terça, 12 novembro 2019
Quando se deslocavam para o combate a um incêndio no Monte do Burraz, no concelho de Fronteira, três militares do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR) ficaram feridos na sequência de uma colisão com uma viatura ligeira civil, ocorrida na tarde desta terça-feira, dia 11 de Junho, numa estrada de terra batida, naquela localidade do distrito de Portalegre.
 
De acordo com o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Portalegre o acidente, que ocorreu já muito perto do local onde os militares da GNR se preparavam para combater as chamas, provocou ainda ferimentos num ocupante da viatura civil.
 
Segundo a mesma fonte do CDOS de Portalegre, os militares feridos pertencem ao GIPS de Ponte de Sôr. Todas as vítimas sofreram ferimentos ligeiros tendo sido transportadas para o Hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre.
 
Para o local foram mobilizados 15 operacionais, entre bombeiros das corporações de Sousel, Fronteira e Monforte, e militares da GNR, auxiliados por três ambulâncias e pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Portalegre.
 
De acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), o incêndio, que consumiu uma zona agrícola, chegou a mobilizar 102 operacionais, auxiliados por 28 veículos e três meios aéreos, dois aviões e um helicóptero, tendo sido considerado dominado pelas 18:20 horas e extinto por volta das 19 horas.
Modificado em quarta, 12 junho 2019 00:01
Os 19 familiares e herdeiros das vítimas mortais da derrocada da Estrada Municipal 255 (EM255), em Borba, que pediram indemnizações à Provedora de Justiça aceitaram os valores propostos por Maria Lúcia Amaral, num total de 1,6 milhões de euros.
 
Fonte da Provedoria de Justiça revelou hoje à LUSA que "todos os 19 requerentes”, que são familiares e herdeiros das cinco vítimas mortais do acidente ocorrido em Novembro de 2018, “aceitaram as propostas de indemnização" apresentadas pela provedora Maria Lúcia Amaral.
 
"Recebemos as respostas e, já esta semana, a provedora de Justiça enviou as 19 propostas e respectivos termos de aceitação ao Primeiro-Ministro para que este proceda ao pagamento aos familiares das vítimas", acrescentou a mesma fonte.
 
A fonte da Provedoria adiantou ainda que, no total, “as indemnizações rondam 1,6 milhões de euros”, a serem pagos pelo Estado, sendo que, no caso dos acidentes de trabalho, “acresce a pensão paga pela respectiva seguradora, que sempre seria devida”.
 
Na tarde de 19 de Novembro de 2018, um troço de cerca de 100 metros da Estrada Municipal 255, entre Borba e Vila Viçosa, colapsou devido ao deslizamento de um grande volume de rochas, blocos de mármore e terra para o interior de duas pedreiras, provocando cinco vítimas mortais.
 
O acidente causou a morte de dois operários de uma empresa de extracção de mármore na pedreira que estava activa e de outros três homens, ocupantes de duas viaturas automóveis que seguiam no troço da estrada que ruiu e que caíram para o plano de água da pedreira sem actividade.
 
O Ministério Público (MP) instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente.
 
A investigação “está a decorrer”, com a realização de diligências que visam a recolha de elementos de prova pessoal, documental e pericial, disse à LUSA, em Maio, fonte do MP de Évora.
 
Em Conselho de Ministros extraordinário, em 27 de Dezembro de 2018, foi aprovada uma resolução que estabeleceu um “mecanismo extrajudicial” para pagamento das indemnizações pela morte das vítimas, tendo a decisão sido publicada em Janeiro, em Diário da República.
 
Também em Janeiro, na qualidade de titular do órgão do Estado independente que defende os direitos dos cidadãos, a Provedora de Justiça Maria Lúcia Amaral revelou que aceitava “o pedido do Primeiro-Ministro para conduzir o processo de indemnização das famílias das cinco vítimas mortais” de Borba, no âmbito deste mecanismo extrajudicial, de adesão voluntária.
 
A resolução aprovada pelo Governo em Conselho de Ministros para o pagamento de indemnizações salvaguarda que, caso se verifique o apuramento de responsabilidades de terceiros, estes devem restituir os valores ao Estado.
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 05 junho 2019 18:37
Um ferido leve é o resultado de um aparatoso despiste, ocorrido na noite de ontem, terça-feira, 4 de Julho, na Estrada Nacional 4 (EN4), na localidade das Silveiras, concelho de Montemor-o-Novo.
 
Segundo informações obtidas pelo Ardina do Alentejo junto do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora, o ferido, considerado leve pelas equipas de socorro, foi transportado para o Hospital do Espírito Santo, em Évora.
 
