sábado, 21 setembro 2019
quinta, 16 maio 2019 15:01

Clínica de hemodiálise vai abrir em Estremoz

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A clínica vai servir sobretudo o concelho de Estremoz e concelhos limítrofes A clínica vai servir sobretudo o concelho de Estremoz e concelhos limítrofes DR
Segundo foi adiantado por uma fonte da unidade de saúde, e após mais de oito anos de espera, uma clínica de hemodiálise vai abrir em Julho deste ano em Estremoz , num investimento privado que ronda os 2,5 milhões de euros.
 
Manuel Amoedo, Director Clínico do Centro de Hemodiálise, indicou à LUSA que a unidade, destinada a servir doentes da região, vai abrir após autorização da Administração Regional de Saúde do Alentejo.
 
A abertura desta valência, inexistente no concelho, é aguardada pelos investidores desde 2011, ano em que o edifício ficou construído e com equipamento para começar a funcionar.
 
Manuel Amoedo referiu que a unidade destina-se "a tratar os doentes com insuficiência renal crónica terminal que optem por hemodiálise como terapêutica substituta da função renal".
 
Segundo o responsável, a unidade está equipada com "a mais moderna tecnologia na área da hemodiálise".
 
O material de diálise que vai ser utilizado na clínica foi fornecido pelo Grupo Fresenius Medical Care, adiantou o responsável.
 
De acordo com o clínico, o investimento de cerca de 2,5 milhões de euros inclui a construção do edifício, localizado junto à zona industrial de Estremoz, e o equipamento da clínica.
 
A clínica vai servir sobretudo o concelho de Estremoz e concelhos limítrofes, nomeadamente as zonas a sul de Portalegre e a norte de Évora, entre as quais o concelho de Elvas, indicou Manuel Amoedo.
 
Actualmente, os doentes desta região que necessitam de fazer esta terapêutica têm de se deslocar aos centros de diálise de Évora e Portalegre.
 
De acordo com Manuel Amoedo, a clínica vai diminuir a distância que os doentes desta zona têm de percorrer para fazer o tratamento e descongestionar o centro de diálise de Évora, que "está no limite da sua capacidade".
 
Segundo o responsável, a unidade de Estremoz vai criar entre 10 e 15 postos de trabalho e mais 20 a 25 postos de trabalho em regime de tempo parcial, entre os quais sete médicos e 15 enfermeiros.
 
c/ LUSA
Modificado em quinta, 16 maio 2019 16:22

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