quarta, 05 agosto 2020
A campanha “Juntos vamos equipar os nossos heróis”, que decorreu entre os dias 14 de Maio e 14 de Junho de 2015, permitiu angariar 500 equipamentos individuais completos de combate a incêndios florestais. Os equipamentos, compostos por bota florestal, luvas, cógula, fato de protecção florestal (calças e dólman), capacete e sweatshirt, serão distribuídos por 100 corporações.
 
O Intermarché de Estremoz, no próximo Sábado, quando forem 10 horas da manhã, irá entregar cinco equipamentos completos aos Bombeiros Voluntários de Estremoz.
 
Durante os 31 dias da campanha, milhares de portugueses passaram pelas lojas Intermarché, Bricomarché e Roady e contribuíram para “equipar os nossos heróis” ao comprar um íman no valor de 0,50€ ou os três que formavam um bombeiro completo por 1,50€. O valor angariado reverteu, na totalidade, para a compra de equipamentos individuais de combate a incêndios florestais, contribuindo assim para melhorar a segurança e protecção dos Bombeiros Portugueses.
 
Esta é a segunda campanha conjunta entre o Grupo Os Mosqueteiros e a Liga dos Bombeiros Portugueses com vista a angariação de equipamentos individuais completos de combate a incêndios florestais. No entanto, já entre 2005 e 2007, o Grupo ajudou esta causa através de uma campanha de angariação de fundos, com a qual foi possível entregar cerca de 50 viaturas de combate a incêndio. Em 2014, o Grupo conseguiu entregar 255 equipamentos individuais de combate a incêndios florestais, este ano praticamente duplicaram os resultados.
Os distúrbios causados nas Piscinas Municipais de Estremoz por habitantes de etnia cigana do denominado Bairro das Quintinhas, e os consequentes prejuízos causados naquele espaço de lazer, continuam na ordem do dia e podem mesmo ter desencadeado a tomada de novas medidas por parte da autarquia estremocense em relação à comunidade cigana instalada na entrada norte da cidade de Estremoz.
 
Em declarações à Rádio Campanário, o Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Filipe Mourinha, afirmou que “eles estão ali ocasionalmente… E o comportamento que estão a ter leva a que qualquer dia a Câmara, atendendo aos circunstancialismos de terrorismo puro e duro contra as pessoas, ter que os pôr dali a mexer”. O edil estremocense salienta mesmo que “é o que vai acontecer se eles não tiverem um comportamento em conformidade com a legislação em vigor, que é respeitar o património de cada um”.
 
Quando questionado pela jornalista da estação emissora de Vila Viçosa se a saída da comunidade cigana daquela zona poderá vir mesmo a acontecer, Luís Mourinha é peremptório: “Pode vir a acontecer. Neste momento quem vive à volta daquele bairro tem queixas permanentes, e estamos a ajudar as pessoas a fazer participações criminais contra o vandalismo que se pratica naquela zona”.
 
Modificado em quinta, 16 julho 2015 15:55
É já no próximo Sábado, dia 18 de Julho, pelas 11 horas, na Casa de Estremoz, que Joaquim Rosado irá apresentar o seu livro “Episódios da minha Leucemia - Quero Viver”.
 
Para além de poderem ser escutados episódios sobre a leucemia que atingiu Joaquim Rosado, contados na primeira pessoa pelo próprio autor, na apresentação do livro vai também marcar presença Ricardo Catarino, autor do prefácio do livro, e que irá contar aos presentes o que foi assistindo e como foi lidando com a doença do amigo e colega de profissão.
 
Durante a apresentação será entregue, aos Bombeiros Voluntários de Estremoz, um donativo de 10% das receitas da primeira edição do livro.
 
Uma percentagem dos lucros da segunda edição de “Episódios da minha Leucemia - Quero Viver”, que estará à venda na manhã de Sábado, na Casa de Estremoz, será entregue ao Centro Paroquial de Santo André de Estremoz, para compra de cadeiras de rodas.
 
