sábado, 14 dezembro 2019
sábado, 02 janeiro 2016 10:57

Encontro com Freud - Crónica VIII

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…”encontrei-me com Freud” para refletir sobre o meu Ano Novo, a experiência de alguém que se considera católica, que acredita num Deus de Amor, e aqui incluo todas as definições do que é o Amor, para cada um de nós, desde que, e isso Freud também explica, seja saudavelmente vivido com os demais, até com Deus.
 

Até hoje não sei se sei rezar, a Fé é um mistério que humildemente penso por vezes ter mas tal como disse nas redes sociais, há sentimentos que não conseguimos transformar em palavras e foi o que vivi ontem/hoje em Fátima.

Como muitos dos meus familiares e amigos sabem, esperei por 2016 em Fátima, altar do mundo, local de culto, meditação, de encontro e de ir ao encontro de algo, alguém ou apenas estar… Levei todos, os que acreditam e os que não, e na troca de olhar entre mim (grão de areia) e a Mãe do Céu, pensei em todos… Que me perdoem os que não acreditam, mas o meu Deus e a Mãe do Céu não se importam com isso e compreendem e aceitam e sabem… porque o meu Deus sabe melhor que eu, o que sinto, o que penso, o que quero, o que preciso e não, muito antes de mim.
 
Há sofrimento, há tristeza e sempre haverá, porque a vida é uma complexidade de estares e de vivências, e o meu Deus percebe as coisas, todas as coisas, mas como um bom amigo insiste em estar comigo em todos os momentos, mesmo naqueles em que não o quero por perto, não gosto Dele e não aceito essas tais coisas que Ele percebe e eu já não…
 
Até hoje não sei se sei rezar, a Fé é um mistério que humildemente penso por vezes ter mas tal como disse nas redes sociais, há sentimentos que não conseguimos transformar em palavras e foi o que vivi em Fátima.
 
Deixo-vos uma frase que li em 2009, “Amo-te, assim como tu és”.
 
Feliz Ano Novo para todos, todos os Anos.
 
Helena Chouriço - Psicóloga
 
 

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