quarta, 18 outubro 2017
Um blend raro, criado nas montanhas insulares de Cuba, sombreado por árvores centenárias e iluminado pela tradição de gerações chega agora ao mercado.
 
Da alma do povo cubano, nasce assim um café inspirador, pela sua envolvente e dedicada fragrância, ritmada de notas cítricas e um doce sabor intenso – Delta Cuba.
 
O lote Cuba vem reforçar a gama "Origens" da Delta Cafés, numa edição inovadora e limitada que nos faz viajar a cada chávena para um destino colorido e quente, para um país com uma cultura vibrante, sem sair de casa.
 
O lote Cuba, de 220 gramas, moagem universal, é um novo blend autêntico que resulta das melhores origens, num apelo à qualidade, sofisticação e cores cubanas.
 
Um café único, que pretende enaltecer o que existe de melhor, a arte de saber fazer café, aliando a qualidade singular da Delta Cafés e os seus valores como a inovação e expertise.
 
Disponível nos hipers e supers, o Delta Cuba promete surpreender os consumidores com um café que leva o calor cubano ao dia-a-dia dos portugueses, proporcionando uma experiência exclusiva e rica em sabores cubanos.
De acordo com o relatório do Orçamento do Estado para 2018, e em comparação com a estimativa de despesa para o total do corrente ano, a Saúde vai ter mais 239 milhões de euros para gastar no próximo ano. 
 
O investimento deverá crescer 16,1%, essencialmente para aplicar na construção e reabilitação de hospitais e centros de saúde. Durante o ano de 2018, o Governo vai também contratar mais médicos para os cuidados de saúdes primários.
 
No investimento, e segundo o documento entregue na noite do passado sábado, destacam-se a "reabilitação e reequipamento das unidades de saúde (unidades de cuidados de saúde primários e cuidados de saúde hospitalares)", o "lançamento do concurso do Hospital de Lisboa Oriental", a "construção do Hospital de Sintra" e o "início dos projectos do Hospital de Évora e do Hospital do Seixal".
 
No que toca particularmente aos centros de saúde, o Governo prevê um "reforço dos Cuidados de Saúde Primários com o objectivo de melhorar o acesso e a cobertura da população". Isso será concretizado através da "abertura de concursos para o preenchimento de vagas na área da Medicina Geral e Familiar", do "alargamento da intervenção das equipas de saúde familiar" e da "abertura de novas Unidades de Saúde Familiar".
 
Os tempos de espera "para todo o tipo de prestações de saúde sem carácter de urgência" vão ser redefinidos, sendo que se prevêem "alterações significativas ao nível da definição de tempos de espera nos cuidados de saúde primários". Vão também ser introduzidos tempos de espera nos exames, que terão "novas respostas" nos centros de saúde.
 
O Governo prevê ainda, no relatório do OE do próximo ano, proceder ao "alargamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, promovendo o aumento do número de camas em todas as tipologias, o reforço dos cuidados de proximidade ao domicílio" e a "operacionalização e alargamento da Rede Nacional de Cuidados Paliativos através da constituição de novas equipas quer intra-hospitalares, quer na comunidade".
 
O valor total de despesa consolidada na saúde será de 10,3 mil milhões de euros.
 
c/ Bruno Simões e Jornal de Negócios

Badajoz - Detido português com 22 anos

Escrito por quinta, 12 outubro 2017 15:59
Na passada terça-feira, dia 10 de Outubro, por se encontrar na posse de oito bolotas de haxixe, o que corresponde a 83 gramas deste produto estupefaciente, um jovem de 22 anos, de nacionalidade portuguesa, foi detido na Calle Viriato, em Badajoz.
 
O facto de uma viatura, de matrícula portuguesa, circular a alta velocidade naquela artéria da cidade espanhola despertou a atenção dos agentes da Polícia Nacional do país vizinho. 
 
Depois de interceptados foram identificados dois indivíduos no interior do automóvel. Durante a abordagem policial, os dois indivíduos mostraram-se algos nervosos e com uma atitude suspeita, o que levou os agentes da autoridade a efectuarem uma revista.
 
Um dos ocupantes, que não o condutor, tinha escondido um saco plástico na roupa interior, que continha oito bolotas de haxixe.
 
O detido, que foi entregue às autoridades judiciais, não tinha antecedentes criminais.