Esta iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Estremoz.
Modificado em quarta, 15 julho 2015 00:31

O Rossio de Arcos vai ser palco de um dos mais importantes eventos destinados à juventude que se realizam no concelho de Estremoz. Durante três dias, a praça da freguesia estremocense vai garantidamente encher-se de cor, luz, som e muita animação, sempre sob o lema “Isto é a minha praia!”.

As actuações de No Maka, Menasso, Coronel Cantiga, Woodhouse, DJ Grouse, DJ Effect-Z, e do Grupo de Teatro Amadores de Vila Viçosa, em conjunto com o V Torneio Alcatrone Street-Fut, a Aula de Zumba e a V Grande Concentração de Motorizadas Antigas, prometem fazer desta edição do “Arcos Jovem” a melhor de sempre.
 
Ardina do Alentejo” esteve à conversa com Marco Cochicho, um dos elementos da ARCA – Associação Recreativa e Cultural de Arcos, a organizadora do “Arcos Jovem 2015”.
 
Ardina do Alentejo - Quais são as novidades do Arcos Jovem 2015?
Marco Cochicho - A 8ª edição da Festa da Juventude de Arcos - “Arcos Jovem 2015” vai seguir a linha de outras edições, isto é, vai trazer à freguesia de Arcos boas bandas, bons Dj´s, actividades desportivas, de lazer e convívio. A localização será, como desde a primeira edição, no rossio de Arcos, bem no centro da freguesia e este ano o recinto irá apresentar umas melhorias.
 
Ardina do Alentejo - Com que expectativas está a organização para esta edição?
Marco Cochicho - As expectativas estão altas…pois é para isso que trabalhamos, para que cada edição seja melhor que a anterior.
 
Ardina do Alentejo - Consideram-se a Festa da Juventude do concelho de Estremoz?
Marco Cochicho - Não nos consideramos a “Festa da Juventude do concelho de Estremoz”… mas após a extinção da “Juvemoz”, sendo que a última edição já foi há quatro anos (2011), digamos que a par com a “Festa do Castelo”, em Veiros, organizada pela “AJOV”, somos os únicos no concelho a realizar este tipo de eventos.
 
Ardina do Alentejo - Vale a pena todo o esforço e toda a dedicação para colocar de pé uma iniciativa destas?
Marco Cochicho - Nunca é demais lembrar que todo o trabalho realizado pelo “pessoal” da ARCA é voluntário, não remunerado e que abdicamos da nossa vida pessoal para podermos colocar de pé todas as actividades ao longo do ano. Quando se tem força de vontade, espirito de iniciativa, trabalho em equipa, gosto por trazer gente à freguesia e dinamizá-la, vale sempre a pena todo o esforço e dedicação, principalmente quando após cada iniciativa que fazemos, vemos no rosto das pessoas ou em palavras o reconhecimento e satisfação dos que nelas participam.  
 
Ardina do Alentejo - Que mensagem deixas a todos aqueles que vão ler esta entrevista?
Marco Cochicho - Quero convidar, em nome da ARCA, todos vocês para que nos dias 17, 18 e 19 de Julho, se juntem a nós no “Arcos Jovem 2015” para bons momentos de diversão, convívio e muita música. É para vocês que trabalhamos...
Aproveitando a oportunidade, gostava de agradecer à Câmara Municipal de Estremoz, ao comércio local, à Junta de Freguesia de Arcos, em especial ao Presidente António Broa, que desde sempre tem sido incansável no apoio à ARCA.
Modificado em segunda, 13 julho 2015 22:30
A indignação demonstrada, através das redes sociais, por parte de alguns frequentadores das Piscinas Municipais de Estremoz, que no passado dia 28 de Junho, assistiram à “invasão” e ao não cumprimento das mais elementares regras daquele espaço de lazer, por parte de elementos de etnia cigana, moradores no Bairro das Quintinhas, na zona norte da cidade, bem como a manchete do jornal “Brados do Alentejo”, do dia de ontem, quinta-feira, 9 de Julho, com o título “Entrada Proibida - Câmara veda entrada nas piscinas municipais aos moradores das Quintinhas”, fizeram com que o assunto, ainda que de um modo amiúde, fosse falado na cidade branca do Alentejo.
 
