quinta, 26 abril 2018
Foi vendido na Papelaria São Cópias, na Rua Victor Cordon, em Estremoz, propriedade de João José Pardal do Carmo, o primeiro prémio da Lotaria Clássica.
 
O número sorteado, e que rendeu de prémio um valor total de 120 mil euros, foi o 36930.
 
O sorteio da lotaria dedicada ao 133º aniversário do Museu de São Roque decorreu no dia de ontem, 15 de Janeiro.

FIAPE 2018 já tem data marcada

Escrito por terça, 16 janeiro 2018 16:46
Através do seu site, a Câmara Municipal de Estremoz anunciou recentemente as datas da edição de 2018 da FIAPE – Feira Internacional Agropecuária de Estremoz.
 
Aquele que é considerado por muitos como o maior evento agropecuário a Sul do Tejo, e que alberga a 36ª edição da Feira de Artesanato de Estremoz, realiza-se na cidade branca do Alentejo, no Parque de Feiras e Exposições estremocense, entre os dias 27 de Abril, sexta-feira, e 1 de Maio, terça-feira, feriado.
 
A autarquia liderada por Luís Filipe Mourinha anuncia que brevemente haverá mais novidades sobre o certame, que este ano comemora 32 anos de existência.
Segundo informação veiculada pelo Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Filipe Mourinha, uma empresa de capitais chineses prevê investir cerca de 64 milhões de euros na construção de um complexo residencial na área da saúde e bem-estar em Estremoz.
 
Em declarações à agência Lusa, o autarca indicou que o empreendimento, denominado "Concorde Enclave" e cujas obras devem começar este ano, representa "o maior investimento de sempre em Estremoz", estando prevista a criação de cerca de 200 postos de trabalho, após começar a funcionar.
 
O complexo vai ser construído num terreno a disponibilizar pelo Município, situado entre o Parque de Feiras e Exposições da cidade e o Estádio Municipal de Estremoz, adiantou Luís Mourinha.
 
O investimento é responsabilidade da empresa Prospect Time International Investment (Portugal), Lda., com sede em Elvas, que tem como empresa-mãe a Prospect Time International Investment Limited, com sede em Hong Kong, China.
 
O "Concorde Enclave" inclui um centro de saúde e bem-estar, centro de negócios, comércio e serviços industriais relacionados com a hotelaria, centro de entretenimento, complexo residencial, centro médico e clínicas, restaurante e um centro de apreciação de artes, explicou o Presidente da autarquia estremocense.
 
O conceito de design para o espaço do "Concorde Enclave" consiste em ser uma área "amiga do ambiente", equipada com as "últimas inovações mundiais" em matéria de inteligência artificial e novas tecnologias, referiu Luís Mourinha.
 
O acordo de colaboração entre a Câmara Municipal de Estremoz e a Prospect Time International Investment (Portugal) Lda. foi aprovado, por unanimidade, na mais recente reunião do executivo municipal, realizada na passada quarta-feira, dia 10 de Janeiro.
 
O acordo prevê que o Município de Estremoz disponibilize uma parcela de terreno, até ao máximo de sete hectares de área, enquanto a empresa fica responsável por efectuar o projecto e instalar o complexo residencial na área da saúde e bem-estar.
 
c/ LUSA
A descida de impostos é uma das promessas eleitorais mais populares e foram muitos os candidatos nas últimas eleições autárquicas que se socorreram desta bandeira. E os resultados estão à vista: num mapa em que praticamente metade dos concelhos está encostado à taxa mais baixa do imposto municipal sobre os imóveis, os residentes em 52 concelhos vão pagar menos IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) em 2018. E há também mais autarquias a dar o desconto às famílias com filhos.
 
Em 2018, serão sete os concelhos da região Alentejo (Borba, Estremoz, Redondo, Beja, Ferreira do Alentejo, Serpa e Vidigueira) que registam uma descida do IMI e três os concelhos (Vila Viçosa, Mourão e Cuba) onde o IMI vai subir. Nos distritos de Beja, Évora e Portalegre são já 27 os concelhos que colocam em prática o Plano IMI Familiar. O IMI Familiar funciona da seguinte forma: para agregados com um dependente, o valor de dedução fixa é de 20 euros, para dois dependentes, 40 euros e para três ou mais dependentes 70 euros.
 