Balões de Ar Quente vão invadir céus do Alentejo

Escrito por quinta, 12 outubro 2017 11:41
O Festival Internacional Balões de Ar Quente vai regressar ao Alentejo para a sua 21.ª edição, invadindo os céus de Alter do Chão, Fronteira, Monforte e Ponte de Sôr. Ao todo, serão 30 as equipas de países como Portugal, Espanha, França, Holanda, Bélgica, Inglaterra e Luxemburgo a competir pela melhor classificação.
 
Mas não serão apenas os pilotos profissionais a poder cruzar os céus do Alentejo. Também o público em geral terá a oportunidade de voar dentro de um balão de ar quente, entre os dias 6 e 11 de Novembro. O festival prolonga-se, depois, durante mais um dia.
 
A organização do evento está a cargo da Publibalão em colaboração com o Alentejo sem Fronteiras – Clube de Balonismo. O Festival Internacional Balões de Ar Quente irá apoiar a ASBIHP - Associação Spina Bifida e Hidrocefalia de Portugal e os bombeiros dos concelhos aderentes através da doação de vouchers de voo para a realização de campanhas de angariação de fundos.
 
Aníbal Soares, piloto profissional e organizador do festival, conta que um dos objectivos para este ano passa pela promoção da prática do balonismo, a par do “aumento do retorno mediático para patrocinadores e parceiros”. 
 
O património arqueológico está a ser sacrificado ao plantio de diversas monoculturas de olival, amendoal, vinha, eucaliptos e até pinheiros no Alentejo.
 
São quase diárias as queixas e os alertas apresentados que dão conta da destruição de património arqueológico.
 
O caso mais recente que se conhece, entre os vários que têm tido lugar, foi denunciado pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCA) junto do Ministério Público (MP) em Beja e da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).
 
A empresa de capitais espanhóis De Prado Portugal S. A. arrasou, entre Abril e Agosto, quase duas dezenas de sítios arqueológicos, que estavam devidamente assinalados no Plano Director Municipal de Beja. Uma área com cerca de 3 mil hectares onde será plantado amendoal, situada a seis quilómetros da capital do Baixo Alentejo, mesmo junto ao IP8.
 
A maior parte dos sítios estava identificada como sendo dos períodos do calcolítico, Idade do Ferro, período romano, medieval e moderno, com destaque para as referências arqueológicas da presença romana. Segundo informações facultadas ao Público, os trabalhos de ripagem do terreno foram executados com maquinaria pesada e envolveu a extracção de pedra que existia em grande quantidade no espaço intervencionado.
 
As operações de movimentação de terra destruíram, entre outros vestígios, uma ponte, um aqueduto e uma villa da época romana.
 
Nos esclarecimentos que prestou ao Público, Ana Paula Amendoeira, directora Regional da Cultura do Alentejo, disse que os serviços intervieram logo que tomaram conhecimento da operação de ripagem numa parte de território de grande sensibilidade arqueológica. Os promotores do projecto agrícola foram notificados pela DGPC para pararem os trabalhos mas o pedido não foi respeitado.
 
Ao mesmo tempo, foi dado conhecimento à autarquia e ao Ministério Público de Beja para que fossem “suspensos de imediato os trabalhos em curso”, para que pudessem ser aplicadas “medidas cautelares de avaliação dos impactos no património arqueológico existente no local e o estabelecimento de consequentes medidas de minimização dos mesmos”.
 
O Público procurou obter informações junto do Ministério Público mas este apenas avançou que dera entrada no dia 31 de Agosto uma “queixa-crime” contra a empresa visada pela DRCA e que “continuavam a decorrer as investigações” sobre este caso.
 
No terreno intervencionado observam-se abundantes fragmentos cerâmicos e pedras trabalhadas, presumivelmente do período romano. E as intervenções no terreno prosseguem.
 
Contactada pelo Público, a De Prado escusou-se a prestar declarações.
 
com Público e Carlos Dias

Caçador morre de doença súbita

Escrito por segunda, 09 outubro 2017 12:24
Na manhã de ontem, domingo, 8 de Outubro, enquanto caçava com um grupo de amigos, um caçador morreu vítima de doença súbita.
 
O acidente fatal ocorreu cerca das 09.30 horas, no Perímetro Florestal de Mértola, nas imediações daquela vila alentejana.
 
