domingo, 23 fevereiro 2020
Relógios atrasam uma hora na madrugada de Sábado para Domingo, iniciando-se desta forma o chamado Horário de Inverno. Assim, quando forem 2 horas em Portugal Continental e no arquipélago da Madeira, os ponteiros recuam uma hora e passa a ser 1 hora.
 
Quando for 1 hora no arquipélago dos Açores, os relógios atrasam os mesmos 60 minutos e passa a ser meia-noite.
 
A Hora de Inverno manter-se-á até à madrugada de 27 de Março de 2016, altura em que os relógios voltam a ser adiantados 60 minutos, entrando-se na denominada Hora de Verão.
 
As mudanças de hora, descritas no portal do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), entidade que regula a hora legal portuguesa, estão definidas por legislação nacional e comunitária e acontecem no último Domingo de Outubro (hora de Inverno) e no último Domingo de Março (hora de Verão).
 
Mas porque é que a hora muda?
 
A génese está relacionada com a poupança de energia mas hoje já não há grandes poupanças, trata-se de uma questão de comodidade”, afirma o director do OAL, Rui Agostinho, acrescentando que “as pessoas reajustam a sua actividade à hora do Sol mesmo que o relógio marque uma hora diferente”. Ganha-se uma hora de sono e diz-nos o director do OAL que o nosso corpo precisa de cerca de um dia para se reajustar mas “cada caso é um caso”.
 
Esta medida surgiu “na altura da Primeira Guerra Mundial, numa época em que o consumo energético teve de ser redireccionado para o consumo de guerra e a população civil sentiu restrições no aquecimento e na iluminação”, refere o director do OAL -  "Daylight Saving Time" é o nome original atribuído a esta mudança de horário. Entre as pessoas que sugeriram esta mudança de horário estão Benjamin Franklin, nos EUA, William Willett, no Reino Unido, e George Vernon, na Nova Zelândia. A medida era aplicada de forma a poder poupar carvão, velas e ajustar os horários de forma a conseguir obter mais luz solar e mais temperatura.
 
É uma escolha civil que a sociedade acha benéfica”, afirma Rui Agostinho, explicando que antes da União Europeia cada país tinha autonomia para escolher se mudava a hora e quando o fazia, o que gerava alguns problemas de logística. Assim, criou-se uma legislação europeia, reavaliada de cinco em cinco anos, de modo a “harmonizar” este problema, fazendo com que todos os países sejam obrigados a mudar a sua hora “no mesmo dia e no mesmo instante”. Na Europa só a Arménia, a Bielorrússia, a Geórgia e a Rússia não alteram os seus relógios.
 
A não ser por “questões emocionais britânicas”, brinca Rui Agostinho, a GMT (tempo médio de Greenwich) já não existe. O fuso de horário de referência é o UTC – o tempo universal coordenado – que corresponde à hora atómica, isto é, à média dos relógios atómicos. Apesar de a hora mudar em certos países, a hora UTC mantém o seu batimento constante, ao contrário “da hora local civil que parte de questões políticas”, diz Rui Agostinho.
 
O meridiano de Greenwich – uma linha imaginária vertical que se estende de um pólo ao outro do planeta – é, por convenção, aquele em que a longitude corresponde a zero, dividindo o globo terrestre em oriente e ocidente. Esta escolha esteve relacionada com o “maior tráfego de mercadorias em Inglaterra na altura [1884] e à utilização dos almanaques náuticos do Observatório Real de Greenwich”, refere Rui Agostinho, explicando que apesar de se ter deixado de usar a GMT e passado a usar a hora atómica, o meridiano de referência continuou a ser o mesmo.
 
São mais os países que não alteram a sua hora do que aqueles que o fazem. O director do OAL refere que o “ajustamento é mais sentido de acordo com a latitude em que se está”, razão pela qual nas bandas equatoriais não existe diferença na mudança de horário.
 
c/ Público
Modificado em sexta, 23 outubro 2015 11:35
O custo de ambos os combustíveis nos postos de abastecimento vai ser revisto em baixa a partir de segunda-feira. As descidas vão sentir-se tanto nas bombas das principais gasolineiras como nos postos das denominadas marcas brancas, que normalmente têm preços mais baixos.
 