A nível nacional, 234 autarquias vão manter as taxas inalteradas e apenas nove municípios vão aumentar a taxa do imposto municipal, com praticamente metade dos concelhos a cobrar já a taxa mais baixa sobre os imóveis.
 
Conforme estipula o Código do IMI as taxas podem variar entre os 0,3% e os 0,45%, excepto nos municípios abrangidos por programas de apoio à economia local que podem aplicar uma taxa de 0,5%.
 
As taxas de IMI são definidas anualmente pelas Assembleias Municipais por proposta dos executivos camarários. Por lei têm de ser comunicadas ao Fisco até ao dia 30 de Novembro de cada ano.
 
São estas as taxas de IMI para 2018, aplicadas nos concelhos da região Alentejo.
 
Distrito de Évora
Alandroal – 0,50%
Arraiolos – 0,30%
Borba – 0,42%
Estremoz – 0,32%
Évora – 0,45%
Montemor-o-Novo – 0,30%
Mora – 0,30%
Mourão – 0,50%
Portel – 0,30%
Redondo – 0,375%
Reguengos de Monsaraz – 0,375%
Vendas Novas – 0,34%
Viana do Alentejo – 0,30%
Vila Viçosa – 0,35%
 
Distrito de Portalegre
Alter do Chão – 0,30%
Arronches – 0,30%
Avis – 0,30%
Campo Maior – 0,30%
Castelo de Vide – 0,30%
Crato – 0,30%
Elvas – 0,40%
Fronteira – 0,30%
Gavião – 0,30%
Marvão – 0,30%
Monforte – 0,30%
Nisa – 0,30%
Ponte de Sor – 0,30%
Portalegre – 0,40%
Sousel – 0,40%
 
Distrito de Beja
Aljustrel – 0,325%
Almodôvar – 0,30%
Alvito – 0,30%
Barrancos – 0,30%
Beja – 0,35%
Castro Verde – 0,30%
Cuba – 0,35%
Ferreira do Alentejo – 0,375%
Mértola – 0,375%
Moura – 0,30%
Odemira – 0,33%
Ourique – 0,40%
Serpa – 0,31%
Vidigueira – 0,33%
 
Na região Alentejo, os municípios aderentes ao IMI Familiar em 2018 são:
Distrito de Évora
Borba
Portel
Redondo
Reguengos de Monsaraz
Vendas Novas
Viana do Alentejo
Vila Viçosa
 
Distrito de Portalegre
Alter do Chão
Arronches
Avis
Campo Maior
Castelo de Vide
Crato
Elvas
Fronteira
Marvão
Monforte                                                                 
Nisa
Ponte de Sor
Portalegre
Sousel
 
Distrito de Beja
Almodôvar
Beja
Ferreira do Alentejo
Mértola
Odemira 
Ourique
O estremocense José Domingos Ramalho é o novo director do Centro Distrital de Évora da Segurança Social, sucedendo a Sónia Ramos, afastada do cargo no passado mês de Dezembro.
 
"Estas cessações de comissões de serviços prendem-se com a necessidade de imprimir uma nova orientação à gestão dos serviços que passa por conferir uma nova dinâmica à prossecução das prioridades e objetivos delineados para a área da Segurança Social", justificou, na altura, fonte do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
 
José Domingos Carvalho Ramalho, natural de Estremoz, é licenciado em Sociologia pela Universidade de Évora, e Mestre em Sociologia, na variante Recursos Humanos e Desenvolvimento Sustentável, na Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora, onde defendeu a tese “O Modelo de Implementação de Serviços Partilhados na Delegação Regional do IEFP Alentejo”.
 
Possui o título de Grafólogo de 1º Nível pelo Centro de Formación en Técnicas de Evaluación Psicológica de Buenos AiresArgentina.
 