Mas a notícia divulgada hoje pela agência LUSA, amplamente divulgada por vários órgãos de comunicação social nacional, e com declarações de Luís Filipe Mourinha, Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, e de José Falcão, do Movimento SOS Racismo, fez com que fossem muitas as partilhas da notícia da agência noticiosa nacional. Os comentários, quer nos sites dos jornais e rádios nacionais, bem como nas diversas páginas que repartiram a informação, são mesmo sem conta…
 

A autarquia, que fala em prejuízos causados por distúrbios, justifica a medida porque "houve pessoas que entraram vestidas nas piscinas e outras que fizeram as necessidades fisiológicas na água". O movimento SOS Racismo diz que a medida "completamente ilegal".

Ao que o “Ardina do Alentejo” conseguiu apurar, os ciganos que estão proibidos de entrar nas piscinas municipais pertencem ao Bairro das Quintinhas. "Há outras pessoas também ciganas, residentes noutras zonas da cidade, que cumprem o regulamento e estão a entrar nas piscinas", explica Luís Mourinha, o presidente da Câmara Municipal de Estremoz, que alega que a autarquia "não tomou esta medida por estar contra a comunidade cigana".
 
Segundo Luís Mourinha, "houve pessoas que entraram vestidas nas piscinas e outras fizeram as necessidades fisiológicas na água e não cumpriram com o regulamento. Por este motivo, fomos obrigados a esvaziar as piscinas para limpeza e desinfestação". O autarca adianta ainda que "o município aguarda o relatório da PSP, com a identificação das pessoas, para pagarem os prejuízos provocados nas instalações".
 
Luís Mourinha garante que "enquanto não forem identificadas as pessoas que provocaram distúrbios e vandalismo e causaram prejuízos ao Município nas piscinas, os moradores do Bairro das Quintinhas não podem entrar".
 
Quem já reagiu a esta proibição foi o movimento SOS Racismo. O movimento afirma que uma denúncia da situação foi enviada para a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial para que "possa actuar em conformidade".
 
José Falcão, do movimento SOS Racismo, considera a medida "completamente ilegal". Em comunicado, o movimento acrescenta que "seguramente em Estremoz não serão apenas elementos da comunidade cigana a provocar distúrbios". O mesmo documento refere ainda que "e, mesmo que assim fosse, é criminoso decidir que toda uma comunidade deve pagar por qualquer coisa que este ou aquele elemento possa ter feito".
 
No comunicado, o SOS Racismo interroga o presidente do município alentejano sobre os distúrbios, considerando que "se houve, que se averigue as responsabilidades e a justiça que actue em conformidade".
 
Sobre o comunicado do movimento, o autarca responde afirmando que o "SOS Racismo deveria ter ouvido o presidente da câmara primeiro, para se informar da situação, antes de acusar o município". Luís Mourinha queixa-se mesmo de que "o comunicado do SOS Racismo é também uma forma de racismo contra o presidente da câmara”.
 
Redacção c/ LUSA
Modificado em sexta, 10 julho 2015 19:44
Ex-líbris da vila de Veiros, o Castelo vai ganhar nova vida entre os dias 10, 11 e 12 de Julho, com a realização de mais uma "Festa do Castelo e da Juventude". O mesmo espaço que viu nascer D. Afonso, iniciador da poderosa Casa de Bragança vai agora conquistar o público, através de um cartaz alternativo ao qual é proibido faltar. 
 
A Associação de Jovens Veirenses (AJOV), entidade organizadora do evento, estima vender cerca de 800 entradas e espera a presença de público com idades compreendidas entre os 8 e os 80 anos de idade. "O evento tem crescido de ano para ano e vai ganhando o seu espaço entre as denominadas festa de Verão. Estão criadas as condições para que as pessoas desfrutem e se divirtam. Quem vem acaba por regressar no ano seguinte", refere um membro da organização.
 