Segundo fontes do sector, "a tendência é de descida em todos os produtos, com uma ligeira acentuação no gasóleo".
 
Outra fonte afirma que "a evolução das cotações em euros aponta para uma descida dos preços da gasolina em dois cêntimos por litro. Já o gasóleo poderá desvalorizar até três cêntimos por litro".
 
Os preços praticados pelas gasolineiras têm como base a cotação média da gasolina e do gasóleo na semana anterior, altura em que ambos os preços desceram, acompanhando assim a desvalorização do petróleo nos mercados internacionais, segundo dados da Bloomberg.
 
O preço médio de referência do litro de gasolina em Portugal está actualmente nos 1,408 euros. Já o gasóleo vale 1,187 euros por litro, segundo dados da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG). As cotações podem no entanto variar nos postos de abastecimento, já que o preço fixado na rede tem ainda em conta o nível de concorrência, da oferta e da procura em cada mercado e o nível de custos fixos de cada posto.
 
Os últimos dados de Bruxelas mostram que, depois de impostos, o preço médio da gasolina 95 octanas praticado em Portugal é o 7º mais caro em toda a União Europeia. Já o gasóleo ocupa a 10ª posição entre os 28 países do espaço comunitário.
 
c/ Económico
 

Chuva forte e vento no fim-de-semana

sábado, 17 outubro 2015 01:10
Segundo informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), devido à previsão de chuva ou aguaceiros fortes acompanhados de trovoada e rajadas de vento na ordem dos 80 km/hora, que podem chegar aos 100 km/hora nas terras altas, os 18 distritos de Portugal vão estar no dia de hoje, Sábado, sob aviso amarelo, o terceiro mais grave de uma escala de quatro.
 
Os avisos decorrem entre as 08 horas de Sábado e as 00 horas de Domingo. O distrito de Faro tem ainda aviso amarelo para a agitação marítima, devido à previsão para a costa sul de ondas de sueste com 2 a 3 metros, entre as 06 horas e as 15 horas de sábado.
 
O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma "situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica".
 
c/ LUSA
Modificado em sábado, 17 outubro 2015 01:21
As fortes chuvadas das últimas horas provocaram inundações em Abrantes e Mação, havendo registo de estradas alagadas, quedas de muros, garagens e caves entupidas. Quatro pessoas foram surpreendidas pelas águas e tiveram de ser retiradas dos carros.
 
O segundo comandante Distrital de Operações de Socorro de Santarém, José Guilherme, confirmou que em Alferrarede e no Cabrito, no concelho de Abrantes, tiveram de socorrer quatro pessoas que “estavam com dificuldades de sair das suas viaturas”.
 
Há dezenas de ocorrências devido a inundações, essencialmente nos concelhos de Abrantes e Mação, no norte do distrito, com estradas alagadas e caves e garagens inundadas, devido à dificuldade de escoamento das águas pluviais.
 
Há registo de alguns bens danificados, nomeadamente em estabelecimentos comerciais, em automóveis e em casas particulares”, disse a mesma fonte, acrescentando que foram informados da queda de muros em alguns locais.
 
Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), “as condições meteorológicas vão conhecer um agravamento até cerca das 21 horas”, pela que “a prioridade é auxiliar e defender bens e pessoas, até que pare de chover e a água se dissipe”.
 
As primeiras chamadas para pedir ajuda coincidiram com o início das fortes chuvadas, cerca das 15.30 horas.
 
Seis distritos portugueses estão esta segunda-feira sob aviso amarelo, o terceiro mais grave de uma escala de quatro, devido à previsão de chuva forte e trovoada, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
 
c/ Rádio Renascença
Modificado em segunda, 12 outubro 2015 23:11

Legislativas 2015 - Totais Nacionais

segunda, 05 outubro 2015 02:02

Coligação Portugal à Frente, liderada pela dupla Passos Coelho / Paulo Portas, venceu as eleições legislativas, que se realizaram no dia de ontem, 4 de Outubro.