O alerta para este acidente foi dado pelas 21:14 horas.
 
Ao que conseguimos apurar junto de uma testemunha no local do acidente, o condutor e único ocupante do veículo sinistrado, um homem com idade compreendida entre os 65 e os 75 anos, sofreu um principio de enfarte, tendo entrado em despiste, e embatido num poste de iluminação pública. Segundo a nossa fonte, “por sorte não embateu em mais nenhum veículo que circulava na outra faixa de rodagem”.
 
Estiveram no local a prestar auxílio à vítima, 16 operacionais dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Novo, da Guarda Nacional Republicana (GNR), e da empresa Energias de Portugal (EDP), auxiliados por seis veículos.
 
O trânsito esteve apenas condicionado à passagem pelo local não se tendo registado o corte da estrada.
 
Modificado em quarta, 05 junho 2019 17:51
Nasceram recentemente 10 novas crias de lince ibérico no Vale do Guadiana, confirmou o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Os novos linces têm cerca de dois meses de idade e provêm de três fêmeas libertadas pelas autoridades. Todos os “novos habitantes” do Vale do Guadiana apresentam boas condições físicas, destaca o Ministério do Ambiente e o ICNF em comunicado.
 
A população de lince ibérico no Vale do Guadiana continua assim a crescer. “No corrente ano, calcula-se que 12 fêmeas se possam ter reproduzido, e até ao momento, foram encontradas 10 crias de três fêmeas”, refere o comunicado do Ministério do Ambiente.
 
Um vídeo divulgado pelo ICNF, e que o Ardina do Alentejo apresenta no final desta notícia, mostra algumas das novas crias a deslocarem-se com a mãe no Vale do Guadiana. As imagens são um dos primeiros registos de crias observadas em liberdade até agora.
 
O INCF destaca que os novos nascimentos são fruto da qualidade do Vale do Guadiana e enaltecem o papel das fêmeas na proteção das crias.
 
Libertada em 2015 e originária do Centro de Reprodução da Granadilla, em Espanha, Lagunilla pariu duas crias. Esta é já a quarta criação de Lagunilla, que tem actualmente cinco anos de idade. Lluvia, com a mesma idade e origem que Lagunilla, teve a sua segunda ninhada, composta por cinco crias – as que surgem no vídeo. Já Nairóbi, uma fêmea selvagem com três anos que imigrou da população de Doñana em 2017, foi mãe pela primeira vez e fez nascer três crias.
 
Com o fim da época de libertações dos animais, o ICNF concentra agora o seu trabalho na detecção de novas crias no terreno.
 
Segundo previsões do ICNF e Ministério do Ambiente, terão nascido no Vale do Guadiana 30 crias de lince ibérico desde o início de 2019. Este número traduz-se num ligeiro aumento relativamente ao ano anterior. Actualmente, a população de lince ibérico a viver em Portugal ascende a 75 exemplares, estima o ICNF. Em 2018, viviam na Península Ibérica cerca de 640 exemplares, segundo um censo.
 
A reintrodução de exemplares de lince ibérico na Península Ibérica já fez a espécie passar de criticamente ameaçada para ameaçada de extinção. Nos próximos anos, o lince ibérico poderá mesmo passar a ser espécie vulnerável e perder o estatuto de ameaçada dentro de décadas, destaca Pedro Sarmento, do ICNF.
 
O Parque Nacional do Vale do Guadiana é uma das 30 áreas protegidas de Portugal. Fica nos terrenos sul-alentejanos dos concelhos de Mértola e Serpa. Situado no vale médio do Guadiana, o terreno prolonga-se ao longo de quase 70 mil hectares.
 

c/ Observador
Modificado em quarta, 05 junho 2019 01:53
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora adiantou à agência Lusa que o incêndio foi dado como dominado às 22 horas.
 
Segundo a mesma fonte, três bombeiros das corporações de Alandroal, Vila Viçosa e Borba sofreram ferimentos ligeiros quando combatiam as chamas, tendo sido transportados para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas, no distrito de Portalegre, devido a inalação de fumos.
 
O incêndio devastou uma vasta área de pasto, mato e povoamento florestal, sobretudo eucaliptal, não havendo registo de casas em perigo.
 
O fogo, que deflagrou na zona do Monte das Parreiras, entre as localidades de Mina do Bugalho e Rosário, na União das Freguesias de Alandroal, chegando a ter três frentes ativas.
 
