sábado, 14 dezembro 2019
quinta, 14 novembro 2019 00:00

A sinistralidade rodoviária no distrito de Évora é um flagelo

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O balanço da sinistralidade rodoviária no distrito de Évora ocorrida nos 10 meses que já passaram neste ano, em comparação com igual período do ano passado, é extremamente negativo.
 
Segundo os dados provisórios da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, o distrito de Évora é dos que tem maior índice de acidentes graves.
 
Esta situação tem-se agravado nos últimos anos. Depois de vários anos em que a sinistralidade rodoviária foi baixando fortemente no país e no distrito de Évora, os anos mais recentes são de um claro agravamento desta situação.
 
Perante estes factos e por estarmos permanentemente a verificar acidentes atrás de acidentes em estradas do nosso distrito, não se pode ficar de braços cruzados à espera que as coisas se resolvam por si próprias. É fundamental agir.
 
Quase todos os dias vamos vendo notícias na comunicação social sobre acidentes extremamente graves ocorridos nas estradas do nosso distrito. É decisivo actuar urgentemente para acabar com este grave flagelo. 
 
Como tem sido característico nas estradas do Alentejo, a utilização das novas tecnologias (telemóveis, GPS, etc), os despistes, o estado das vias e as condições climatéricas adversas são alguns dos factores que justificam grande parte dos acidentes graves ocorridos no distrito de Évora e na região.
 
Um coisa é certa, é decisivo tomar medidas urgentes. Poderão passar pela realização de mais acções preventivas nas estradas do Alentejo? Aumento do controlo policial? Melhorias na formação e aumento do civismo dos condutores? Intervenções na rede viária? Parece-me que são óbvias estas opções. Mas é preciso agir já!
 
Assumir que o objectivo é, decididamente, apostar fortemente na redução da sinistralidade grave, parece-me algo que deveria ser considerado uma decisiva prioridade.
 
* Deputado António Costa da Silva
Modificado em quinta, 14 novembro 2019 00:54

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