 
Modificado em segunda, 05 outubro 2015 02:17
A previsão de chuva e vento forte para domingo, com possibilidade de ocorrerem “fenómenos extremos” relacionados com a chuva intensa e vento com rajadas até 120 quilómetros, levou a que a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) lançasse um alerta.
 
A Protecção Civil, citando o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), avisa, através de comunicado, que o agravamento do estado do tempo acontece no domingo e na segunda-feira, e que a chuva vai ser pontualmente intensa, inicialmente nas regiões norte e centro e depois em todo o país.
 
Ainda segundo o alerta da Protecção Civil, o vento deve soprar com uma velocidade entre os 40 e os 60 quilómetros, podendo chegar aos 100 quilómetros nas terras altas. 
 
A Protecção Civil chama ainda a atenção para os cuidados a ter na condução, devido ao piso escorregadio e aos lençóis de água, para a possibilidade de quedas de árvores e para as cheias em meio urbano e inundações em zonas mais vulneráveis ou em estruturas subterrâneas.
 
Na sua página oficial na Internet, o IPMA tem também “informação especial” sobre a mudança do tempo no dia das eleições, com um “agravamento significativo” até ao fim do dia de segunda-feira.
 
O IPMA explica que a chuva começa na madrugada de domingo, com precipitação forte no norte e centro, sendo que o vento soprará moderado a forte no litoral e forte ou muito forte nas terras altas do norte e centro.
 
A mesma depressão que irá provocar este mau tempo no continente, terá efeitos idênticos na Madeira, com ventos até 110 quilómetros nas zonas montanhosas e períodos de chuva que podem ser fortes, em especial a partir da tarde.
 
Nos Açores, o dia das eleições vai ser de céu com abertas e a possibilidade da ocorrência de aguaceiros, especialmente a partir da tarde, nas ilhas do grupo central e oriental. O vento também soprará forte, com rajadas até 90 quilómetros por hora.
 
Em todo o país, ainda de acordo com as previsões do IPMA, as temperaturas deverão oscilar entre os 11 graus de mínima em Bragança, e os 28 graus de máxima em Beja.
 
A ANPC recomenda a limpeza de sistemas de escoamento de águas pluviais e cuidado na condução, especialmente junto de zonas arborizadas ou junto da orla costeira.
 
c/ LUSA
Modificado em sábado, 03 outubro 2015 01:17
Segundo anunciou a Autoridade Tributária e Aduaneira, o prazo de regularização de dívidas de taxas de portagens vai prolongar-se até ao dia 15 de Outubro, quando estava previsto terminar no dia de ontem, terça-feira.
 
A justificação para este prolongamento do prazo prende-se com a vigência deste regime de regularização, que decorreu entre 1 de Agosto e 29 de Setembro, e que coincidiu com o período de férias de muitos devedores de taxas de portagens e por "se ter verificado uma elevada adesão de devedores a este regime", registando-se uma afluência significativa nos últimos dias do prazo, que pode ter dificultado o efectivo acesso de todos os interessados.
 
Através de um comunicado, a Autoridade Tributária e Aduaneira refere que o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais emitiu um despacho em que determina a prorrogação do prazo até 15 de Outubro, para que os devedores de taxas de portagem, ou coimas associadas, possam proceder à regularização das respectivas dívidas.
 
O regime excepcional de regularização do pagamento de portagens em atraso já permitiu recuperar quase sete milhões de euros, segundo garantiu fonte do Ministério das Finanças.
 
De acordo com a mesma fonte, mais de 214 mil cidadãos tinham aderido a este regime até ao passado Domingo.
 
"Foram já regularizadas dívidas no valor superior a 6,9 milhões de euros, as quais beneficiaram já de dispensa de juros de mora e das reduções de custas e coimas previstas neste regime", disse.
 
Este regime beneficia cidadãos com dívidas de portagens anteriores a 30 de Abril deste ano.
 