Foi formador do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP, IP) em diversas temáticas nomeadamente em Cursos de “Formação Pedagógica de Formadores”, "Dinâmica de Grupos”, “Higiene e Segurança no Trabalho” e "Relações Humanas".
 
É detentor do Curso FORGEP – Programa de Formação em Gestão Pública, realizada pelo INA – Direção Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas.
 
Colaborador de várias revistas técnicas e científicas, possui artigos publicados em diversos números de revistas e jornais da especialidade.
 
Desempenhou funções de Técnico Superior na Delegação Regional do Alentejo do IEFP e de Conselheiro de Orientação Profissional no Centro de Emprego de Estremoz. Foi Técnico Superior do Euro Gabinete – PME no Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI), em articulação com o Euro Gabinete – Informação Comunitária.
 
Entre 1999 e 2001 foi Delegado Distrital do Serviço Nacional de Protecção Civil (SNPC) e entre 2005 e 2012 foi director do Centro de Emprego de Estremoz.
 
Desde 2016 que é coordenador do Centro Qualifica do Centro de Emprego e Formação Profissional de Évora, e membro de várias Comissões de Protecção de Jovens e Crianças do Distrito de Évora.
 
É quadro superior do IEFP, e desde 2016 que desempenhava funções de director do Centro de Emprego e Formação Profissional de Évora.
É costume ouvir-se dizer que a ciência está em constante evolução e começa a ser igualmente uma constante ouvir-se falar na estremocense Rita Guerreiro, sempre que a ciência dá um passo em direcção ao desenvolvimento de novos fármacos ou na descoberta de perfis genéticos relacionados com as doenças neurodegenerativas.
 
E voltou a acontecer. Mas agora em forma de casal. A equipa coordenada por Rita Guerreiro e pelo seu marido José Brás, um casal de investigadores portugueses que dirige um laboratório no Instituto de Investigação de Demência na University College de Londres (UCL), e que envolveu 65 investigadores de 11 países, publicou na revista The Lancet Neurology, um estudo que pode ajudar a desenvolver novos fármacos que tenham como alvo os marcadores identificados para a demência dos corpos de Lewy. Além da parceria profissional e científica com quase 20 anos de história, Rita e José são também marido e mulher há cinco anos.
 
A denominada demência dos corpos Lewy, apesar das muitas semelhanças com a doença de Alzheimer e de Parkinson, não é a mesma coisa. Esta equipa internacional confirmou isso mesmo com um trabalho que resultou numa identificação mais precisa do seu perfil genético único que revela alguma das diferenças entre estas doenças neurodegenerativas.
 
Os corpos de Lewy são agregados de proteínas que se desenvolvem no interior de células nervosas em algumas doenças neurodegenerativas. Uma dessas doenças chama-se precisamente demência dos corpos de Lewy e representará entre 10 a 15% de todos os casos de demência. O actor Robin Williams, que se suicidou há três anos, tinha esta doença.
 
Numa entrevista conduzida por Andrea Cunha Freitas, do jornal Público, José Brás, investigador na UCL que coordenou o estudo publicado este mês na revista The Lancet Neurology explicou que “esta doença tem algumas características da doença de Alzheimer e outras da doença de Parkinson, o que faz com que o diagnóstico seja difícil e que historicamente tenha sido pouco estudada enquanto uma entidade clínica independente”.
 
José Brás assinala que o abrangente estudo genético realizado com Rita Guerreiro, que envolveu 1743 pessoas com demência dos corpos Lewy, 1324 amostras patológicas avaliadas pos mortem e 4454 participantes em grupos de controlo, clarifica “a assinatura genética distintiva da doença”.
 

É como se estivéssemos a lidar com vários elementos da mesma família com muitos dos mesmos apelidos mas às vezes com um nome trocado de sítio. Mas que, note-se, são “pessoas” (leia-se doenças) diferentes e com nomes muito longos, com muitos apelidos. As diferenças são marcadores genéticos e podem ajudar a melhorar os ensaios clínicos e levar a tratamentos mais direccionados.
 
