sábado, 18 agosto 2018

Cáritas Portuguesa celebra 60 anos de vida

Escrito por %PM, %06 %024 %2016 %23:%Dez.
A Cáritas Portuguesa vai assinalar, este sábado, os 60 anos da aprovação oficial dos seus primeiros estatutos, numa homenagem a todos os que nestas décadas têm sido vítimas da pobreza e exclusão social.
 
Temos presentes as pessoas que sofrem a pobreza e a exclusão, violentamente, agravadas nos últimos anos. Procuramos actuar nas manifestações e nas causas desses problemas, cooperando entre nós e com cada pessoa e família atingidas”, refere o presidente da organização católica, em comunicado enviado à ECCLESIA.
 
Eugénio Fonseca afirma que os portugueses têm sido confrontados com “muitas exigências, muitos cortes, muitos medos” e foram “obrigados a repensar a sua vida”.
 
O programa comemorativo do sábado começa com uma Eucaristia, às 11.30 horas, na Igreja Paroquial de S. Maximiliano Kolbe, Bairro de Chelas, em Lisboa.
 
Neste dia, com esta celebração, queremos lembrar todo este esforço e todas as lutas que já foram travadas pelo nosso país e nas quais a Cáritas foi chamada a concretizar”, escreve Eugénio Fonseca.
 
A Cáritas Portuguesa escolheu assinalar os 60 anos desde a aprovação oficial dos seus primeiros estatutos no Dia Internacional dos Direitos Humanos, para “reafirmar” que a sua acção “se guiará sempre” por essa concretização.
 
Às 15.30 horas, começa o concerto da Camarata de Cordas da Orquestra Municipal Geração da Amadora, no Teatro da Trindade, de entrada livre.
 
Queremos também manifestar a nossa alegria por todos os que conseguimos servir com dignidade, construindo com todos a esperança de uma vida mais humana”, refere o presidente da Cáritas Portuguesa.
 
A organização católica, a nível nacional, diocesano e paroquial, vai aproveitar ainda o Dia Internacional dos Direitos Humanos para associar-se ao “número incontável de pessoas” que procuram um mundo mais equitativo do qual “se extinga a pobreza absoluta e se consiga uma distribuição mais justa da riqueza produzida”.
 
A celebração de seis décadas de existência para a Cáritas Portuguesa não se deve limitar a recordar o que os “tem satisfeito” mas “em processo de renovação continua e apropriada às necessidades de cada tempo”, conclui Eugénio Fonseca.

Vem aí maior 'superlua' do século

Escrito por %AM, %04 %047 %2016 %00:%Nov.
No próximo dia 14 de Novembro, segunda-feira, a Lua vai estar mais próxima da Terra do que o habitual. Parecendo maior e mais brilhante, esta "superlua" já é considerada a maior do século.
 
A última vez que o satélite natural esteve tão perto do planeta Terra foi em Janeiro de 1948 e a próxima "superlua" apenas será visível em 2034.
 
A lua vai brilhar com uma intensidade de mais 30%, aparentando um tamanho superior de 14%. Este fenómeno deve-se ao movimento elíptico do satélite natural.
 
Enquanto se movimenta em redor da Terra, a distância do seu ponto mais próximo, o perigeu, e o mais distante, o apogeu, à Terra sofre alterações. A "superlua" acontece quando o perigeu coincide com a lua cheia.
 
O Conselho de Ministros vai aprovar hoje, quinta-feira, dia 27 de Outubro, a criação de um banco de terras público onde serão integrados os terrenos agrícolas e florestais do Estado e aqueles que não têm dono reconhecido, disse o Ministro da Agricultura.
 
Os proprietários de terrenos rústicos terão até final de 2018 para os registar, sem custos, e as terras sem dono reconhecido até então poderão ainda ser reclamadas depois, durante 15 anos. No entanto, essas propriedades sem dono reconhecido integrarão o novo banco de terras, que será gerido pela Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, segundo explicou o Ministro Capoulas Santos a diversos meios de comunicação social, como a TSF, Jornal de Notícias e Público.
 
A legislação que sairá do Conselho de Ministros, e que será posteriormente enviada à Assembleia da República, prevê que tenham acesso ao banco de terras, no caso de terrenos agrícolas, novos agricultores, "preferentemente jovens agricultores", disse Capoulas Santos à TSF.
"No caso dos prédios com vocação florestal", o objetivo do Governo é "atribuir a sua gestão a sociedades de gestão florestal", constituídas "nos termos do código comercial", afirmou.
 
