sábado, 21 setembro 2019
Na madrugada do passado sábado, dia 14 de Julho, um militar do Núcleo de Investigação Criminal de Estremoz da Guarda Nacional Republicana (GNR) ficou ferido ao tentar deter um individuo que estaria a furtar gasóleo em Estremoz.
 
Ainda de acordo com a informação que está a ser avançada pela TVI24, o militar tentou deter em flagrante delito o individuo, tendo tentado agarrá-lo através da janela do carro, sendo arrastado a uma velocidade aproximada de 60 quilómetros horários.
 
No decorrer da acção, o militar, que sofreu algumas escoriações, teve de receber assistência hospitalar no Serviço de Urgências Básicas (SUB) do Centro de Saúde de Estremoz.
 
A TVI24 adianta ainda que um segundo elemento da GNR foi alvo de tentativa de atropelamento, no seguimento de mais uma ordem de paragem.
 
O suspeito ainda não foi capturado pelas autoridades.
Modificado em segunda, 15 julho 2019 03:30
O Comando Distrital de Évora da Polícia de Segurança Pública (PSP), através da Esquadra de Estremoz, deteve no dia de ontem, quinta-feira, 11 de Julho, um homem de 36 anos, na zona da cidade branca do Alentejo, por transporte de tabaco ilegal.
 
O homem, de nacionalidade brasileira, é ainda suspeito da prática do crime de introdução fraudulenta no consumo.
 
Segundo um comunicado da PSP enviado às redacções, o detido conduzia um veículo ligeiro de mercadorias no qual transportava 271 quilos de tabaco avulso, distribuídos por sacos individuais.
 
Na mesma nota a PSP esclarece que a quantidade de tabaco proveniente da zona de Mérida, em Espanha, e que tinha como destino Odivelas, na zona de Lisboa, era suficiente para produzir cerca de 271 mil cigarros, traduzindo-se numa fraude ao Estado de 47.154 euros.
 
O suspeito foi constituído arguido e fica a aguardar julgamento com termo identidade e residência, tendo a mercadoria e a viatura sido apreendidas
O Tribunal da Comarca de Estremoz, absolveu hoje, quarta-feira, dia 10 de Julho, o ex-Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Mourinha, que estava acusado pelo Ministério Público (MP) de dois crimes de peculato de uso.
 
Na sentença proferida, o Tribunal de Estremoz considerou válidos os fundamentos invocados pelo arguido, que justificaram o uso do veículo municipal nas datas em que lhe estavam imputados comportamentos de peculato de uso.
 
Em declarações à LUSA, Miguel Raimundo, advogado do antigo autarca, disse que se fez justiça com o tribunal a "dar provimento às justificações apresentadas pelo arguido".
 
Luís Mourinha, que foi eleito pelo Movimento Independente por Estremoz (MiETZ), estava acusado de, em 2013 e 2014, ter efectuado "duas viagens de lazer e em proveito próprio, em viatura do município, ao Estádio da Luz, em Lisboa", para assistir a dois jogos do Benfica.
 
Segundo a acusação, o então autarca deslocou-se de Estremoz a Lisboa, no dia 10 de Dezembro de 2013, para assistir ao jogo Benfica - PSG e, no dia 7 de Abril de 2014, para presenciar o jogo Benfica - Rio Ave.
 
Na primeira sessão do julgamento, que decorreu a 10 de Abril deste ano, Luís Mourinha alegou ter recebido convites da Caixa Geral de Depósitos, como Presidente do Município, para assistir a ambos os jogos, no camarote da instituição bancária, aproveitando também as deslocações a Lisboa para efectuar reuniões de trabalho para tratar de assuntos relacionados com a autarquia.
 
Nas contas apresentadas em tribunal, na primeira sessão do julgamento, as despesas efectuadas pelo arguido correspondiam a um valor não inferior a 117,77 euros.
 
Segundo o antigo autarca, o julgamento do caso resultou de uma "queixa anónima", tendo sido pronunciado em Dezembro de 2018 pela prática de dois crimes de peculato de uso.
 
