domingo, 28 junho 2020
quinta, 24 setembro 2015 12:49

RC3 envia 30 militares para o Iraque

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Militares partem na última semana de Outubro para uma missão de seis meses Militares partem na última semana de Outubro para uma missão de seis meses DR
O Regimento de Cavalaria 3 (RC3), sedeado em Estremoz, vai enviar 30 militares numa missão para o Iraque. Segundo o comandante da unidade, esta é a segunda força portuguesa destacada para aquele país do Médio Oriente.
 
O Coronel Nuno Duarte explicou à LUSA que a unidade que dirige tem a missão de proceder ao aprontamento de 30 militares, 11 oficiais, 16 sargentos e três praças, provenientes de unidades que pertencem à Brigada de Reacção Rápida (BrigRR) do Exército, sendo que 21 integram as fileiras do RC3, que está também integrado na BrigRR.
 
Nuno Duarte adiantou que os militares partem para o Iraque na última semana de Outubro, numa missão de seis meses. Irão render no dia 6 de Novembro, os militares do Centro de Tropas dos Comandos, que constituíram a primeira força portuguesa destacada para aquele país do Médio Oriente e que partiram de Portugal em Maio deste ano.
 
As três dezenas de militares portugueses vão "ministrar formação e treino às forças iraquianas", no âmbito da coligação internacional contra o Estado Islâmico do Iraque, liderada pelos Estados Unidos, e juntar-se aos militares de outros países.
 
"Os militares estão a preparar-se para cumprirem uma missão na defesa dos valores e interesses ocidentais", disse o Coronel Nuno Duarte.
 
O RC3, a unidade mais antiga em actividade do Exército Português, está instalado em Estremoz há 140 anos, desde 5 de Abril de 1875, e integra a Brigada de Reacção Rápida, com comando em Tancos, uma das principais unidades operacionais do Exército.
 
O Regimento de Cavalaria 3 "Dragões de Olivença" tem origem numa das mais antigas unidades do Exército, fundada em 1707, em Olivença.
 
A Brigada de Reacção Rápida integra na sua maioria militares paraquedistas, comandos e de operações especiais "altamente treinados".
 
A "elevada preparação" dos seus militares e o seu "moderno equipamento" torna a BrigRR como a principal força de intervenção terrestre de Portugal, com inúmeras operações em vários países.
 
c/ LUSA
 
Modificado em quinta, 24 setembro 2015 13:03

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