros canalizadores desta vontade popular”, sublinhou.
 
Eduardo Machado explicou que o processo burocrático junto do Estado português, apesar de longo, “não é complicado”.
 
Em Olivença fala-se, desde a Idade Média, o oliventino, um subdialecto do português, embora o seu uso se encontre hoje reduzido às camadas mais idosas, quando estão em “ambiente familiar”.
 
A presença portuguesa em Olivença é evidente em vários locais, sendo um dos maiores exemplos a igreja de Santa Maria da Madalena, o único espaço religioso espanhol de estilo manuelino.
 
O templo, obra da arquitectura portuguesa do século XVI, rico na talha dourada, na azulejaria e nos elementos marítimos, é visitado diariamente por centenas de turistas.
 
Olivença está localizada na margem esquerda do rio Guadiana, a 23 quilómetros da cidade portuguesa de Elvas e a 24 quilómetros de Badajoz (Espanha).
 
c/ Café Portugal e Agência LUSA
 
Modificado em sexta, 02 janeiro 2015 19:44
Hoje, Sábado, 22 de Novembro, um homem de 54 anos foi encontrado sem vida na sua casa, em Évora.
 
As suspeitas de crime foram afastadas de imediato por parte das autoridades. Segundo os Bombeiros Voluntários de Évora, o corpo já se encontrava em avançado estado de decomposição. A mesma fonte acrescentou que "estava perto da porta principal e deverá ter falecido há três ou quatro dias". A vítima residia sozinha na pequena habitação situada na Rua do Capado, no centro histórico da cidade. O alerta foi dado às autoridades por uma irmã.
 
O corpo foi transportado pelos Bombeiros Voluntários de Évora para a morgue local.
 
c/ Alexandre M. Silva - Correio da Manhã
Uma tradicional festa cigana terminou em tragédia hoje, sexta-feira, na freguesia de Bencatel, concelho de Vila Viçosa.
 
A ocorrência de desacatos entre vários elementos de etnia cigana provocaram ferimentos graves em cinco indivíduos. Três deles, feridos com arma de fogo, deslocaram-se pelos seus próprios meios ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Borba, enquanto que outros dois elementos de etnia cigana, também em transporte próprio, deslocaram-se ao Centro de Saúde de Vila Viçosa, onde deram entrada com ferimentos de arma branca.
 
Em declarações à Rádio Campanário, Joaquim Branco, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Borba, referiu que “cerca das 19.50 horas, chegaram ao nosso Corpo de Bombeiros, três homens de etnia cigana, apresentando cada um deles feridas perfurantes causadas por bala”. As vítimas têm entre os 19 e os 25 anos. No momento em que lhes foram prestados os primeiros socorros, um dos indivíduos, com 25 anos, apresentava uma ferida perfurante num membro inferior, para além de um traumatismo facial, um outro, com 19 anos, tinha uma ferida perfurante num membro superior, e um terceiro individuo, igualmente com 19 anos, tinha uma ferida perfurante no membro inferior. Os três indivíduos foram posteriormente transportados
As duas vítimas assistidas no Centro de Saúde de Vila Viçosa, onde foi montado pela Guarda Nacional Republicana (GNR) um forte dispositivo de segurança, e à semelhança do que aconteceu com os outros três feridos resultantes destes desacatos ocorridos na freguesia de Bencatel, foram transportadas para o Hospital Distrital de Évora, em estado crítico.
 
O médico Jorge Mateus, igualmente em declarações à Rádio Campanário, salientou que os dois indivíduos corriam perigo de vida.
 
Ao que o “Estremoz Soeiro” conseguiu apurar, foram vários os elementos de etnia cigana que se deslocaram ao Hospital Distrital de Évora, para acompanharem o estado dos cinco feridos.
 
c/ Rádio Campanário
Modificado em segunda, 29 dezembro 2014 00:38
Na última semana, nos concelhos de Borba e Estremoz, foram furtados 143 bovinos e 163 ovinos, disseram no dia de ontem à agência Lusa, fontes da Guarda Nacional Republicana - GNR.
 
O furto dos 143 bovinos teve lugar numa herdade situada na freguesia de Rio de Moinhos, no concelho de Borba, não tendo nem a GNR, nem o proprietário dos animais, indicado o valor do furto.
 
Mas também no concelho de Estremoz foram registados furtos de animais. No final da semana passada, a GNR recebeu uma queixa pelo furto de 163 ovinos, ocorrido na Herdade da Casa Velha, na freguesia de Evoramonte, no concelho de Estremoz. Segundo fonte da força de segurança, os ovinos, avaliados em cerca de oito mil euros, pertencem à Cooperativa Agrícola de Produção Barro Negro.
 
A GNR está a investigar ambos os casos, que foram participados às autoridades.
 
c/ Correio da Manhã
Modificado em domingo, 28 dezembro 2014 12:13
Pouco passava das 17.25 horas, quando parte de um varandim da Torre de Menagem do Castelo de Beja ruiu. Como possível justificação para a derrocada pode estar a muita chuva que tem caído na capital de distrito.
 
Estragos acentuados no varandim inferior e na porta de acesso à escadaria da Torre são o resultado das pedras que se soltaram do varandim superior.
No interior do castelo, onde existe um posto de turismo e uma cafetaria, encontravam-se algumas pessoas, mas para além do susto não há danos pessoais a lamentar.
 
Uma testemunha que estava no lado contrário da rua, junto ao seu carro, contou que "ouviu um barulho tipo trovão" e que caíram algumas pedras. "Apanhei um susto tremendo", rematou.
 
Para evitar acidentes, a Câmara Municipal de Beja vedou de imediato o acesso ao espaço interior do castelo, fechou o posto de turismo e a cafetaria e o vedou o espaço exterior junto às muralhas.
 
Esta derrocada acontece numa altura em que a Câmara Municipal de Beja tem no terreno obras de requalificação da Torre de Menagem, onde os problemas não são novos. Nos últimos anos, a Torre esteve fechada ao público.
 
c/ Rádio Pax e JN
Modificado em quarta, 24 dezembro 2014 00:57