Sexta-Feira - 10 Julho
The Cousins Band - banda reggae /pop rock /pop
DJ Deelight - melhor DJ da noite algarvia
 
Sábado - 11 Julho 
Soversion - banda alentejana com mais internacionalizações
Heartbreakerz - melhor dupla de DJ´s nacionais feminina
 
Domingo - 12 Julho
Sunset com DJ S Silva
 
No local da festa estará patente a exposição "Klecksographie", projecção freudiana em mancha de café, de Pedro Severo Gomes.
 
A "Festa do Castelo e da Juventude" é uma organização da AJOV, com os apoios do Instituto Português da Juventude, Câmara Municipal de Estremoz, Junta de Freguesia de Veiros, Supermercado Amanhecer (Monforte) e Atelier 56.
 
Modificado em quinta, 09 julho 2015 01:28
A loja do Grupo Mosqueteiros vai comemorar no próximo Sábado, dia 11 de Julho, os treze anos de presença na cidade de Estremoz.
 
Para assinalar o momento e divulgar a efeméride, vai circular pelas ruas da cidade branca do Alentejo, entre os dias 8 e 10 de Julho, uma viatura publicitária. No Sábado, em pleno Mercado tradicional, haverá oferta de fruta e distribuição de folhetos promocionais.
 
Ao longo do dia de Sábado, o Intermarché de Estremoz convida todos os clientes a passarem pela sua superfície comercial e desfrutarem de um ambiente de festa, música, cor, alegria e preços baixos.
 
Em jeito de convite, Pedro Esperança, gerente da loja estremocense, envia uma mensagem a todos os seus clientes: “É um dia de festa e só faz sentido ser comemorado se tivermos os nossos clientes por perto. Deixo aqui um convite para que no Sábado venham ao nosso supermercado cantar os parabéns e comer bolo de aniversário connosco”.
 
Instalada na Zona Industrial de Estremoz, a loja do Grupo Mosqueteiros é hoje um espaço comercial de referência para milhares de estremocenses.
 
Modificado em quarta, 08 julho 2015 02:48
A decisão de abandonar o sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Centro Alentejo já há muito que tinha sido tomada por parte da edilidade liderada por Luís Filipe Mourinha. Para que essa saída, decidida no ano de 2010, fosse consumada em pleno, faltava apenas uma assinatura. E essa assinatura chegou há dias, pela mão do Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, que homologou no passado dia 26 de Junho, o Acordo de Transação, que permite ao Município de Estremoz abandonar o sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Centro Alentejo.
 
Este Acordo de Transação, aprovado pela Câmara Municipal de Estremoz na sessão do dia 3 de Junho deste ano, visa pôr termo ao litígio que existia entre o Município e a Águas do Centro Alentejo, na sequência da decisão da autarquia estremocense em abandonar o sistema multimunicipal.
 
Nos termos do acordo, o Município estremocense pagará a quantia total de 365.313 euros, relativa a despesas realizadas pela empresa Águas do Centro Alentejo no concelho de Estremoz, nomeadamente as referentes a processos de expropriação e à realização de estudos e projectos de investimentos previstos no âmbito daquele sistema. Segundo nota de imprensa enviada às redacções, “o pagamento desta quantia será efectuado em três anos, a partir de Janeiro de 2016”.
 
O Município de Estremoz salienta que “volvidos mais de cinco anos” vê esta questão resolvida, e assegura que a partir deste momento pode “encetar as diligências necessárias para administrar plenamente o abastecimento de água e assegurar o seu saneamento”. A autarquia assegura ainda que pode “candidatar-se à realização de vários investimentos nestas áreas a fundos comunitários, no âmbito do Portugal 2020”.
 
A edilidade liderada por Luís Mourinha acrescenta que “só devido às negociações que já vinham a decorrer no sentido do abandono do sistema, foi possível realizar o investimento para a remodelação da ETAR de Estremoz, bem como dar início à elaboração de vários projectos na área do abastecimento e saneamento, projectos esses cuja execução será da responsabilidade do Município”.
 
Modificado em terça, 07 julho 2015 02:25
Com a inauguração do “Observatório de Ciências da Terra Professor Mariano Gago”, ocorrida na passada sexta-feira, dia 5 de Junho, o Centro Ciência Viva de Estremoz (CCVE) celebrou condignamente o seu 10º aniversário.
 