Os cientistas olharam para os lugares fixos num cromossoma onde está situado determinado gene ou marcador genético, denominados loci. Ou seja, procuraram encontrar o lugar dos apelidos na assinatura da demência dos corpos de Lewy. Assim, perceberam, por exemplo, que dois dos loci genéticos (nos genes APOE e GBA) estavam significativamente associados a esta forma de demência e partilhavam as mesmas associações para a Alzheimer (no caso do APOE) e para a Parkinson (no caso de GBA). Outro dos loci identificados para a demência dos corpos de Lewy, do gene SNCA que está ligado à produção de uma proteína (alfa-sinucleína), está também fortemente ligado à doença de Parkinson, mas (neste caso) de uma forma diferente: o estudo revelou que uma parte diferente do mesmo gene está vinculada a esta outra forma de demência.
 
A equipa de investigadores também percebeu que alguns loci associados à doença de Alzheimer e à Parkinson não parecem estar associados à demência dos corpos de Lewy. Não estão na assinatura desta doença. “Como os loci de genes que anteriormente estavam associados a demência dos corpos de Lewy também estavam implicados na Alzheimer e na Parkinson, não era claro se as raízes genéticas desta forma de demência eram simplesmente uma combinação das outras duas doenças. Confirmamos que, em vez disso, tem seu próprio e único perfil genético”, explica Rita Guerreiro, que é a primeira autora do artigo científico.
 
Tornar a assinatura genética desta doença mais clara e nítida pode ajudar a diagnosticar esta forma de demência e distingui-la da Parkinson e da Alzheimer? “Para já, não”, responde José Brás que explica que “os efeitos de cada um destes marcadores genéticos no risco para o desenvolvimento da doença são pequenos” e não são suficientes para dizer que uma pessoa com estas versões pode vir a ter esta doença.
 
A clarificação feita no estudo pode, no entanto, ajudar a explorar novas terapêuticas permitindo “distinguir e categorizar indivíduos para ensaios clínicos de fármacos para estas doenças”, sublinha o investigador que integra a Sociedade de Alzheimer do Reino Unido que financiou este estudo que contou também com o apoio da Sociedade Corpos de Lewy. “Se um ensaio clínico de um fármaco para Alzheimer incluir indivíduos com demência dos corpos de Lewy, por exemplo, os resultados vão ser ‘contaminados’ pela inclusão destes indivíduos com uma doença, que, embora semelhante, é uma entidade distinta”. Esta investigação oferece, portanto, mais um “filtro” de informação – genética – para ajudar a fazer a distinção entre estas doenças neurodegenerativas.
 
Os resultados do estudo também levaram os cientistas a chegar até uma estimativa de heriditabilidade desta forma de demência que será de 36%. “Este resultado não quer dizer que há 36% de hipóteses da doença ser herdada por gerações mais novas. Quer dizer que, na nossa amostra de indivíduos, a diferença entre casos e controlos tem 36% de explicação pela componente genética”, esclarece José Brás.
 
Um dos aspectos mais importantes do trabalho foi identificar uma componente genética nesta doença. Algo que até agora não era tido como certo”, resume o cientista, que acredita que as implicações mais imediatas deste trabalho poderão ser observadas “na caracterização e inclusão de indivíduos em ensaios clínicos de novos fármacos para demência dos corpos de Lewy”. Os resultados revelaram também genes e proteínas envolvidos na doença que podem agora ser estudados e explorados para compreendermos melhor o seu papel exacto e poderão ser usados como alvos para o desenvolvimento de fármacos específicos.
 
c/ Andrea Cunha Freitas - Público
Em conjunto com a Polícia de Segurança Pública (PSP), a ASAE – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica realizou recentemente, nas cidades de Évora e de Estremoz, uma grande operação de fiscalização dirigida especialmente aos estabelecimentos de diversão nocturna.
 
Segundo informou a própria ASAE, no âmbito dessa operação de fiscalização conjunta, foi instaurado um processo-crime por violação do direito de autor e dos direitos conexos (usurpação), com um detido e com a apreensão de computador portátil no valor de 2300 euros e de um disco externo no valor de 70 euros.
 
