domingo, 23 abril 2017
 
Em 2006, o desemprego pregou uma rasteira a João José Pardal do Carmo. Habituado a trabalhar desde sempre, e sobejamente conhecido da população estremocense, o agora empresário não baixou os braços e “foi à luta”. Da possibilidade de aquisição da Papelaria São Cópias ao negócio consumado foi apenas um passo. Desde Março de 2007, que João do Carmo gere um negócio no ramo em que sempre trabalhou. Após alguns anos de funcionamento, a equipa São Cópias viria a ser reforçada, com a “contratação” de Paulo do Carmo, que após a conclusão dos estudos tomou a decisão de, em conjunto com o pai, levar este “barco” a bom porto.
 
No mês em que se assinalam 10 anos enquanto proprietário da Papelaria São Cópias, João do Carmo concede ao Ardina do Alentejo uma breve entrevista, onde nos fala de como tudo começou, em que nos traça um balanço da actividade e de quais os projectos para o futuro. Aproveitando esta oportunidade, e como não poderia deixar de ser, João e Paulo do Carmo, deixam-lhe a si, cliente e amigo desta dupla de sucesso, uma palavra de agradecimento. Para quem não conhece é lançado o desafio de visitar! 
 
Ardina do Alentejo - Como e quando é que a São Cópias passou a ser propriedade de João José Pardal do Carmo?
João do Carmo (JC) - A São Cópias passou a ser propriedade nossa no início do mês de Março de 2007. Decidi envergar neste projecto por culpa de uma partida que a vida me pregou, mas sem baixar os braços, fui à luta e decidi abrir a São Cópias, mesmo sabendo da crise económica mas ficar parado não resolvia nada.
 
Ardina do Alentejo - Têm sido uns bons 10 anos?
JC - De um modo geral têm sido uns 10 anos muito bons. É claro que com esta crise económica que o país e o mundo atravessam, e como se calhar qualquer outra empresa, notamos o impacto da mesma, mas com muito esforço, dedicação e muitas horas de trabalho vamos conseguindo suportar esta maldita crise.
 
Ardina do Alentejo - Há projectos para o futuro?
JC - Por agora não temos nada programado mas nunca se sabe o que o futuro nos reserva, mas vontade de fazer coisas novas existe sempre. É claro que às vezes por motivos burocráticos ou financeiros, infelizmente, não conseguimos concretizar.
 
Ardina do Alentejo - Em 10 anos, o mundo e o país mudou muito... E a vontade de servir e de proporcionar o melhor ao cliente? Continua igual como há 10 anos?
JC - O mundo, o país e a vontade das pessoas mudaram muito e nós tentamos sempre acompanhar essas mudanças. A nossa vontade de agradar e de servir os nossos clientes continua igual ou até cada vez e maior. É grande a vontade de servir e de ver os clientes satisfeitos com os nossos serviços e trabalhos.
 
Ardina do Alentejo - Se pudesse, o que é que melhorava na São Cópias?
JC - Na São Cópias melhorava um pouco mais a localização. Gostaria de estar mais no centro da cidade, mas mesmo o mais importante era melhorar o estacionamento para os clientes, visto que é uma situação complicada aqui na Rua Victor Cordon. Mas tentamos melhorar a cada dia que passa para que os clientes sejam bem servidos. Ainda recentemente fizemos umas remodelações que os clientes gostaram muito.
 
Ardina do Alentejo - A quem for ler esta entrevista, em especial aos seus clientes, que mensagem lhes deixa?
JC - Queríamos, em primeiro lugar, agradecer às pessoas e entidades que nos têm ajudado a crescer, fazendo o nosso melhor sempre, todos os dias, para satisfazer todos os clientes. Depois gostaríamos de deixar um convite a todos os que nos queiram visitar. Estamos ao vosso dispor, com muitos serviços, como por exemplo, o serviço payshop, as fotocópias de grandes e pequenos formatos, raspadinhas e lotarias, material escolar, revistas e jornais, tabaco, e muito mais para servir os nossos clientes e amigos.
 
Estaremos sempre de portas e braços abertos para os receber, a todos, e sempre com muita simpatia.
 
 
 

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