terça, 11 dezembro 2018
Até ao momento está confirmada a morte de um português nos atentados terroristas ocorridos em Paris, no dia de ontem, 13 de Novembro.

Trata-se de Manuel Colaço Dias, de 63 anos, taxista de profissão e natural da freguesia de Corte do Pinto, no concelho de Mértola. Na altura em que as explosões foram activadas, este alentejano, que vivia em Ebetmy, uma localidade perto do Aeroporto de Reims, a cerca de 140 quilómetros de Paris, encontrava-se junto ao Stade de France, onde tinha ido em serviço levar três passageiros que iam assistir ao jogo particular entre as selecções da França e da Alemanha.
 
A confirmação foi dada por José Cesário, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
 
Até ao momento, e segundo o Secretário de Estado, não há indicação de haver mais vítimas mortais ou feridos de nacionalidade portuguesa nos atentados de Paris, estando a Embaixada e o Consulado de Portugal na capital francesa a recolher informações das autoridades locais.
Passam de manhã, à tarde e à noite… E passam várias vezes, provocando dúvida e curiosidade…
 
O som que emitem à sua passagem faz com que muitos dos habitantes alentejanos andem com o olhar posto no céu.
 
Desde o passado dia 21 de Outubro que, por cima das nossas cabeças, têm andado aviões F-18 e F-16. Recentemente até uma aeronave P-3C Cup Plus por cá andou. Mas esses aviões que produzem um som quase ensurdecedor andam a fazer o quê?
 
O “Ardina do Alentejo” explica-lhe. Fazem parte integrante do Trident Juncture 2015 (TJ 2015), exercício militar que foi descrito por Jens Stoltenberg, o secretário-geral da NATO, como o "maior e mais ambicioso exercício da NATO em mais de uma década". Stoltenberg disse ainda que "este exercício demonstra a capacidade da NATO para entrar em acção quando e onde for necessário".
 
O Trident Juncture 2015 começou no dia 3 de Outubro e termina a 6 de Novembro. Está a decorrer simultaneamente em Portugal, Espanha e Itália, envolvendo mais de 36 mil militares de 30 nações, 140 aeronaves, 60 navios e sete submarinos. No nosso país, o TJ 2015 está a decorrer nas zonas de Beja, Santa Margarida, Tróia e Setúbal, com a presença de cerca de 10 mil militares no terreno, oriundos de 14 países da Aliança Atlântica. Além dos militares que participam directamente no exercício (940 integrados na Força de Resposta da NATO e 2220 nos meios complementares), Portugal disponibiliza, dos três ramos das forças armadas portuguesas, mais 3000 militares para funcionarem como forças de apoio, totalizando em cerca de 6000 os efectivos portugueses envolvidos neste exercício.
 
A Base Aérea nº 11, em Beja, onde estão “estacionadas” mais de 35 aeronaves internacionais de nove países, acolhe os meios deste exercício que foi bastante criticado pelo Bloco de Esquerda (BE), que chegou a afirmar que “a NATO não é bem-vinda em Beja”, mas também pelo Partido Comunista Português (PCP).
 
O objectivo principal do exercício, cujo teatro de operações visa simular um conflito entre países fictícios do Corno de África, é demonstrar a capacidade da NATO em planear, gerar, preparar, projectar e sustentar forças e meios atribuídos.
 
Entre os dias 8 e 15 de Novembro, as vilas alentejanas de Alter do Chão e Fronteira recebem, o 19.º Festival Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente.
 
O evento, que traz pilotos de toda a Europa até ao Alto Alentejo, é organizado pela Publibalão em parceria com o Alentejo sem Fronteiras – Clube de Balonismo, e vai contar com a presença de 35 equipas oriundas de diversos países, nomeadamente Portugal, Espanha, França, Bélgica, Reino Unido, Holanda e Alemanha.
 
A programação tem início no dia 8 de Novembro, com o check-in das equipas participantes, “sendo que os voos gratuitos em balão de ar quente abertos a passageiros decorrerão de 9 a 14 de Novembro”.
 
Os objectivos deste evento, para Aníbal Soares, piloto profissional e sócio-gerente da Publibalão, passam pela “promoção da prática do balonismo em Portugal, pelo reforço da aposta no impacto do festival nas localidades aderentes e, naturalmente, o aumento do retorno mediático para patrocinadores e parceiros”. O responsável afirmou que “ao longo destes 19 anos, o FIBAQ tem proporcionado experiências de voo gratuitas a largas centenas de passageiros”, considerando que esta é uma excelente forma de promover o Alentejo como região turística de excelência.
 