José Martins, de 72 anos, natural de Mértola, caiu inanimado enquanto caçava, acabando por falecer no local. O óbito foi confirmado pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Beja.
 
Para além da VMER, estiveram no local os Bombeiros Voluntários de Mértola, com quatro operacionais e duas viaturas, bem como a Guarda Nacional Republicana (GNR).
 
Depois da presença do Delegado de Saúde, o corpo do caçador foi transportado para o Gabinete Médico Legal de Beja, onde será autopsiado.
 
Em cerca de 24 horas, este é o segundo acidente de caça ocorrido no concelho de Mértola.
 
Recorde-se que na manhã de sábado, Álvaro Amaro, Presidente da Câmara Municipal da Guarda, sofreu ferimentos numa mão e no abdomén, na sequência de um disparo de um colega de caça.
 
O autarca foi inicialmente transportado para o Centro de Saúde de Castro Verde, e posteriormente para o Serviço de Urgência do Hospital Distrital de Beja, onde depois de observado e de efectuados diversos exames complementares, teve alta hospitalar.
Pela quarta vez consecutiva os vinhos da Adega Mayor foram distinguidos em provas internacionais. Desta feita aconteceu no concurso Mundus Vini, uma das competições de vinho mais importantes do mundo, onde são avaliados cerca de 10 mil vinhos, e onde os vinhos produzidos pela família Nabeiro, para além das medalhas que obtiveram, foram também reconhecidos por Robert Parker, crítico de vinhos de renome internacional.
 
O “Adega Mayor Selecção Branco 2016” foi premiado com Medalha de Ouro e distinguido como “Best of Show Alentejano White”, ou seja, eleito como o melhor vinho branco da região do Alentejo.
 
Mas houve mais vinhos “Mayiores” premiados. O “Adega Mayor Viognier 2016” foi agraciado com a Medalha de Ouro e o “Adega Mayor Verdelho 2016” foi distinguido com Medalha de Prata.
 
Esta é uma importante conquista para a Adega Mayor. Desde logo, porque premeia a qualidade dos nossos vinhos e o nosso compromisso com um percurso de excelência. Além disso, é um reconhecimento por parte de especialistas internacionais, que reforça a notoriedade de marca internacionalmente e que concretiza a nossa missão de levar o nome de Portugal e o que de melhor se faz do Alentejo para o mundo”, sublinha Rita Nabeiro, presidente executiva da Adega Mayor, adega fundada há precisamente 10 anos.
 
Realizado por David Mendes, e produzido por João Lourenço e Lara Fernandes, “Live a day in Alcácer” é um filme institucional do Município de Alcácer do Sal que promove o turismo naquela região alentejana.
 
Este filme, com a duração de 110 segundos, acaba de conquistar um “Silver Dolphin”, na categoria “Tourism Films”, durante a oitava edição do festival “Cannes Corporate Media & TV Awards”.
 
Em “Live a day in Alcácer” é apresentado um dia através do olhar de um visitante de Alcácer do Sal, que explora as mais variadas actividades da região.
 

Aquela que é uma aspiração antiga da Polícia Judiciária (PJ), e que a própria policia tem vindo a desenvolver há já algum tempo, está prestes a tornar-se uma realidade. A Polícia Judiciária prepara-se para instalar em Évora uma Unidade Local de Investigação Criminal (ULIC).
 
A futura ULIC de Évora irá aproximar ainda mais a PJ da região Alentejo e terá como áreas privilegiadas de intervenção, Arraiolos, Avis, Castelo de Vide, Elvas, Estremoz, Évora, Fronteira, Montemor-o-Novo, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre, Redondo, Reguengos de Monsaraz e Vila Viçosa.
 
A notícia foi avançada por Ricardo Valadas, Presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (ASFICPJ), num artigo de opinião publicado no passado dia 1 de Outubro, no jornal diário Correio da Manhã. Nesse mesmo artigo, e apesar de se congratular com a abertura desta ULIC, o Presidente da ASFICPJ salienta que “a proximidade da PJ junto aos seus cidadãos é desejada e distinguida ao nível dos seus resultados, e nesse sentido tudo será feito para que o trabalho da PJ esteja ao nível do desejado” mas “este esforço exige mais recursos humanos, pelo que se torna urgente que em termos de Orçamento do Estado se equacione definitivamente as verbas para a abertura de novos concursos para a carreira de investigação criminal na PJ”.
 

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