Segundo o CDOS de Évora, o alerta foi dado às 15:32 horas, tendo estado envolvidos no combate ao fogo 182 operacionais, incluindo bombeiros de corporações dos distritos de Évora, Portalegre e Santarém, e militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da GNR, apoiados por 59 veículos e sete meios aéreos, seis aviões e um helicóptero.
 
Modificado em terça, 04 junho 2019 00:33
Um estudo desenvolvido por um grupo de investigadores concluiu que as variedades de oliveiras portuguesas podem ser tão rentáveis quanto as variedades estrangeiras que actualmente proliferam em regime intensivo nos campos do Alentejo.
 
Esta é uma das principais conclusões do projecto “Oleavalor”, desenvolvido desde 2016 por investigadores da Universidade de Évora (UE), do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) e do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (CEBAL).
 
Não há dúvida de que os olivais intensivos (250/300 oliveiras por hectare) em regadio podem ser tão rentáveis como os mesmos olivais plantados com as variedades estrangeiras, nomeadamente a Arbequina que, nos últimos anos, tem ocupado mais de 70% das novas plantações”, disse à LUSA Francisco Mondragão Rodrigues, professor na Escola Superior Agrária de Elvas e coordenador da equipa do IPP, responsável pelos ensaios de campo em olivais em produção.
 
Para “travar” a descaracterização da olivicultura e dos azeites do Alentejo, os investigadores reuniram esforços para “tentar solucionar” aquilo que está na origem do desinteresse dos olivicultores pelas principais variedades autóctones, nomeadamente as variedades Galega Vulgar, Cobrançosa, Cordovil de Serpa, Blanqueta, Azeiteira, Carrasquenha e Verdeal Alentejana.
 
É sobretudo a falta de plantas em viveiro e a falta de informação para melhor condução das nossas variedades que tem levado os olivicultores a plantar Arbequina”, lamenta o investigador.
 
De acordo com Francisco Mondragão Rodrigues, a variedade Arbequina, é “muito produtiva” por ser resultante de melhoramento genético ao longo de décadas, está disponível “aos milhões” nos viveiristas nacionais e espanhóis, e "vem acompanhada de recomendações técnicas para a sua condução (adubações, rega, poda de formação e condução)”, disse.
 
Nós estamos a fazer aquilo que deveria estar feito há mais de 50 anos, que é obter toda a informação para caracterizar o crescimento e as necessidades das nossas variedades para as colocar a produzir no seu máximo potencial”, acrescentou. Com o projecto “Oleavalor”, os investigadores conseguiram desenvolver um protocolo que permite passar de taxas de enraizamento de 30 a 40% para mais de 90%, desenvolver um teste “multíplex” capaz de, com poucos custos e de forma expedita, identificar a presença dos três mais importantes vírus da oliveira.
 
Além desses aspectos, os investigadores conseguiram “afinar” o princípio de uma vacina com vectores virais atenuados para combater fungos e bactérias, nomeadamente a gafa e a xylela, a ser administrada em plantas em viveiro, para levar plantas imunes para o campo, bem como a definição das melhores práticas culturais para obter a máxima produção de azeitona e azeite.
 
Desenvolver técnicas de laboratório que identificam, de forma inequívoca, os azeites das variedades autóctones em estudo e definir a evolução dos polifenóis e do perfil de ácidos gordos destas variedades, ao longo da maturação e do armazenamento, foram outras das “conquistas” desta investigação.
 
Com base em alguns estudos de custos de produção que já fizemos, concluímos que as variedades em estudo, se forem bem conduzidas, podem ser tão rentáveis como as estrangeiras. Mantemos assim o nosso material genético, a genuinidade dos nossos azeites, o património olivícola português”, disse.
 
Ao longo dos últimos quatro anos, a equipa do IPP trabalhou neste projecto com olivicultores de Campo Maior, Elvas, Monforte e Serpa.
 
O “Oleavalor” implicou um investimento de quase 800 mil euros, financiado por fundos comunitários, através do programa Alentejo 2020.
 
Francisco Mondragão Rodrigues revelou ainda que o projecto “Oleavalor” termina no final do mês de Junho, tendo sido já apresentada uma outra candidatura a fundos comunitários para “difundir” os resultados do estudo junto de cooperativas, agrupamentos de produtores e olivicultores.
 