O 19º Festival Internacional Rubis Gás Balões de Ar Quente, que este ano vai apoiar a ASBIHP – Associação Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal, é patrocinado pela Rubis Gás (patrocinador principal), Câmara Municipal de Alter do Chão e pela Câmara Municipal de Fronteira e conta com a parceria da Valnor.
 
c/ Publituris
 

Crie o seu próprio café com ajuda da Delta

Escrito por quarta, 28 outubro 2015 15:04
MyQoffee é uma plataforma digital, recentemente apresentada pela Delta, que vai permitir adaptar os sabores dos mais variados tipos de café ao gosto de cada consumidor.
 
A nova plataforma, que vai estar disponível no site da Delta Q a partir de Novembro, pretende dar a possibilidade a todos os consumidores de receberem as cápsulas MyQoffee, misturadas com vários aromas de café, de várias partes do mundo, desde origens arábicas até origens sul-americanas e com a possibilidade de inserir uma mensagem personalizada.
 
Cada embalagem vai conter 20 cápsulas personalizadas, vai custar 9,99 euros e vai demorar entre duas a três semanas a chegar ao destino.
"O produto ideal para a prenda de Natal", disse Rui Miguel Nabeiro, administrador do grupo Delta e neto de Rui Nabeiro. "Eu já ofereci uma ao meu pai e ao meu avô", assegurou.
 
MyQoffee é igualmente lançado para comemorar a nova assinatura da marca especialista em café: “Delta Q, Vive Mais”. Reforçar a ligação com todos os consumidores, desafiando-os a viverem mais intensamente cada momento é o grande objectivo desta nova assinatura.
 
A partir da próxima semana, para apoiar o lançamento da nova assinatura, a marca irá lançar uma campanha multimeios.
 
Em comunicado, a Delta afirma que já chegou às mil milhões de cápsulas vendidas e que já ultrapassou fronteiras, estando presente em mercados como o Brasil, Angola, Europa e China.
 
Olhando para o futuro e numa vertente inovadora, a marca acaba também de lançar no mercado português o primeiro blend 100% de cevada, a Delta Q Cevadas Pure. A Delta afirma que este novo blend, exclusivamente composto de cevada e rica em nutrientes benéficos para a saúde, é ideal para integrar o pequeno-almoço ou lanche dos consumidores.
 
A Delta segue os passos do seu líder. Rui Nabeiro, agora com 84 anos, refere que "a Delta Q nasceu porque não houve um dia que passasse em que não inovasse". "Queremos sempre mais e sabemos como fazê-lo", acrescentou.
 
"Inovar foi o que fizemos toda a vida", disse Rui Nabeiro, o fundador da Delta.
 
Rui Miguel Nabeiro, administrador do Grupo Delta, afirma que a “Delta Q continua a ser uma marca que quer surpreender. Temos continuamente apostado em levar aos nossos consumidores ofertas diferenciadoras e únicas, mas que ao mesmo tempo que contenham todo o expertise dos cafés únicos da Delta”.
 
c/ Jornal de Negócios
Um aparatoso acidente ocorrido na noite de ontem, Domingo, na Autoestrada 6 (A6), entre Montemor-o-Novo e Vendas Novas, provocou a morte a um homem de 43 anos e ferimentos ligeiros em outras duas pessoas, disse na manhã desta segunda-feira fonte dos bombeiros. 
 
Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora, o acidente, cujo alerta foi dado às 21.06 horas, ocorreu ao quilómetro 37.7 da A6, entre Vendas Novas e Montemor-o-Novo. 
 
Ainda segundo a mesma fonte, os feridos ligeiros, um homem de 46 anos e uma mulher de 21, receberam assistência médica no local, optando por não serem transferidos para uma unidade hospitalar devido aos poucos ferimentos que apresentavam. 
 
Segundo fonte do CDOS de Évora, foram mobilizados para o local elementos dos Bombeiros Voluntários de Vendas Novas, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Brisa, num total de 20 operacionais, apoiados por 10 viaturas.
 
c/ LUSA
 
Um produtor vitivinícola do Alentejo, inspirado na qualidade dos vinhos “resgatados” de barcos naufragados, após estarem “perdidos” nas profundezas dos oceanos, decidiu submergir na Albufeira do Alqueva, 30 mil garrafas tendo em vista a criação do “Vinho da Água”.
 
O projecto é recuperar uma história antiga, em que barcos que se afundavam com vinhos revelaram, depois, ter vinhos extraordinários”, explicou aos jornalistas o director executivo da Ervideira, Duarte Leal da Costa.
 
Sediada no concelho de Évora, a empresa produtora de vinhos resolveu repensar toda esta “história de séculos” e recriá-la nos tempos actuais.
 