Essas sociedades podem ser constituídas por entidades públicas ou privadas, disse o ministro, que deu o exemplo das câmaras municipais "que quiserem fazer a gestão deste património localizado nos seus municípios".
 
Haverá benefícios fiscais para estas sociedades, mas também obrigações, como "dispor de planos de gestão florestal" ou de "um sistema de prevenção de incêndios considerado adequado", acrescentou.
 
Segundo o Público, os terrenos agrícolas serão concedidos por períodos mínimos de sete anos aos agricultores, que os poderão comprar no final desse tempo. Já os terrenos florestais serão arrendados por 25 anos.
 
O Conselho de Ministros desta quinta-feira vai ser dedicado à Reforma da Floresta, com a reunião agendada para o Centro de Operações e Técnicos Florestais, na Lousã, no distrito de Coimbra.
 
O Primeiro-Ministro, António Costa, anunciou em Setembro, um Conselho de Ministros exclusivamente dedicado à política florestal.
 
Costa frisou, na ocasião, que o país não pode conformar-se em ver, todos os anos, a floresta a arder.
 
"Temos de fazer agora da floresta uma reforma com a dimensão da de há 10 anos. [...] Mais do que combater incêndios é necessário preveni-los e para os prevenir é preciso uma gestão ativa de uma floresta sustentável, de uma floresta sofisticada, de uma floresta que seja fonte de riqueza e não uma ameaça à segurança das populações e dos seus bens", salientou então o primeiro-ministro.
 
c/ LUSA
O Papa Francisco confirmou à Rádio Renascença que virá ao Centenário das Aparições em Fátima, a 13 de Maio do próximo ano.
 
Durante a viagem de regresso a Roma, depois da visita apostólica à Geórgia e ao Azerbaijão, Francisco não deixou dúvidas na resposta à pergunta de Aura Miguel, jornalista da Renascença, que viajava também no avião papal.
 
 “Com toda a certeza, posso dizer até hoje, que vou a Portugal, mas vou só a Fátima. Isto até hoje. Porque há um problema: é que, neste Ano Santo foram suspensas as visitas Ad Limina e, no próximo ano, decorrem as deste ano e as do ano seguinte. Por isso, há pouco espaço para viagens. Mas vou a Portugal, para já, só no dia 13, mas, ao certo, ainda não sei”, disse.
 
Para já, confirmada está a ida a Fátima, mas o Papa deixa a porta aberta a uma visita mais alargada a Portugal. 
 
O Sumo Pontífice acrescenta: “A realidade percebe-se melhor a partir das periferias do que a partir do centro, mas isto não afasta a possibilidade de ir a um grande país como é Portugal ou a França, não sei, veremos”.
 
Além de Portugal, o Papa tenciona em 2017 visitar a India e o Bangladesh e também alguns países africanos que não especificou.
 
Nesta conversa com os jornalistas, Francisco confirmou estar a ser avaliada a possibilidade de avançar com a beatificação por martírio do Padre Hamel, recentemente degolado quando celebrava missa na cidade francesa de Rouen.
 
Já a propósito das eleições nos Estados Unidos, o Papa disse que os católicos devem "conhecer as propostas dos candidatos, rezar e depois escolher segundo a sua consciência".
 
A questão dos homossexuais voltou a ser aflorada. O Papa lembra que já acompanhou homossexuais, mas realça o ponto da discórdia reforçando que está contra a chamada “colonização ideológica” porque "uma coisa é a tendência sexual e outra bem diferente é impô-la como doutrina nas escolas".
 
Na minha vida de sacerdote, de bispo e até de Papa, acompanhei pessoas com tendência - e até com prática - homossexual. Acompanhei-as, aproximei-as do Senhor, algumas não podem, mas acompanhei-os a todos. É isto que se deve fazer: acompanhar as pessoas como fez Jesus”.
O que eu falei foi da maldade da doutrinação da teoria do género. Contou-me um pai de família francês que, à mesa com os filhos, perguntou ao rapaz de 10 anos: ‘Que queres ser quando fores grande?’ ‘Quero ser rapariga’. O pai deu-se conta que, nos livros do colégio ensinavam a teoria do género. Isto é contra a ordem natural. Uma coisa é uma pessoa ter esta tendência e opção, ao ponto de mudar de sexo, coisa diferente é ensinar isso nas escolas para mudar a mentalidade. A isto eu chamo ‘colonização ideológica’".
 
c/ Aura Miguel - Rádio Renascença
Carlos Miguel Gomes foi o melhor aluno a entrar este ano lectivo na Universidade do Porto (UP), candidatando-se com 20 valores ao Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação na Faculdade de Engenharia da UP, lê-se na listagem ordenada de candidatos ao ensino superior na primeira fase de 2016.
 