Cumulativamente, foram instaurados oito processos contraordenacionais pela venda ou disponibilização de bebidas alcoólicas a menores, por incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, da gestão de separação de resíduos e de implementação ou aplicação de processos permanentes baseados nos princípios HACCPAnálise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo, entre outros.
 
E em 2017, o Natal chegou mais cedo à casa de uma jovem estremocense.
 
Entre os meses de Julho e Setembro, a De Rigo Vision, um dos principais líderes mundiais em design, produção e distribuição de óculos de sol e armações de grande qualidade, desenvolveu a nível nacional, um concurso em que era pedido a quem adquirisse armações das marcas Police, Tous ou Spring, que elaborasse uma frase em que constasse o nome da óptica onde foi efectuada a compra e a marca das respectivas armações.
 
Com a quadra “Logo que mudei de lentes | a visão foi melhorando | os aros são Police | da loja Versão de Luz, a óptica do Sr. Fernando”, a cliente da óptica estremocense Versão de Luz, Filipa Perpétua, de apenas 12 anos, ganhou o segundo prémio deste concurso, nada mais, nada menos, que um fim-de-semana para três pessoas, em Madrid, no Parque Warner Brothers, um dos parques mais vanguardistas de toda a Europa, especialmente pelas suas atracções, muitas delas únicas no Velho Continente, como a “Torre de Caída Libre”, a segunda mais alta do mundo, para além de dezenas de atracções destinadas às crianças e respectivos familiares.
 
Durante a cerimónia de entrega do voucher com o prémio, cerimónia essa que contou com a presença de uma representante da De Rigo Vision, e de Fernando e Carla Cardoso, o simpático casal proprietário da Óptica Versão de Luz, a felicidade estampada no rosto da jovem Filipa Perpétua era por demais visível.
 
Boa viagem Filipa!
Segundo afirmou o Presidente do Município estremocense quase todos os lotes da primeira fase da Zona Industrial de Arcos, no concelho de Estremoz, já foram vendidos para a instalação de empresas de diferentes sectores de actividade.
 
O autarca adiantou que faltam vender apenas três dos 62 lotes da primeira fase da zona industrial, inaugurada em Maio deste ano, e que os 22 da segunda fase serão vendidos posteriormente.
 
Segundo o edil estremocense, a obra de construção das infraestruturas, candidatada a fundos comunitários, através do programa Alentejo 2020, ficou orçada em 2,5 milhões de euros, que, juntamente com o valor da compra de terrenos, ascende a um total de seis milhões de euros de investimento na zona industrial.
 
Luís Mourinha afirmou que "esta zona industrial pretende criar mais e melhores condições para que as empresas se possam instalar no concelho, permitindo a criação de mais postos de trabalho e contrariar o despovoamento da região".
 
Entre as empresas que se vão instalar na Zona Industrial de Arcos contam-se uma de produção de alimentos compostos para animais, uma de máquinas e ferramentas diamantadas para o sector das rochas ornamentais, uma fábrica de piscinas e uma unidade industrial do sector da metalomecânica.
 
Unidades industriais para engarrafamento de vinhos e azeites, produção de azeitona e tremoço de conserva, doces regionais e artigos em betão, além de várias oficinas e armazéns, vão também investir naquela zona industrial.
 
De acordo com o município, as infraestruturas desta área de acolhimento empresarial possui 84 lotes de terreno, de grande, média e pequena dimensão, o que possibilita que "uma maior diversidade de empresas se possa ali instalar".
 
A obra das infraestruturas da zona industrial compreendeu a execução dos arruamentos e das redes de abastecimento de águas, de saneamento, de energia e de telecomunicações, assim como a intervenção nos espaços exteriores.
 
Como já foi afirmado por diversas vezes pelo município, a localização desta zona industrial constitui "um polo de atracção" de empresas de Estremoz, mas também de toda a zona dos mármores, podendo vir a albergar empresas dos vizinhos concelhos de Borba e Vila Viçosa que procurem lotes de terreno com maiores dimensões.
 
c/ LUSA

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