Para beneficiar da redução de coimas e de juros de mora não é necessário formalizar qualquer pedido de adesão nem ir a uma Repartição das Finanças, bastando ao cidadão aceder ao Portal das Finanças na internet, consultando e pagando as dívidas existentes.
 
As dívidas de portagens contraídas após 1 de Maio, estão sujeitas também a um novo regime sancionatório, mais favorável do que o regime anterior.
 
O novo regime prevê que à falta de pagamento das portagens, sobretudo nas ex-SCUT, seja aplicada uma coima única diária, quando anteriormente era aplicada uma coima por cada passagem num pórtico.
 
c/ LUSA
Depois de ter vivido momentos conturbados, ao ver o seu nome envolvido num caso de posse de armas ilegais, cujos contornos acabaram por revelar que tudo não passou de uma manobra para denegrir a imagem do ex-Comandante do Posto da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Coruche, e também por ter respondido em tribunal por três crimes de tortura e dois de ofensa à integridade física, de onde saiu ilibado de qualquer acusação, Sérgio Malacão vive agora momentos de tranquilidade e de realização pessoal e profissional.
 
Desde o passado mês de Outubro de 2014, que o estremocense Sérgio Malacão comanda o Posto da Guarda Nacional Republicana de Alpiarça. Como o próprio referiu em recente entrevista ao jornal “Almeirinense”, que transcrevemos, com a devida vénia, já de seguida e na íntegra, a vila ribatejana de Alpiarça “respira segurança”.
 
Almeirinense - Que balanço faz do período que está à frente do posto?
Sérgio Malacão (SM) - Fruto do trabalho desenvolvido por mim, mas acima de tudo pelo efectivo que compõe o Posto de Alpiarça, o balanço é muito positivo, porque um dos principais indicadores de qualidade de vida é a segurança, factor esse que está a ser conseguido com os resultados operacionais que levaram à diminuição de crimes praticados contra a sociedade, o qual prestigia o Comando da Guarda Nacional Republicana de Santarém.
 
Almeirinense - Quais são as áreas de maior preocupação no concelho?
SM - Na óptica da GNR, todas as áreas são prioritárias mas saliento a actividade agrícola, o comércio local, mas acima de tudo, o bem-estar da população a nível da segurança.
 
Almeirinense - Considera que tem os meios necessários para o desempenho da vossa missão?
SM - Nunca temos os meios necessários, porém, a realidade do Posto da GNR de Alpiarça não escapa à realidade nacional. Resta-nos trabalhar com os meios disponíveis, porque este factor nunca pode servir de desculpa para o cumprimento da nossa missão. O Comando da GNR de Santarém e o Município de Alpiarça, de forma a minimizar este problema têm efectuado algumas pequenas intervenções no posto, de forma a melhorar o serviço ao cidadão.
 
Almeirinense - Área grande e dispersa são um problema?
SM - Em comparação com áreas de outros postos, não vejo que seja um problema em virtude de em tempo real chegarmos rapidamente às ocorrências.
 
Almeirinense - Alpiarça é um concelho seguro?
SM - Alpiarça respira segurança.
 
Almeirinense - Pontualmente têm aparecido alguns casos de detenções por posse de droga. Acredita que é mesmo pontual?
SM - O combate ao tráfico de estupefacientes faz parte da missão da GNR, mas julgo que com as operações realizadas irá deixar de ser um problema, que se estava a instalar nos jovens do nosso concelho.
 
Almeirinense - Que tipo de crimes têm ocorrido mais no concelho?
SM - Com a visibilidade e um patrulhamento direccionado para a proximidade junto do cidadão, a GNR em Alpiarça conseguiu nos últimos seis meses reduzir para níveis excelentes os ilícitos praticados contra as pessoas, nomeadamente, furtos, burlas, etc. Sentimos um pequeno ascendente no crime familiar, ou seja, aquele que é designado por violência doméstica e também o incumprimento de injunções impostas por os tribunais, a título de exemplo, a violação da obrigação de alimentos por parte dos progenitores.
 
