quarta, 16 outubro 2019
quinta, 01 janeiro 2015 15:07

Saiba onde vai gastar mais mas também onde vai conseguir poupar em 2015...

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Pelo menos na saúde, transportes e portagens os preços não sobem Pelo menos na saúde, transportes e portagens os preços não sobem DR
Os combustíveis, a luz, as telecomunicações e o IMI ficam mais caros em 2015.
 
Em contrapartida à descida dos preços dos combustíveis dos últimos meses, que chegaram mesmo a colocar o preço do gasóleo abaixo de um euro, a gasolina vai subir cerca de cinco cêntimos por litro e o gasóleo cerca de 6,5 cêntimos, devido às tão faladas medidas da fiscalidade verde. 
A conta da electricidade aumenta 3,3%, o que representa, numa factura média de 35 euros, mais 1,14 euros.
 
Pacotes de TV cabo, internet, telefone e telemóvel sobem 3% e a água vai também ficar mais cara, embora apenas em algumas zonas do país. Em Lisboa, sobe cerca de 70 cêntimos na factura mensal e no Grande Porto aumenta 39 cêntimos. Águas do Oeste, Centro Alentejo e Norte Alentejano baixam as tarifas em valores situados entre dois e três euros por mês.
 
O IMI aumenta para a maior parte dos proprietários que ainda não tiveram actualização do imposto e desaparece a cláusula de salvaguarda criada em 2011. Para compensar, o Orçamento do Estado alarga as isenções.
 
Ir ao supermercado também vai ficar mais caro. Não aumentam todos os produtos, mas o saco de plástico das compras passa a custar 10 cêntimos. 
 
Mas nem tudo são más notícias 
Pelo menos na saúde, transportes e portagens os preços não sobem, embora também não desçam ou, num caso ou noutro, possam registar uma baixa residual.
 
As consultas no centro de saúde vão custar o mesmo que este ano e uma ida à urgência de um hospital desce simbolicamente: cinco cêntimos. 
O preço dos transportes públicos também não aumenta e o mesmo acontece nas portagens das auto-estradas, o que se repete pelo segundo ano consecutivo. 
 
O preço do pão vai manter-se. Os representantes do sector dizem que ainda não há condições para subir o custo de um dos bens mais elementares na alimentação dos portugueses.

c/ Cristina Branco - Rádio Renascença

 

Modificado em sexta, 02 janeiro 2015 15:45

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