Nós também já fizemos um pedido, ao programa Alentejo 2020, de prorrogação de prazos para o projecto ‘Oleavalor´ até dia 30 de Março de 2020, para podermos acompanhar mais uma campanha de colheita de azeitona (2019). Queremos ter três campanhas de campo completas”, acrescentou.
 
c/ LUSA
Modificado em quinta, 23 maio 2019 01:55
A Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da Polícia Judiciária (PJ) deteve na tarde desta quarta-feira, dia 22 de Maio, um ex-director da Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Sôr, de 52 anos, suspeito da autoria de crimes de peculato e participação económica em negócio.
 
Os factos remontam ao tempo que o detido era director e contabilista da instituição.
 
De acordo com um comunicado da PJ, "em causa estão actos praticados pelo suspeito, entre 2009 e 2018, enquanto exerceu as funções de Director Coordenador e Contabilista Certificado de uma Santa Casa da Misericórdia situada no distrito de Portalegre, tendo já sido recolhidos fortes indícios de que o mesmo se terá apropriado indevidamente de valores pertencentes a essa instituição, no montante até ao momento apurado de cerca de 300.000 € (trezentos mil euros), utilizando essas quantias para suportar todo o tipo de despesas pessoais, despesas do seu agregado familiar e despesas da sua empresa".
 
A missiva refere que “no âmbito da operação, foram realizadas duas buscas domiciliárias e cinco buscas não domiciliárias, tendo sido recolhidos importantes meios de prova dos factos em investigação”.
 
"A investigação prossegue no sentido de determinar, em concreto, todas as condutas criminosas e o seu alcance, bem como apurar o prejuízo causado à instituição em causa", precisa ainda a PJ.
 
O detido irá ser presente às autoridades judiciárias competentes, nos prazos legais.
 
Durante a tarde de hoje, o Correio da Manhã, através da jornalista Tânia Laranjo, adiantou que o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Sôr, José Guilherme de Goes, tinha sido detido pela PJ, na sequência de um mandato de detenção passado por um Magistrado Judicial, o que se veio a verificar ser falso, tendo o jornal diário apagado a página onde essa informação era veiculada do seu site.
Modificado em quarta, 22 maio 2019 23:32
Ao final da manhã desta quarta-feira, dia 22 de Maio, um veículo pesado de mercadorias despistou-se na Estrada Nacional 373 (EN373), entre Elvas e Campo Maior, a cerca de 2,5 quilómetros de Campo Maior.
 
O acidente obrigou ao corte da EN373, situação que se vai verificar durante as próximas horas, devido ao facto do veículo pesado, que transportava motores para automóveis, estar a ocupar as duas faixas de rodagem.
 
Segundo o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Portalegre, o alerta para este acidente, que apenas provocou danos materiais, foi dado pelas 11:50 horas.
 
De acordo com as informações obtidas pelo Ardina do Alentejo, o condutor do veículo saiu ileso da viatura, tendo recebido assistência médica no local, mas recusando ser transportado para o Hospital.
 
Para o local do acidente foram mobilizadas três viaturas e sete elementos dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior. A Guarda Nacional Republicana (GNR) tomou conta da ocorrência.
Modificado em quarta, 22 maio 2019 13:33
A ambulância da Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) de Safara e Sobral da Adiça, envolvida no passado dia 7 de Maio, pelas 22 horas, num acidente grave na Estrada Nacional 258 (EN258), entre Safara e Santo Aleixo da Restauração, não estava certificada pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e foi usada em substituição de uma outra viatura certificada que se encontrava em reparação.
 
Na ambulância, que se deslocava para um serviço de urgência, seguiam três socorristas, dois dos quais acabariam por falecer, o condutor, de 52 anos, e um ocupante, com 49 anos. O terceiro tripulante da ambulância, um homem de 42 anos, ficou ferido com gravidade, estando ainda internado no Hospital de Beja.
 
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) refere que “não existe registo da certificação” da ambulância para poder fazer o serviço de emergência pré-hospitalar accionado pelo organismo e durante o qual ocorreu o acidente.
 
A CVP informou que a sua Delegação de Safara e Sobral da Adiça, no dia do acidente, tinha uma ambulância de socorro Tipo B e quatro ambulâncias para transporte de doentes não urgentes certificadas pelo INEM e uma outra ambulância de socorro Tipo B, a que sofreu o acidente, que estava “em procedimento de pedido de inspecção ao INEM”. 
 
A Delegação da CVP de Safara e Sobral da Adiça, “sem nunca colocar em causa a assistência médica às vítimas”, optou “pela priorização do socorro, utilizando uma ambulância” – não certificada – “adequada para o efeito, com condições técnicas e equipamento necessário” em “substituição” da ambulância de socorro certificada pelo INEM.
Modificado em quarta, 22 maio 2019 01:07