Para tal, está a submergir 30 mil garrafas do seu topo de gama, o Conde D’Ervideira Reserva Tinto 2014, nas águas do Alqueva, nas imediações da Amieira Marina, no concelho de Portel.
 
Seladas, lacradas e acondicionadas dentro de caixas de grande dimensão, algumas delas colocadas hoje, terça-feira, dentro de água, com a ajuda de um tractor e de um barco, as garrafas vão, agora, estagiar nas profundezas da albufeira.
 
Duarte Leal da Costa disse que “já colocámos algumas garrafas lá dentro [da albufeira]. No total, vão ficar mais de 30 mil garrafas debaixo de água, a 15 ou 17 metros de profundidade, no mínimo, e até aos 30 metros, no máximo”.
 
O vinho, que já estagiou, ou seja, amadureceu, oito meses em barrica, vai ser submetido a este novo estágio dentro de água, no mínimo durante oito meses, chegando ao mercado, mais tarde, como “Vinho da Água”.
 
Segundo a Ervideira, que submergiu no Alqueva, há um ano, uma caixa com garrafas, para ir testando a evolução dos “néctares”, as características que este processo fornece ao vinho não se conseguem obter no envelhecimento em cave.
 
Dentro de água, o vinho vai ganhar um estágio que nós não conseguimos fazer dentro da cave”, porque, nesta última, existem “variações de temperatura, do dia para a noite e do Inverno para o Verão”.
 
Duarte Leal da Costa frisou que nas águas do Alqueva, as condições são outras: “Temos ausência total de luz, a caixa fica debaixo de água sem qualquer movimento” e “a temperatura, durante o dia e a noite, é sempre a mesma, 17 graus, seja de Inverno, seja de Verão”.
 
Leal da Costa destacou ainda que estes factores dão “um potencial de envelhecimento brutal aos vinhos”, afiançando que os resultados, até ao momento, “são perfeitamente fabulosos”.
 
Dão vinhos de um nível extraordinário e, por isso, promete ser um projecto completamente inovador, quer em Portugal, quer por esses mercados fora”, argumentou o director executivo da empresa.
 
Nelson Rolo, enólogo deste produtor vitivinícola salientou a “maturação muito nobre, exuberante e redonda em termos de taninos” do Vinho da Água, graças à maturação dentro de água: “Esteve submetido a um estágio que lhe deu alguma nobreza e elegância, exactamente por não haver amplitudes térmicas, nem exposição solar directa, a 30 metros de profundidade”.
 
No primeiro ano, a empresa vai colocar as 30 mil garrafas no mercado, em Portugal e nos 20 países para onde exporta, admitindo aumentar a produção, futuramente, deste vinho que beneficia de um autêntico “armazém debaixo de água”.
 
c/ Observador
Outrora uma importante estação de comunicações internacionais, o complexo da antiga Companhia Portuguesa Rádio Marconi, construído nos anos 40 e localizado em Vendas Novas, está hoje desactivado e devoluto. O Município alentejano quer uma solução para preservar o seu valor patrimonial.
 
Muito por culpa da quantidade de antenas de grandes dimensões ainda instaladas no local, a estação receptora de Vendas Novas, situada a poucos quilómetros da cidade que pertence ao distrito de Évora, não passa despercebida a quem circula na Estrada Nacional (EN) 4.
 
No interior do recinto, além das antenas, existem "meia dúzia" de habitações, que davam apoio aos funcionários, e a Igreja de São Gabriel, padroeiro das comunicações, cujos vitrais foram pintados por Almada Negreiros.
 
O presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Luís Dias, conta à LUSA que este "é um conjunto patrimonial único", que tem "uma série de casas pré-coloniais e uma capela que possui uma arquitetura completamente 'sui generis' e o único trabalho de Almada Negreiros em todo o Alentejo".
 
O autarca alentejano, eleito nas listas do Partido Socialista, diz que este património "é uma preocupação constante do município", por estar "devoluto". Luís Dias lamenta não ter "condições para o comprar" e desenvolver um projecto de interesse municipal.
 
Afirma que "não havendo esse dinheiro, o que nos resta é mediar as negociações com eventuais investidores privados que rentabilizem e preservem aquele património", revelando que "há interesse" de investidores turísticos.
 
Luís Dias, reforçando a importância do complexo, indica que, no âmbito do novo quadro comunitário, "foi mapeado pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo como de interesse regional e nacional", o que significa que, "para efeitos de investimentos futuros, pode vir a receber [apoio de] fundos comunitários".
 
O autarca alentejano assinala que, a contrastar com a actual situação, houve tempos em que a infraestrutura assumiu "um papel importante" no país, porque "fez parte da rede estratégica nacional de comunicações".
 