Na acusação, o MP indicava que os crimes tinham sido "praticados durante os anos de 2013 e 2014" quando o autarca se aproveitou das suas funções para fazer "uso da viatura" que lhe estava afecta para "realizar viagens de lazer e cariz particular e em proveito próprio e em prejuízo do Município".
 
Em Julho de 2018, quando o MP deduziu acusação, o então Presidente da Câmara alegou que o processo estava relacionado com a sua ida a jogos de futebol do Benfica num carro do Município, negando que tenha violado a lei.
 
Na sequência de um outro processo judicial, Luís Mourinha deixou a presidência do Município de Estremoz, no início de Fevereiro deste ano, após ter perdido o mandato devido a uma condenação por prevaricação e de o Tribunal Constitucional ter negado provimento ao recurso apresentado pelo então autarca.
 
A condenação, que incluiu ainda a pena suspensa de dois anos e oito meses de prisão e o pagamento de subsídios e de uma indemnização, estava relacionada com uma queixa-crime apresentada em 2010 contra o então autarca devido ao alegado corte de um subsídio à Liga dos Amigos do Castelo de Évora Monte (LACE).
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 10 julho 2019 23:12
O Palácio dos Marqueses de Praia e Monforte irá receber, de 20 de Setembro a 6 de Dezembro, uma Formação sobre Técnicas de Produção de Bonecos de Estremoz.
 
O curso, que tem a duração de 150 horas, será leccionado 5ªs e 6ªs feiras, das 18 às 22 horas, e sábados, das 09 às 17 horas. De nível QNQ 2, esta formação tem vagas limitadas a 16 formandos, e destina-se a todas as pessoas, sendo necessário efectuar uma inscrição, gratuita, para o Museu Municipal de Estremoz, através do telefone 268 339 219, ou pelo email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
 
No plano curricular constam disciplinas como Introdução à História da Cerâmica, Técnicas de Conformação Manual, Técnicas de Acabamento - Cerâmica, Execução de Projectos Criativos - Formas Tradicionais e Decoração de Projectos Simples de Cerâmica, administradas pelos formadores Hugo Guerreiro, Luís Parente, Isabel Borda de Água e Jorge da Conceição Palmela.
 
Esta iniciativa é uma parceria entre o CEARTE - Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património e o Município de Estremoz, tendo como principal objectivo dar formação de qualidade a quem quiser aprender tudo, sobre os Bonecos de Estremoz, Património Cultural Imaterial da Humanidade.
Modificado em quarta, 10 julho 2019 02:30
Devido ao facto de se irem realizar trabalhos de pintura e de conservação da Porta de Santo António, o Município de Estremoz informa que esta artéria de saída da cidade estará encerrada ao trânsito nos dias 10, 11 e 12 (quarta a sexta-feira), e dia 15 de julho (segunda-feira).
 
Como alternativa os automóveis ligeiros, saindo do centro da cidade pela Rua Victor Cordon, poderão seguir pelo Largo de São José e pela Avenida Dr. Marques Crespo. Já os autocarros e viaturas pesadas terão como alternativa de saída do centro da cidade a Avenida 25 de Abril.
 
Agradecendo a colaboração de todos, o Município de Estremoz pede desculpa pelo transtorno que este encerramento ao trânsito possa causar. 
 
Faltavam poucos minutos para as 14 horas, do dia de ontem, 08 de Julho, quando o alerta chegou ao Quartel dos Bombeiros Voluntários de Estremoz: uma parturiente, residente em Estremoz, queixava-se de contracções e necessitava de assistência.
 
De imediato foi enviada uma ambulância para o local. Quando o Subchefe da corporação estremocense Manuel Parreira, e o Bombeiro de 2ª Fábio Godinho chegaram à Urbanização do Monte da Razão, a situação já tinha evoluído de umas normais contracções para um parto eminente.
 
Auxiliados pelo 2º Comandante dos Bombeiros Voluntários de Estremoz, Januário Coradinho, e pelo Bombeiro de 3ª Afonso Coradinho, vizinhos da parturiente, os quatro homens cumpriram a sua missão, e ajudaram a trazer ao mundo a pequena Alice.
 
