quarta, 26 junho 2019
quinta, 06 junho 2019 13:06

Inês Martins, a estremocense concorrente de 'Quem quer namorar com o Agricultor?', em grande entrevista

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A sua primeira grande entrevista após o fim da primeira temporada de “Quem quer namorar com o Agricultor?” A sua primeira grande entrevista após o fim da primeira temporada de “Quem quer namorar com o Agricultor?” DR
Após a chegada de Daniel Oliveira aos comandos da estação de Paço de Arcos, “Quem quer namorar com o Agricultor?” foi considerado como uma das grandes apostas da SIC. Incluído na nova grelha de programas com o claro objectivo de ajudar a destronar a TVI da liderança das audiências, o sucesso do reality show que conquistou os portugueses verificou-se logo na primeira temporada.
 
E para o sucesso dessa primeira temporada de “Quem quer namorar com o Agricultor?” muito contribuiu a participação de Inês Martins, estremocense de 37 anos, cabeleireira de profissão, que “obrigou” a população de Estremoz, e em particular os seus amigos e familiares, a ficarem ligados ao programa apresentado por Andreia Rodrigues.
 
Na sua primeira grande entrevista após o fim da primeira temporada de “Quem quer namorar com o Agricultor?”, Inês Martins respondeu, de forma frontal, directa e sem tabus, a todas as perguntas da equipa de reportagem do Ardina do Alentejo: O porquê de ter concorrido, qual a avaliação que faz desta experiência, como reagiu a família à sua participação no programa, e como não poderia faltar, se realmente encontrou o amor… E falou também da ideia generalizada que a grande maioria das pessoas tem sobre este tipo de programas.
 
Ardina do Alentejo – O porquê de teres concorrido ao “Quem quer namorar com o Agricultor?”
Inês Martins (IM) – Concorri por três razões: primeiro, pela experiência, oportunidade única e curiosidade por esse mundo da televisão; segundo, pelo cenário onde decorre esta aventura, porque adoro estar rodeada de natureza e animais; e terceiro, porque existem histórias de amor que começaram num programa de televisão. O amor não se procura mas encontra-se de variadas formas.
 
Ardina do Alentejo – Qual o teu maior receio, se é que ele existia, quando decidiste participar? 
IM – Não sou uma mulher de medos. A exposição e a opinião das pessoas não me assusta, são opiniões que aprendi a respeitar. Por isso, pedi apenas a opinião aos meus filhos e à minha família e parti feliz, sem receios alguns.
 
Ardina do Alentejo – E a tua família? Como é que reagiram à notícia?
IM – O meu pai é um homem que sempre me apoiou nas minhas escolhas, mas desta vez sentiu-se reticente. Só me pediu para não ir para lá fazer figuras. A minha mãe galinha tentou a vida toda acalmar esta minha veia aventureira e como não conseguiu, agora já nem estranha. Os meus filhos adoraram e pularam de alegria. Preparei-os para a distância e para a exposição, que podia não ser positiva, e o meu filho mais velho disse logo que me protegia. Tenho os melhores filhos do mundo. São os meus melhores amigos.
 
Ardina do Alentejo – Como é que avalias esta experiência? 
IM – Foi realmente uma experiência única, divertida e muito enriquecedora. Aprendi bastante e esse foi um dos principais objectivos de ter participado. Levo no coração muitas pessoas que conheci nesta experiência. Tive a oportunidade fantástica de conviver e de ver o esforço e dedicação de uma equipa de produção, que trabalhou duro para nos proporcionar diariamente imagens deslumbrantes, momentos hilariantes e muito didáticos, em relação à história e agricultura do nosso país.
 
Ardina do Alentejo – Há uma ideia generalizada em relação a estes programas… Mas não é bem assim, pois não? 
IM – Infelizmente o povo tira conclusões precipitadas e generaliza sem antes dar a oportunidade de conhecer. Não somos todos farinha do mesmo saco. Não vamos todos com o mesmo objectivo para determinada situação. Fala-se muito em participantes sem cérebro que procuram fama. Não preciso de fama para ser feliz. Adoro a vida que tenho e alcancei com muita luta e suor. Mas como também adoro viver novas experiências, aproveitei a oportunidade de poder viver uma nova rotina num local diferente.
 
Ardina do Alentejo - E encontraste o amor? 
IM – Não… Encontrei cumplicidades e amizades novas.
 
Ardina do Alentejo - Estás de regresso ao teu salão, à tua vida de cabeleireira, à tua família e aos teus filhos... O programa abriu-te algum tipo de oportunidade de novos projectos ou nem sequer pensas nisso? 
IM – Voltei à minha vida normal, aquela que batalhei muito para alcançar e que gosto e me faz feliz. Não sinto diferença. Apenas o facto de ser mais conhecida e ser acarinhada por muita gente que não conheço mas que a mim me parecem conhecer tão bem.
E se houver algum projecto vou ponderar, como sempre fiz em todas as minhas decisões.
 
Ardina do Alentejo – Que mensagem deixas a quem for ler esta entrevista? 
IM – Sejam felizes. Vivam. Aproveitem e não deixem que o medo vos tire a oportunidade de viver novas experiências. A vida não é só trabalho e pagar contas. Brinquem, divirtam-se porque gargalhadas, amor e sabedoria é o combustível desta vida.
Modificado em quinta, 06 junho 2019 17:02

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