Contudo, realça que a estação foi descontinuada "há já alguns anos" pela Portugal Telecom (PT), que "herdou" o complexo da Marconi, porque "deixou de ser necessária" com a "introdução de novas tecnologias".
 
Fonte oficial da PT explica à Lusa que, "por motivos de evolução tecnológica, a estação foi desativada em 2013 e feito o pedido de levantamento de servidão radioeléctrica", que só foi aprovado em Setembro pelo Governo.
 
Fonte da empresa acrescenta que "iremos agora proceder a uma análise para definir a melhor adequação aos interesses da população de Vendas Novas e da PT".
 
Do outro lado da EN4, "nasceu" um bairro que "adoptou" o nome da estação e onde mora quase uma centena de pessoas, entre as quais João António Facadas, que ainda se recorda do complexo em pleno funcionamento.
 
"Tinha muitos empregados, cerca de 30. E tinha muitas torres por aí fora, mas já arrancaram tudo", lembra, lamentando o abandono das casas que "estão impecáveis" e da igreja que tem "uns quadros muito bonitos de Almada Negreiros".
 
Também Manuel Joaquim Henriques, "vizinho" da estação há cerca de 50 anos, "reprova" o alegado abandono do complexo. "É pena, mas então a vida é assim", diz.
 
"Até acho que se podia fazer muita coisa. Até se podia fazer, como fazem agora, um turismo rural", propõe, considerando que, se o espaço tivesse alguma utilidade, o bairro "era outra coisa".
 
c/ LUSA
Uma ambulância, dos Bombeiros Voluntários de Castelo de Vide, que transportava um ferido grave do Hospital de Portalegre para o Hospital de São José, em Lisboa, despistou-se ao fim da tarde desta segunda-feira, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre, tendo o ferido sido posteriormente transportado para o Hospital de Abrantes, segundo informou fonte dos bombeiros.
 
Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre referiu à Lusa que o despiste da ambulância, que provocou ferimentos ligeiros na tripulação, ocorreu na Estrada Nacional 118, no cruzamento para Comenda, tendo o alerta sido dado às 18.16 horas.
 
Ainda segundo a fonte do CDOS, os dois bombeiros e o enfermeiro que seguiam na ambulância foram assistidos no local.
 
Estiveram no local do acidente, a prestar socorro às vítimas, meios e operacionais dos Bombeiros Voluntários de Gavião, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital Dr. José Maria Grande, de Portalegre, e a Guarda Nacional Republicana - GNR.
 
c/ LUSA
 
Será que foi na zona que hoje conhecemos como Alentejo que começou a vida na Terra? Embora possa parecer insólita, esta é a suspeita da NASA, agência norte-americana que, em conjunto com investigadores portugueses, está a analisar o ambiente geológico e termal de Cabeço de Vide, que tem características idênticas ao de uma região dos Estados Unidos da América e de Marte.
 
De acordo com o site Ruralea, os dados recolhidos nos últimos anos permitem estabelecer uma relação entre as rochas de Cabeço de Vide, as de uma zona termal norte-americana e os sedimentos dos solos marcianos.
 
Até ao momento, os cientistas já confirmaram a presença de dezenas de meteoritos oriundos de Marte no nosso planeta – o último terá caído em Marrocos, em Julho de 2011 – que têm sido exaustivamente analisados.
 
A informação recolhida destes meteoritos foi relacionada com dados obtidos pelas sondas que estiveram no Planeta Vermelho e que serão agora completados com o trabalho do robô Curiosity – que se encontra neste momento a realizar uma missão de dois anos em Marte.
 
Tendo em conta estes estudos, os cientistas sabem que “algumas rochas marcianas têm elementos e características hidrogeológicas idênticas às rochas e às águas de Cabeço de Vide e às de The Cedars, uma zona termal nos EUA”.
 
As rochas de Cabeço de Vide, freguesia do concelho de Fronteira, no distrito de Portalegre, conferem às águas locais uma composição particular e o seu cheiro característico. Devido àquelas rochas, estas águas têm um pH de 11.5, sendo consideradas únicas a nível europeu e somente comparáveis às que correm numa montanha norte-americana e às dos indícios de água detectados em Marte pelos cientistas.
 
Com base nesta informação, o astrofísico norte-americano Steve Vance, do Jet Propulsion Lab (JPL) da NASA, iniciou uma colaboração com investigadores do CEPGIST para relacionar e analisar os elementos destes três tipos de rochas e das respectivas águas, que poderão desvendar os mistérios da origem da vida na Terra e noutros planetas.
 
c/ Green Savers