Manuel Parreira contou à nossa equipa de reportagem que apesar da situação “surpreendente devido à urgência da menina em querer nascer”, porque quando “recebemos a chamada a indicação era de que se tratava de uma senhora com contracções, e não estávamos à espera de encontrar no local uma situação de parto eminente, não houve nervosismo da nossa parte, correu tudo bem”. 
 
O subchefe revelou ainda que, depois de concluído o parto, “que correu dentro da normalidade, e sem grandes atribulações”, mãe e recém-nascida foram conduzidas pelos bombeiros estremocenses à maternidade do Hospital do Espírito Santo (HESE), em Évora, onde “foram observadas, verificando-se que estava tudo bem com as duas”. A pequena Alice Fonseca, que à semelhança da sua mãe, ainda se encontra internada no HESE, nasceu com 3,650 quilos.
 
Esta foi a primeira vez que estes quatro bombeiros estremocenses prestaram assistência a um parto, numa situação cada vez mais frequente no interior do país. “Cada vez se veem mais casos destes, porque os hospitais estão distantes e por vezes o acompanhamento não é o correcto ou é tardio” salientou Manuel Parreira. 
 
Os quatro bombeiros envolvidos neste parto, assim como todos os elementos da corporação estremocense, e a equipa do Ardina do Alentejo, desejam à pequena e "apressada" Alice, aos seus pais, e ao seu irmão, as maiores felicidades.
Modificado em terça, 09 julho 2019 10:33

Sábado há Mercado do Lago em Estremoz

quinta, 04 julho 2019 12:21
No próximo sábado, dia 6 de Julho, o artesanato urbano vai estar em foco em Estremoz, com a realização da nona edição do “Mercado do Lago”, feira organizada pelo Município de Estremoz, que conta com a participação de mais de uma dezena de expositores e que pretende dinamizar o centro da cidade, mais concretamente a zona envolvente ao Lago do Gadanha, um monumento do período barroco e um dos ex-libris da cidade branca do Alentejo, mas também dar ao tradicional e secular mercado de sábado e à feira de antiguidades e velharias, que se realizam aos sábados, mais um motivo de interesse.
 
A organização quer também dar a conhecer um artesanato “mais utilitário e mais contemporâneo, que se desvie do artesanato tradicional, constituído por peças que podem ser utilizadas no dia-a-dia”.
 
Neste evento, os visitantes vão poder encontrar artigos de bijutaria e objectos decorativos e utilitários, entre outros.
 
Para além da exposição e venda de artesanato, o “Mercado do Lago”, que decorre das 10 às 24 horas, inclui no programa a actuação dos grupos de dança Ginarte, Traquinas & All Star e Dance 4 Fun, durante a manhã, pelas 10:15 horas, e dois desfiles de moda, à noite, a partir das 21:30 horas.
Modificado em quinta, 04 julho 2019 12:29
A DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor denunciou no dia de ontem, terça-feira, que as perdas de água em Portugal rondam os 180 milhões de metros cúbicos por ano e correspondem a um desperdício na ordem dos 90 milhões de euros.
 
Globalmente, perdem-se, por ano, 179.722.877 metros cúbicos de água em 258 municípios”, divulgou a DECO, com base em dados que deixam de fora mais “20 municípios que desconhecem o volume desperdiçado”.
 
Segundo a associação refere em comunicado, o valor apurado corresponde “a 197 piscinas olímpicas”, mas, estimando o valor não contabilizado nos municípios que não forneceram dados, as perdas deverão chegar, anualmente a “mais de 180 milhões de metros cúbicos de água, o que corresponde a deitar fora cerca de 90 milhões de euros”.
 
As perdas são provocadas por problemas ao nível “do armazenamento, do transporte e na distribuição” de água e, segundo a DECO, “o pior caso ao nível nacional” regista-se em Macedo de Cavaleiros, com “642 litros de água perdidos por ramal e por dia”, o que equivale a 2,35 milhões de metros cúbicos (m3) por ano.
 
Os melhores exemplos identificados foram os de Santo Tirso e da Trofa, ambos no distrito do Porto, com 13 litros perdidos, por ramal e por dia.
 