Todos aqueles que agora se desloquem ao centro estremocense podem observar de uma forma inédita e diferente o planeta Terra, num novíssimo espaço instalado no Convento das Maltezas.
A cerimónia de inauguração contou com a presença de diversas individualidades, das quais destacamos Luís Filipe Mourinha, Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Ana Costa Freitas, Reitora da Universidade de Évora, e Rosalia Vargas, Directora do Pavilhão do Conhecimento e Presidente da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Cientifica e Tecnológica.

 
Durante a sua alocução, Rui Dias, Director do CCVE, fez um balanço dos 10 anos de vida do CCVE, agradeceu o empenho de toda a equipa que com ele trabalha, e agradeceu igualmente o empenho de todos os associados do centro (Universidade de Évora, Câmara Municipal de Estremoz, Agência Ciência Viva e DGest). 
 
Referiu que “estes 10 anos têm sido muito especiais, onde temos crescido muito, o que tem feito com que o número de visitantes do centro tenha aumentado de uma forma acentuada”. Para que se tenha uma noção concreta dos números, Rui Dias salientou que “nos quatro primeiros meses deste ano subimos 37% em relação aos mesmos quatro meses do ano passado. São mais de 14 mil pessoas que já vieram ao centro em 2015”.
 
Concluiu a sua intervenção lembrando a pessoa que dá nome ao Observatório de Ciências da Terra, o Professor Mariano Gago, “sem a qual não estaríamos hoje aqui”.
 
Luís Mourinha recordou o Professor Mariano Gago, com quem privou no arranque do CCVE, como sendo “um homem com visão de futuro, da qual beneficiamos todos hoje com o Centro Ciência Viva de Estremoz”. Acrescentou ainda que “apesar de ser um Ministro que não vai ser esquecido, o facto de o CCVE atribuir o seu nome a este espaço é dar continuidade ao sentimento de agradecimento que todas as pessoas ligadas à Ciência e ao Ensino em Portugal têm para com Mariano Gago”.
 
O presidente da edilidade estremocense não quis concluir a sua intervenção sem deixar de agradecer, em nome do Município de Estremoz, a “todos os funcionários desta casa” pelo trabalho desenvolvido.
 
Para a Reitora da Universidade de Évora (UE), Mariano Gago era uma pessoa “perigosamente inteligente”. Ana Costa Freitas acentuou esta sua tese salientando que “ele falava e quando nós chegávamos lá, já ele estava noutra”. 
 
A Reitora sublinhou ainda que “o Observatório de Ciências da Terra”, do qual foi assinado um protocolo entre o CCVE e o Instituto Ciências da Terra da UE, “não é mais do que o consolidar de uma parceria que este centro tem tido sempre com a UE, que tem sido importante, que tem ajudado à consolidação do centro mas também tem ajudado muito a UE”.
 
Concluiu referindo que “o mais importante nestes centros é dar uma apetência pela ciência que todos nós precisamos que seja educada ao longo da vida. E é isso que tem aqui sido feito com muito sucesso”.
 
Um Centro de Ciência é um espaço de conhecimento e de maravilhamento, mas um Centro de Ciência Viva ainda o é mais. Se falarmos do Centro Ciência Viva de Estremoz então não nos restam quaisquer dúvidas de que temos esta equação elevada ao expoente máximo” frisou Rosalia Vargas durante a sua intervenção. 
 
Sobre a homenagem a Mariano Gago, a Directora do Pavilhão do Conhecimento e Presidente da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Cientifica e Tecnológica, relembrou que o malogrado Ministro foi “o grande mentor de todas as iniciativas que contribuíssem para a apropriação da Ciência pelo público”. Sublinhou que “tivemos muita sorte em ter um cientista, um político e um democrata, tudo junto numa só pessoa”. 
 
Depois da degustação de algumas iguarias da região, foi inaugurado o “Observatório de Ciências da Terra Professor Mariano Gago”, tendo a primeira apresentação realizada neste novo espaço do CCVE sido feita por Máximo Ferreira, Director do Centro Ciência Viva de Constância.
 
 
Modificado em quinta, 11 junho 2015 12:52