quarta, 16 outubro 2019
domingo, 26 outubro 2014 10:37

GNR de Alpiarça, sob o comando do estremocense Sérgio Malacão, apreendeu mais de 10 quilos de cannabis e diversas armas

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Pouco tempo depois de ter tomado posse como Comandante do Posto da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Alpiarça, o estremocense Sérgio Malacão coordenou uma operação que levou à apreensão de cerca de 10,5 quilos de cannabis, cultivado num terreno particular na aldeia do Frade de Cima, a poucos quilómetros da vila ribatejana.
 
O alegado proprietário da cannabis apreendida, que teria um valor de mercado a rondar os 77 mil euros, já cumpriu pena efectiva de prisão por tráfico de estupefacientes.
 
Depois de uma busca ao terreno de cultivo, o homem, de 48 anos, foi detido e constituído arguido. No terreno, os militares apreenderam 16 árvores "cannabis sativa" com um total de 80 ramos.
 
Depois da “visita” ao terreno de cultivo, a GNR realizou uma busca domiciliária na casa do sujeito, onde, para além de armas ilegais, encontrou 600 gramas de cannabis já maturada e pronta a ser introduzida no mercado, num total de 4.180 doses individuais, 207 embalagens individuais para o seu acondicionamento, e 10 gramas de sementes de cânhamo.
 
No que diz respeito às armas, a GNR apreendeu uma pistola de calibre 6.35 com munição na câmara, 82 munições do mesmo calibre, uma espingarda de canos laterais de calibre 12, uma pressão de ar calibre 4.5 e quatro munições .22.
 
Para além de haver suspeitas de estar envolvido no tráfico de tabaco ilegal e no furto de metais preciosos, o arguido não tem licença de uso e porte de arma nem tem documentação das armas.
 
As suspeitas de estar envolvido no tráfico de tabaco ilegal e no furto de metais preciosos devem-se ao facto dos militares terem encontrado na residência do arguido, 40 embalagens de 170 gramas cada de tabaco fino, pronto a ser introduzido no mercado paralelo, quase 700 gramas de sementes de tabaco, e ainda 150 metros de cobre, presumivelmente roubado, bem como um sinal de STOP.
 
O homem, apesar dos antecedentes criminais, vai aguardar julgamento em liberdade, sujeito a termo de identidade e residência, por ordem da Procuradora do Ministério Público de Almeirim.
 
c/ Rede Regional
Modificado em quarta, 17 dezembro 2014 17:15

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