O estudante optou, no entanto, por não aceitar a vaga para frequentar aquele curso na UP, porque preferiu “ir estudar para o estrangeiro”, avança fonte das relações públicas da Universidade do Porto. Como o estudante se candidatou em simultâneo à Universidade do Porto e a uma universidade do Reino Unido e foi aceite em ambas, acabou por decidir ir estudar para o estrangeiro, adiantou a mesma fonte da UP.
 
Com a desistência do melhor aluno a ingressar na Universidade do Porto, sobem para primeiro lugar na lista dos alunos brilhantes daquela instituição duas candidatas ao concurso nacional ao ensino superior público que entraram para o Mestrado Integrado de Medicina, na Faculdade de Medicina, ambas com 19,9 valores. São a Mariana Malonek e a Benedita Viana.
 
Em entrevista telefónica à Lusa, Mariana Malonek, 18 anos, conta que estudou no Colégio Alemão do Porto, e que entrar para o curso de Medicina era um “sonho” que começou a desenhar-se no 9.º ano de escolaridade, com 15 anos.
 
Comecei a perceber que o corpo humano me fascinava e, antes de tudo, percebi que podia ajudar pessoas. Ainda estive indecisa entre Matemática e Medicina, mas acabei por optar por Medicina por causa da componente humana”, explica a jovem, filha de professores universitários de Matemática.
 
Segredo é estar atento nas aulas
Questionada sobre dicas para se ter boas notas, Mariana revela que o seu “truque”, terá sido “prestar atenção nas aulas e depois rever a matéria para os testes”, mas, confessa que não é propriamente o exemplo de organização.
 
Eu não sou muito direitinha e organizada, mas entendia muito bem a matéria nas aulas e isso é uma grande vantagem”, explica a nova caloira da Universidade do Porto, que desde os cinco anos de idade que estuda violino na Academia de Música de Espinho.
 
O meu pai, que é alemão, também tocava violino”, recorda, reflectindo que talvez, de forma “inconsciente”, o estudo musical a tenha ajudado a ter mais sucesso na escola.
 
Mariana não tem muito tempo livre, por causa do estudo do violino, mas quando tem oportunidade gosta de ir ao cinema e de ir ver concertos na Casa da Música com os pais.
 
A Universidade do Porto registou este ano o maior número de candidatos em primeira opção por vaga disponibilizada no concurso nacional de acesso ao ensino superior, pois por cada uma das suas 4.160 vagas, houve 1,9 candidatos que colocaram a UP como primeira opção para frequentar o ensino superior, ou seja, a UP teve quase o dobro dos candidatos às vagas disponíveis.
 
A UP foi a instituição de ensino superior com a mais elevada classificação média ponderada do último candidato colocado com 157,2 valores, acima dos 151 valores registados pela Universidade Nova de Lisboa. Registou, globalmente, "as mais altas notas de entrada no ensino superior".
 
São da Universidade do Porto "quatro dos seis cursos com as mais altas médias de entrada do País, ou num universo mais alargado, nove dos 25 cursos (36%), com as notas mais elevadas", disse à Lusa o reitor da UP, Sebastião Feyo Azevedo.
 
Os quatro cursos da UP que estão no 'top' seis são Engenharia e Gestão Industrial, da Faculdade de Engenharia (184,8 valores o último candidato), Medicina, na Faculdade de Medicina (184 valores), Medicina, no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (182,5 valores), e o curso de Bioengenharia da Faculdade de Engenharia (182 valores).
 
c/ LUSA

Precários do Estado vão ter ADSE

Escrito por %AM, %02 %088 %2016 %02:%Jun.
A ADSE deverá ser transformada numa pessoa colectiva de direito privado e passar a aceitar como associados todos os trabalhadores das administrações públicas, incluindo os que tenham contratos a prazo, desde que de duração superior a seis meses. Se esta recomendação, que consta do relatório preliminar da Comissão de Reforma da ADSE, for acolhida, o subsistema de saúde poderá ganhar cerca de 100 mil novos beneficiários e ver as contribuições anuais engordar entre 80 a 90 milhões de euros.
 
O relatório não sugere qual o valor da taxa de desconto que deve ser cobrada aos beneficiários (e que actualmente está fixada em 3,5% das suas remunerações), entendendo que esta é uma questão que deve ser discutida pela gestão da futura entidade que resultar da ADSE.
 