A DECO revelou a lista dos 17 municípios do país com maiores perdas de água, tendo por base a análise de dados da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR).
 
A Macedo de Cavaleiros segue-se Peso da Régua, com 520 litros perdidos por ramal e por dia (1,24 milhões de m3 por ano) e Anadia, com 463 litros por dia (2,40 milhões de m3 por ano).
 
Arruda dos Vinhos, com perdas de 452 litros por dia e por ramal (752 mil m3 por ano), e Silves, com 448 litros por dia e por ramal (2,33 milhões de m3 por ano), completam o top cinco dos maiores perdedores de água revelados pela associação.
 
Da lista fazem também parte Cabeceiras de Basto (com 390 litros por dia e 1,10 milhões de m3 por ano); Loures e Odivelas (383 mil litros por dia e 6,92 milhões de m3 por ano); Amadora e Oeiras (com 372 litros por dia e 4,85 milhões de m3 por ano); Estremoz (com 371 litros por dia e 1,21 milhões de m3 por ano) e Castelo de Paiva (com 364 litros por dia e 781 mil m3 por ano).
 
De entre os 17 com maiores perdas, seguem-se Moimenta da Beira (com 364 litros por dia e 900 mil m3 por ano); Lousã (com 352 litros por dia e 900 mil m3 por ano); Sesimbra (com 340 litros por dia e 2,47 milhões de m3 por ano); São Brás de Alportel (com 333 litros por dia e 689 mil m3 por ano) e Santa Marta de Penaguião (com 332 litros por dia e 528 mil m3 por ano).
 
Além destes 17 municípios, segundo a DECO, “91 têm perdas acima do aceitável” e em 200 “a reabilitação de condutas com mais de dez anos é insatisfatória”.
 
No comunicado, a DECO defende que “uma quantia tão elevada [de perdas] não deve repercutir-se na factura cobrada ao consumidor” e alerta que a falta de manutenção “poderá levar ao colapso” das condutas, dando origem a avarias e a perdas de água da rede.
 
c/ LUSA
Modificado em quarta, 26 junho 2019 00:06
No âmbito da 12.ª edição da Frota Solidária, a Fundação Montepio prepara-se para oferecer uma viatura adaptada à Fundação do Asilo Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, instituição sedeada em Veiros, no concelho de Estremoz. A cerimónia realiza-se em Leiria, mais concretamente no Largo 5 de Outubro, no próximo dia 28 de Junho, pelas 11 horas, numa cerimónia que garantirá a oferta de 20 viaturas adaptadas a 20 instituições de todo o país.
 
Para além da instituição estremocense, vão ser contempladas com viaturas adaptadas no distrito de Évora, a Santa Casa da Misericórdia de Évora e a CERCIMORCooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados, de Montemor-o-Novo.
 
O projecto Frota Solidária, lançado em 2008, resulta dos montantes que, a cada ano, os contribuintes portugueses atribuem à Fundação Montepio através da consignação fiscal e que esta Fundação devolve à sociedade civil através da aquisição de viaturas transformadas e adaptadas, que são oferecidas a instituições de solidariedade social de todo o país.
 
Esta iniciativa permitirá, este ano, apoiar 20 instituições com igual número de viaturas e responder, assim, às necessidades de mobilidade de quem mais necessita. Note-se que, em 11 anos de existência, o projecto Frota Solidária garantiu a devolução à sociedade civil de 4,2 milhões de euros, consignados via IRS, apoiando mais de 200 instituições de solidariedade social de todo o país.
 
A missão da Frota Solidária é resolver problemas associados à mobilidade, assim como contribuir para uma sociedade mais inclusiva. Desde 2008, candidataram-se 3516 instituições de solidariedade social.
 
A Fundação Montepio volta a dar resposta a centenas de cidadãos que se encontram vulneráveis devido a dificuldades de mobilidade. A cada edição pretendemos chegar a mais instituições e fomentar boas práticas de cidadania e solidariedade”, adianta António Tomás Correia, Presidente da Fundação Montepio e do Grupo Montepio.
 
Modificado em terça, 25 junho 2019 18:47