Almeirinense - Ao nível de infraestruturas estão bem servidos?
SM - As infraestruturas estão obsoletas, mas são funcionais para o cumprimento da missão.
 
Almeirinense - O que é preciso melhorar?
SM - É necessário um maior envolvimento da sociedade, porque a população é o 12º jogador. É necessário que não tenham medo de denunciar ilícitos porque só assim é que a GNR poderá dar uma resposta cabal e em tempo real. A população cada vez mais tem que acreditar na GNR e ver nos homens e mulheres que compõem o efectivo, que estamos cá para resolver os problemas e não como muitas vezes querem passar a mensagem, ou seja, que a GNR só serve para multar.
 
Dezasseis forças políticas apresentaram listas nos círculos de Aveiro, Braga e Viana do Castelo, naqueles que deverão ser os boletins de voto mais extensos das legislativas, de acordo com dados provisórios da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
 
Nas legislativas de 2011, o maior boletim era o do círculo do Porto, ao qual concorreram 17 forças políticas. No entanto, a CNE ainda não recebeu os dados relativos aos círculos dos Açores, Bragança e Castelo Branco e todas as candidaturas apresentadas terão ainda de ser validadas judicialmente.
 
De acordo com os dados fornecidos à Lusa pela CNE, nos círculos de Lisboa e Porto apresentaram listas 15 forças políticas (entre partidos políticos e coligações), tal como em Beja, Coimbra, Évora, Leiria, Santarém, Setúbal, Madeira e nos círculos da Europa e Fora da Europa.
 
Seguem-se Faro, Guarda, Portalegre, Vila Real e Viseu, círculos aos quais se apresentaram 14 forças políticas. A CNE ainda não indicou quais os partidos e coligações que concorrem a cada círculo, devendo fazê-lo nos próximos dias.
 
Em 2011, 17 forças políticas apresentaram listas para as eleições legislativas, mas apenas nove partidos e uma coligação se candidataram a todos os círculos eleitorais. Por círculos eleitorais, o máximo de candidaturas registou-se no Porto, com 17 forças, seguindo-se Braga e Lisboa, com 16, e Setúbal com 15.
 
O prazo para a entrega de candidaturas às legislativas de 4 de Outubro terminou na segunda-feira, data em que terminou também o prazo para a entrega dos orçamentos.
 
De acordo com os orçamentos disponíveis no site da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, que funciona junto do Tribunal Constitucional, foram entregues 19 orçamentos - correspondentes a 16 forças políticas (13 partidos e três coligações) e outros três orçamentos que dizem respeito a candidaturas autónomas de Partido Social Democrática (PSD) e Centro Democrático Social - Partido Popular (CDS-PP) nos Açores e na Madeira. Em 2011, foram entregues 17 orçamentos.
 
As coligações registadas no Tribunal Constitucional são o Portugal à Frente (que junta PSD e CDS-PP), a Coligação Democrática Unitária - CDU (que junta Partido Comunista Português - PCP e Os Verdes) e o Agir (que reúne o Partido Trabalhista Português - PTP e o Movimento Alternativa Socialista - MAS).
 
Além destas coligações, apresentaram orçamentos os seguintes partidos políticos: Partido Socialista (PS), Bloco de Esquerda (BE), Juntos pelo Povo (JPP), Livre/Tempo de Avançar, Partido Democrático Republicano (PDR), Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses/Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (PCTP-MRPP), Movimento Partido da Terra (MPT), Nós Cidadãos, Pessoas-Animais-Natureza (PAN), Partido Popular Monárquico (PPM), Partido Unido dos Reformados e Pensionistas (PURP), Partido Nacional Renovador (PNR) e Partido Cidadania e Democracia Cristã (PCDC).
 
Em comparação com a lista dos partidos registados no Tribunal Constitucional, regista-se que não apresentaram orçamento de campanha o Partido Operário de Unidade Socialista (POUS), o Partido Democrático do Atlântico (PDA) e o Partido Liberal Democrata (PLD).
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 26 agosto 2015 01:42