O Orçamento do Estado para 2016 admite que a ADSE possa ser alargada a mais trabalhadores e também aos seus cônjuges. O relatório contudo foca-se naqueles trabalhadores que estão hoje fora do sistema, nomeadamente os que estão vinculados por contrato individual de trabalho e os que têm vínculo público, mas que por algum motivo viram a sua adesão ser recusada ou deixaram passar o prazo para o fazer. Ou seja, para os peritos, devem poder ser associados "da nova entidade" todos os trabalhadores da Administração Pública com contrato por tempo indeterminado ou a termo com duração superior a seis meses. A entrada destes novos associados será feita "nas condições a estabelecer pela nova entidade, tendo presente uma gestão prudente das responsabilidades". Os funcionários e aposentados que actualmente estão isentos do pagamento de contribuições para a ADSE - por terem rendimentos reduzidos - também são referidos no relatório, admitindo-se que o seu custo seja assegurado pelo Estado.
 
Para os membros desta Comissão, não há dúvidas de que o Estado não se pode desligar completamente da ADSE, mas a sua intervenção "deverá ser remetida para a monitorização do modelo de governação da nova entidade jurídica que venha a ser criada". Ou seja, o objectivo é que, a prazo, o Estado deixe de assumir responsabilidades financeiras. Esta saída não deve ser feita de forma abrupta, mas gradual, ao longo de dois anos.
 
Sindicatos temem privatização
Numa primeira reacção a este relatório, os dirigentes sindicais avisam que não aceitam que a ADSE saia da esfera pública. "É lamentável que se vá no caminho de privatização da ADSE", referiu Ana Avoila, da Frente Comum. José Abraão, do Sintap, acentua que não aceita "a saída da ADSE da esfera pública". O STE reserva uma tomada de posição para mais tarde. Os três sindicatos foram já convocados pela Comissão de Reforma da ADSE para uma reunião no final da próxima semana.
 
c/ Lucília Tiago (JN e Dinheiro Vivo)
 

O artista Alexandre Farto, que assina como Vhils, recebeu ontem, segunda-feira, 16 de Maio, em Lisboa, o prémio personalidade do ano da Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal (AIEP), por ter contribuído "para levar o nome do país ao exterior", em 2015.

"O país - e a grande Lisboa em particular - afirmou-se como um centro da Arte Urbana. O contributo do Vhils para isso foi essencial", afirmou a presidente da AEIP, Alison Roberts, na sessão de entrega do Prémio Martha de La Cal, que decorreu no IADE - Instituto de Arte e Design, em Lisboa.
 
Alexandre Farto, 28 anos, captou a atenção a 'escavar' muros com retratos, um trabalho que tem sido reconhecido a nível nacional e internacional e que já levou o artista a vários cantos do mundo.
 
Para Alison Roberts, no trabalho de Vhils "impressiona não só a sua habilidade com métodos e materiais, simbolicamente aliando a destruição à criação, mas a sua sensibilidade, a história do meio urbano e as vidas humanas nas comunidades onde ele trabalhou".
 
Alexandre Farto contou que recentemente esteve, com a sua equipa, no México, onde fez "uma série de intervenções em várias cidades".
 
"É interessante perceber como a arte tem o poder de criar uma relação com o ser humano e, a partir daí, criar diálogo e por o foco em situações nas quais a arte serve quase como uma arma para essas pessoas. É nesse sentido que o trabalho se tem espalhado e tem feito sentido em diversos sítios do mundo", afirmou.
 
O prémio foi entregue pelo Ministro da Cultura, Luís Castro Mendes, que disse ser "admirador da obra de Vhils".
 
Segundo o governante, Vhils "encarna com grande brilho a dimensão internacional que os portugueses sabem assumir, não só pelas muitas exposições que tem feito, mas também pela obra notável que espalhou pelas ruas de cidade como Nova Iorque, Berlim, Paris, Moscovo, Hong Kong e até a estação espacial internacional".
 
"A forma como interpela os cidadãos e as cidades assume uma linguagem universal e essa capacidade para transformar a paisagem urbana degradada num espaço de diálogo sobre a condição humana, que a APEI lhe reconhece na atribuição do prémio, vai continuar a aprofundar-se cada vez mais e a engrandecer a nossa arte", defendeu.
 
Vhils cresceu no Seixal, onde começou por pintar paredes e comboios com 'graffiti', aos 13 anos, antes de rumar a Londres, para estudar Belas Artes, na Central Saint Martins, depois de não ter conseguido média para uma faculdade portuguesa.
 
A técnica que notabilizou Vhils consiste em criar imagens, em paredes ou murais, através da remoção de camadas de materiais de construção, criando uma imagem em negativo. Além das paredes, já aplicou a mesma técnica em madeira, metal e papel, nomeadamente em cartazes que se vão acumulando nos muros das cidades.
 
Em 2014, Alexandre Farto inaugurou a sua primeira grande exposição numa instituição nacional, o Museu da Electricidade, em Lisboa. "Dissecação/Dissection" atraiu mais de 65 mil visitantes em três meses.
 
Esse ano ficaria também marcado pela colaboração com a banda irlandesa U2, para quem criou um vídeo incluído no projecto visual "Films of Innocence", que foi editado em Dezembro de 2014, e é um complemento do álbum "Songs of Innocence".
 
Em 2015, o trabalho de Vhils também chegou ao espaço, à Estação Espacial Internacional (EEI), no âmbito do filme "O sentido da vida", do realizador Miguel Gonçalves Mendes.
 
No passado mês de Março, inaugurou a primeira exposição individual em Hong Kong, "Debris", no topo do Pier 4 (Cais 4), uma mostra que reflecte a cidade e a identidade de quem nela habita para ver e, sobretudo, "sentir".
 
Paralelamente ao desenvolvimento da sua carreira criou, com a francesa Pauline Foessel, a plataforma Underdogs, projecto cultural que se divide entre arte pública, com pinturas nas paredes da cidade, e exposições dentro de portas, em Lisboa.
 
c/ LUSA
O Governo anunciou ontem, dia 24 de Março, no final de um Conselho de Ministros totalmente dedicado às questões do Ensino Superior, da ciência e das escolas, o lançamento de um novo programa de educação e formação de adultos, com o actual Ministro da Educação a elogiar os resultados do antigo programa "Novas Oportunidades", do executivo de José Sócrates.
 
Este "Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos" foi anunciado pelo titular da pasta da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, em conferência de imprensa.
 
Perante os jornalistas, Tiago Brandão Rodrigues começou por defender que o programa "Novas Oportunidades", lançado a partir de 2007, deixou "marcas muito positivas" ao nível da educação e formação de adultos.
 
"Infelizmente, na última legislatura [com o executivo PSD/CDS-PP], esse programa foi praticamente desmantelado. O objectivo agora é criar a pedra basilar para o lançamento de um novo programa, que assentará numa lógica de modelização, tanto ao nível da estrutura, como dos conteúdos de formação", especificou.
 
De acordo com o membro do Governo, o novo programa vai dirigir-se a todos os que "não tiveram oportunidade de estudar no tempo mais natural".
 
"Não estou a falar só de população adulta já em idade avançada, mas também daqueles que ainda não conseguiram completar a escolaridade obrigatória e que ainda são jovens, muitos deles entre os 20 e os 30 anos. Com este novo programa, este grupo tem então uma nova oportunidade para se poder valorizar", referiu.
 
Tiago Brandão Rodrigues falou ainda de potenciais destinatários da frequência deste programa como cidadãos que tiveram uma recente "inflexão ao nível do seu percurso profissional".
 
"Estou a pensar ainda em todos aqueles que, por inquietação intelectual, pretendem dar novos passos, valorizando-se ao nível das qualificações", acrescentou.
 
c/ DN
 
Marcelo Rebelo de Sousa revelou ontem e confirmou hoje, sexta-feira, a reposição dos dois feriados religiosos e dos dois feriados civis, suprimidos pelo anterior governo da coligação PSD/CDS-PP, pode ler-se numa nota publicada no site da Presidência.
 
O Presidente da República promulgou o diploma que prevê a reintrodução no calendário do feriado de Corpo de Deus, que é móvel e que este ano se celebra no dia 26 de Maio, e o dia de Todos os Santos, que é assinalado a 1 de Novembro.
 
Na quinta-feira, após uma breve reunião com o Papa Francisco, no Vaticano, Marcelo Rebelo de Sousa revelou a reposição destes feriados, comunicada ao Sumo Pontífice, e que “suscitou o agrado da Santa Sé”.
 
Recorde-se que além da reposição dos feriados religiosos, o Governo liderado por António Costa também já ‘devolveu’ aos portugueses os feriados civis do 5 de Outubro, Implantação da República, e do 1 de Dezembro, Dia da Independência de Portugal.
 
c/ Notícias ao Minuto
 

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